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Quer dar a volta ao mundo? Escolher a passagem certa corta gastos em 50%
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Alianças globais de companhias aéreas oferecem bilhetes de volta ao mundo (Foto: divulgação)

Alianças globais de companhias aéreas oferecem bilhetes de volta ao mundo (Foto: divulgação)

Por Vinícius Casagrande

A forma mais prática para comprar passagens de volta ao mundo são os bilhetes oferecidos pelas três alianças globais de companhias aéreas, OneWorld, Star Alliance e SkyTeam. Apesar da praticidade de planejamento oferecida pelas alianças, a compra individual pode sair bem mais econômica, chegando a custar até 50% a menos.

Para que uma viagem de volta ao mundo dê certo, é preciso, antes de mais nada, muito planejamento. O primeiro passo é definir qual o roteiro que se pretende seguir, a época do ano na qual vai visitar cada continente e a duração da viagem.

Com o roteiro na cabeça, o próximo passo é a compra efetiva das passagens aéreas. Boa parte dos turistas que decide dar uma volta no planeta opta pelo bilhete de volta ao mundo das alianças globais de companhias aéreas, chamado RTW (Round The World).

Com ele, é possível dar a volta ao mundo utilizando as companhias aéreas que fazem parte da mesma aliança. Entre as brasileiras, a Latam faz parte da OneWorld enquanto a Avianca é membro da Star Alliance.

No entanto, o passageiro não tem total liberdade na definição do roteiro. Algumas regras básicas das três alianças são as seguintes:

  • A volta ao mundo deve durar entre dez e 365 dias.
  • A viagem deve contemplar, pelo menos, três continentes.
  • Podem ser utilizados, no máximo, 16 trechos.
  • Caso não haja voo direto e seja necessária uma conexão, são considerados dois trechos.
  • O passageiro pode optar por pegar um voo de uma cidade diferente da qual desembarcou. O deslocamento terrestre, no entanto, conta como um trecho a ser descontado dos 16 possíveis. Apesar disso, o trecho terrestre deve ser pago pelo próprio passageiro.
  • Os voos devem ser realizados em um único sentido ao redor do mundo: leste-oeste ou oeste-leste.
  • A regra acima é válida somente nas viagens intercontinentais. Dentro do mesmo continente, é possível fazer um zigue-zague.
  • O passageiro só pode cruzar os oceanos Atlântico e Pacífico uma única vez.
  • A viagem deve começar e terminar no mesmo país.

Quanto custa?

O preço da passagem de volta ao mundo pode ser definido pelo número de trechos voados, continentes visitados ou pela distância percorrida. O passageiro pode definir o seu roteiro, escolher os voos e verificar o preço nos sites das três alianças de companhias aéreas. Os bilhetes de volta ao mundo podem variar de R$ 11,5 mil a R$ 20,5 mil.

O Todos a Bordo simulou três opções de roteiro para uma viagem de volta ao mundo, alterando a quantidade de paradas e cidades diferentes em cada opção. Apesar da facilidade oferecida pelas alianças globais no planejamento da viagem, nos três casos pesquisados pelo blog a compra individual das passagens ficou, em média, 50% mais barata. O blog utilizou o sistema Google Flights para fazer a pesquisa.

Apesar de mais econômica, a compra individual pode ter também algumas desvantagens. Ao voar por somente companhias aéreas de uma única aliança, o passageiro ganha muitas milhas, que podem resultar em outros benefícios, como a troca por bilhetes grátis para outras viagens. Além disso, em caso de problemas, o sistema de suporte é facilitado.

Nas passagens individuais, as restrições para troca de itinerário ou de datas podem ser mais rígidas. Alguns dos voos pesquisados seriam realizados em companhias low-cost (baixo-custo), que oferecem menos conforto, normalmente não permitem remarcações e podem cobrar taxas extras por diversos serviços.

Cada roteiro terá preços diferentes. Além disso, as datas das viagens em cada trecho também podem influenciar no valor. O único jeito de garantir o melhor preço é pesquisar em todos os meios possíveis antes de efetivar a compra.

Veja algumas simulações feitas pelo Todos a Bordo:

São Paulo – Madrid – Hong Kong – Dallas – São Paulo

Datas pesquisadas para cada trecho da viagem: 11/4 – 16/5 – 21/6 – 15/8

  • OneWorld: R$ 13.578
  • Star Alliance: R$11.596
  • SkyTeam: R$ 12.972
  • Google Flights (passagens individuais): R$ 6.840

São Paulo – Paris – Moscou – Tóquio – Sydney – Los Angeles – São Paulo

Datas pesquisadas para cada trecho da viagem: 11/4 – 13/6 – 29/6 – 8/8 – 27/9 – 17/10

  • OneWorld: R$ 16.210
  • Star Alliance: R$ 16.547
  • SkyTeam: R$ 17.651
  • Google Flights (passagens individuais): R$ 8.469

São Paulo – Miami – Nova York – Los Angeles – Tóquio – Pequim – Sydney – Moscou – Paris – São Paulo

Datas pesquisadas para cada trecho da viagem: 11/4 – 2/5 – 30/5 – 13/6 – 1/8 – 22/8 – 6/9 – 26/9 – 24/10

  • OneWorld: R$ 16.465
  • Star Alliance: R$ 19.369
  • SkyTeam: R$ 20.5190
  • Google Flights (passagens individuais): R$ 9.249

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Projetos preveem aviões com bancos aquecidos e filmes com realidade virtual
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Óculos de realidade virtual. Foto: Divulgação/SkyLights

Óculos de realidade virtual. Foto: Divulgação/SkyLights

Bancos com regulagem de temperatura, casulos para dormir, filmes com tecnologia de realidade virtual e raio X três vezes mais rápido. Estas são algumas inovações previstas para aviões e aeroportos que estão sendo desenvolvidas, segundo levantamento da revista Wired e da rede de TV CNN, ambas dos Estados Unidos. Veja a seguir uma seleção dessas propostas:

Assentos

Bancos com regulagem de temperatura são comuns em carros. E agora estão mais perto de se tornar uma realidade nos aviões. Jatinhos particulares são a primeira vitrine desse tipo de produto, que pode chegar também aos aviões comerciais – empresas de tecnologia para interiores de avião trabalham com a expectativa de que sejam adotados dentro de 3 a 5 anos.

Também há quem aposte em uma poltrona semelhante às que são usadas em cinemas para a classe econômica dos aviões. Isso significa que os assentos desocupados poderiam ser levantados, facilitando a movimentação dos passageiros.

Um assento flexível, que se adapta às várias posições em que o passageiro fica durante o voo, também está em estudo. A poltrona, poderá ajustar-se à forma do corpo da pessoa quando ela busca uma posição mais confortável, para assistir a um filme, por exemplo.

Espaços individuais

Poltronas desenhadas para a classe premium (aquela intermediária entre a econômica e a executiva) por uma empresa britânica permitem configurações específicas para cada tipo de cliente, transformando-se em cabines individuais, duplas ou até mesmo com banheiro, feitas em cores, materiais e com acabamentos diferentes.

E que tal dormir a bordo em casulos individuais, com luz, som e temperatura ajustáveis? Essa ideia está em desenvolvimento, para atender especialmente aquele passageiro que não gosta muito de interagir com vizinhos de assento durante o voo.

Poltronas em forma de casulo, chamada Air Lair. Foto: Divulgação/Factory Design

Poltronas em forma de casulo, chamada Air Lair. Foto: Divulgação/Factory Design

Realidade virtual

Se a conexão wi-fi está cada vez mais perto de se tornar um item generalizado nos voos, o desafio das empresas agora é buscar ferramentas para um público que terá mais opções de entretenimento.

Equipamentos de realidade virtual podem ser uma resposta para esta busca. Uma empresa desenvolveu um sistema para a companhia aérea XL Airways, da França. Por US$ 16 (cerca de R$ 52), os passageiros podem alugar um aparelho com filmes em 3D.

Outras companhias aéreas fizeram testes com óculos de realidade virtual como uma alternativa de entretenimento para seus clientes, como a Transavia, uma subsidiária da Air France/KLM, e a australiana Qantas.

Além de assistir a filmes, também é possível fazer uma visita virtual à cabine de comando do avião ou às cidades atendidas pelas rotas da companhia. A tecnologia também pode ajudar a acalmar pessoas que têm medo de voar, além de ser vista como mais uma fonte de recursos para a empresa.

Aeroportos

Uma equipe da Universidade Northeastern, dos Estados Unidos, trabalha em um sistema de raio X que usa tecnologia semelhante à do scanner utilizado atualmente em aeroportos americanos, só que muito mais rápida.

O sistema permite verificar até 300 pessoas por hora – a média atual é de 100 passageiros por hora. O objetivo é que não seja necessário retirar nenhum objeto da bagagem de mão, apenas passar pelo detector de metais para ser escaneado em tempo real.

Pesquisadores também querem usar informações biométricas dos passageiros no lugar de documentos e cartões de embarque, com o objetivo de acelerar os procedimentos nos aeroportos.

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Sala VIP de aeroporto em Londres vence pesquisa com quarto, chuveiro e spa
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Espaço VIP no aeroporto de Heathrow tem quartos privativos (plaza-network.com)

Espaço VIP no aeroporto de Heathrow tem quartos com chuveiro. Foto: plaza-network.com

Uma sala de 8.100 m2, com quartos privativos, banheiros com chuveiros e um spa para os viajantes. O Plaza Premium Lounge, localizado no terminal 2 do aeroporto de Heathrow, em Londres, na Inglaterra, foi o vencedor de uma pesquisa sobre as melhores salas VIPs em aeroportos do mundo todo.

O levantamento foi feito a partir das notas dadas por aproximadamente 60 mil associados do Priority Pass, programa que dá acesso a mais de 1.000 salas exclusivas em aeroportos de mais de 500 cidades. Esta é a 12ª edição do prêmio.

O espaço no aeroporto londrino venceu na categoria geral, Europa e também foi o primeiro colocado no quesito que avalia a qualidade dos alimentos e bebidas servidos no local.

Entre as salas privativas da região da América Latina e Caribe, o primeiro lugar ficou com o Vip Lounge da parte leste do aeroporto de Guadalajara, no México. O espaço chamado Aeroportos Vip Club, no aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, foi apontado como “bastante elogiado”.

Na América do Norte, o campeão foi a sala The Club, no aeroporto internacional Mineta San Jose, na região do Vale do Silício, na Califórnia.  Na Ásia, o espaço vip da Asiana Airlines, no aeroporto internacional de Incheon, em Seul, na Coreia do Sul.

Entre as salas vip da África e Oriente Médio, o primeiro lugar ficou com o Petra Lounge, no aeroporto internacional Rainha Alia, em Amã, na Jordânia.

A pesquisa também indicou o espaço com as melhores instalações para negócios, o Preludium, no aeroporto de Varsóvia, na Polônia, e o que tem a equipe mais atenciosa, o Alaska Lounge, no aeroporto de Seattle Tacoma, no estado americano de Washington.

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Onde há mais passageiros de avião no mundo? EUA, Europa, Coreia ou Vietnã?
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Jeju, na Coreia do Sul. Ligação com Seoul é a mais movimentada do mundo (Foto: Maristela do Valle/UOL)

Jeju, na Coreia do Sul, atrai turista por conta de suas belezas (Foto: Maristela do Valle/UOL)

Os Estados Unidos e a Europa concentram os maiores mercados da aviação comercial no mundo. Com isso, seria natural imaginar que as rotas mais congestionadas seriam as que ligassem cidades norte-americanas ou europeias. A realidade, no entanto, é bem diferente disso.

Um estudo da empresa de análise de aviação OAG, do Reino Unido, coloca no topo da lista uma cidade que a maioria das pessoas nunca sequer ouviu falar. A rota entre Jeju e Seoul, ambas na Coreia do Sul, conta com o maior fluxo de passageiros no mundo.

Por ano, as viagens de avião de Jeju a Seoul levam mais de 6,5 milhões de passageiros. A rota chega a ter mais de cem voos em um único dia, apenas em um sentido. Embora desconhecida no ocidente, a ilha de Jeju é um dos principais destinos para casais em lua-de-mel e amantes da natureza na Ásia.

Os voos ligando cidades europeias e norte-americanas não entram nem mesmo entre as dez maiores em relação ao número de passageiros por ano. Das dez rotas mais movimentadas do mundo, nove estão presentes na Ásia. Completa a lista um voo entre as cidades de Melbourne e Sydney, na Austrália.

Tóquio é a cidade que concentra as rotas mais congestionadas do mundo. Três rotas ligando a capital japonesa estão entre as dez mais movimentadas. Os maiores fluxos são de Tóquio a Sapporo, Fukuoka e Okinawa.

A lista guarda ainda outras surpresas. Na sétima colocação, está a ligação entre duas cidades vietnamitas: Ho Chi Minh e Hanói. Já em nono lugar, aparece a rota entre Surabaia e Jacarta, ambas na Indonésia.

A ponte aérea Rio-São Paulo ocupava no ano passado a décima colocação. Com a crise e a redução de voos de todas as companhias brasileiras, no entanto, a rota saiu da lista. A OAG divulga apenas o ranking das dez maiores.

As dez rotas mais movimentadas

1) De Jeju a Seoul, na Coreia do Sul (6.561.314 passageiros)

2) Sapporo a Tóquio, no Japão (6.209.366 passageiros)

3) Fukuoka a Tóquio, no Japão (5.961.277 passageiros)

4) Melbourne a Sydney, na Austrália (5.067.167 passageiros)

5) Taipei a Hong Kong, na China (4.146.547 passageiros)

6) Nova Déli a Mumbai, na Índia (4.143.639 passageiros)

7) Ho Chi Minh a Hanói, no Vietnã (4.141.322 passageiros)

8) Pequim a Xangai, na China (3.962.081 passageiros)

9) Surabaia a Jacarta, na Indonésia (3.849.866 passageiros)

10) Tóquio a Okinawa, no Japão (3.784.546 passageiros)

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Vestido de Papai Noel, robô canta e dança com passageiros em aeroporto
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Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Um robô com pouco mais de 1,20m de altura, vestido com roupa de Papai Noel, está ajudando os passageiros a passarem o tempo no aeroporto de Glasgow, na Escócia, neste período de Natal.

O robô, que ganhou o nome de GLAdys, seguindo as letras do código internacional do aeroporto, está programado para dançar ao som de canções natalinas e também narrar contos de Natal.

GLAdys também tem uma câmara para que os passageiros possam tirar selfies e enviá-las por e-mail ou compartilhá-las em redes sociais.

O equipamento faz parte de um projeto do aeroporto para melhorar a interação com os clientes por meio da tecnologia. Os planos são de, no futuro, usar o robô não apenas para entreter os passageiros, mas também para oferecer serviços e informações, por exemplo sobre localização de lojas e detalhes sobre voos.

A menina Chloe Fortune, de 8 anos, tirou uma selfie antes de viajar (Foto: Divulgação)

A menina Chloe Fortune, de 8 anos, tirou uma selfie antes de viajar (Foto: Divulgação)

Outros aeroportos estão seguindo esta tendência. Robôs já foram ou estão sendo usados em aeroportos no Japão, no Canadá, nos Estados Unidos, na Holanda, na Suíça (veja vídeo abaixo). Na China, os equipamentos são usados para fazer a segurança.

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EUA discutem liberação de telefonemas em voos. Você é contra ou a favor?
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Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

E se você e todos os outros passageiros pudessem ligar para quem quisessem, a qualquer hora, durante o voo? Isso seria bom ou ruim?

Pois essa discussão está em andamento nos Estados Unidos, onde o Departamento de Transportes quer que as companhias aéreas informem o passageiro com antecedência se chamadas de voz são permitidas a bordo. O órgão afirma que o objetivo é proteger os clientes de serem “expostos involuntariamente” a telefonemas dentro de aviões.

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  • true
  • http://economia.uol.com.br/enquetes/2016/12/20/voce-e-a-favor-da-liberacao-de-ligacoes-ao-celular-durante-voos.js

O departamento também abriu um período de consulta popular para saber se deve simplesmente proibir as chamadas de voz nos voos feitos dentro dos Estados Unidos, ou internacionais que saiam do país, ou que tenham os EUA como destino. As opiniões podem ser enviadas até fevereiro.

Quem é contra

Até agora, muitos comentários negativos foram registrados. “Pior. Ideia. De todos os tempos”, diz um deles. “Vai ser o caos”, resume outro. “Aviões lotados não são lugar para ser forçado a ouvir conversas pessoais”, afirma um terceiro. “Por favor, NÃO permita ligações por wi-fi no avião. Voar já é uma experiência estressante”, acrescenta outro comentário.

Quem é a favor

Houve também quem se manifestasse a favor. “Sou piloto e apoio totalmente o uso da tecnologia no avião. As pessoas devem ter discernimento ao falar quando estiverem sentadas perto de alguém no avião. É uma questão de bom senso”.

Novas situações –como lidar?

Mais do que bom senso, um cenário em que as pessoas sejam liberadas para falar ao celular durante o voo poderá exigir outras medidas, como treinamento dos comissários para lidar com situações hoje inexistentes –por exemplo, um passageiro que se sinta incomodado pela conversa do outro.

Pesquisa: maioria foi contra ligações em voos

Não é a primeira vez que a discussão vem à tona entre os norte-americanos. Há três anos, quando as autoridades também estavam considerando acabar com as restrições a chamadas durante os voos, uma pesquisa da agência de notícias Associated Press indicou que 48% dos entrevistados eram contrários à iniciativa e 19% eram a favor.

Entre os que viajam de avião com frequência, a oposição foi ainda maior: 78%.

Avianca permite ligações via app

Com as companhias aéreas brasileiras investindo em tecnologia, a discussão também deve chegar por aqui. Recentemente, Gol e Avianca anunciaram a instalação de internet a bordo de seus aviões e a Latam também estuda a opção.

Em dois aviões da frota da Avianca é possível fazer chamadas de voz utilizando aplicativos pela internet. A companhia lançou o sistema em caráter de testes em setembro deste ano, de forma gratuita. Os planos são de ampliar a disponibilidade do serviço em 2017. Pesquisas estão sendo feitas com os clientes para avaliar a aceitação do sistema.

A Gol anunciou seu serviço de wi-fi a bordo pouco depois da Avianca. Até agora, sete aviões estão equipados com a tecnologia e a previsão é que toda a frota esteja equipada até outubro de 2018. Por enquanto, o serviço também está sendo oferecido sem cobrança. A empresa informa que sua rede de wi-fi é estruturada somente para uso de dados, excluindo a possibilidade de chamadas de voz.

A Latam, quando ainda não havia adotado o novo nome, chegou a operar um sistema de telefonia via satélite. O serviço foi descontinuado em 2014 porque o custo de roaming era muito alto, minando o interesse dos passageiros pelo serviço.

Atualmente, o uso do telefone celular para ligações normais só é permitido após a abertura das portas dos aviões –o que é informado a bordo, mas frequentemente ignorado pelos passageiros. A Gol autorizada a liberar o uso de celular a partir do momento em que o avião toca o solo.

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Aérea estuda chip comestível que dirá se passageiro tem fome, sede ou sono
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Foto: Divulgação/British Airways

Foto: Divulgação/British Airways

Imagine se, ao cumprimentar a tripulação ao embarcar, o passageiro recebesse uma pílula. Uma pílula digital, para ser engolida com a função de monitorar as reações durante o voo, como fome, sede ou sono.

Por enquanto, isso ainda está no plano das ideias. A tal pílula faz parte de um pedido de patente (link encurtado: http://zip.net/bptzmL)  apresentado pela British Airways, do Reino Unido. A aérea afirma que, ao monitorar as sensações, poderá melhorar a experiência de viagem.

Questionada sobre quais autorizações, por parte dos clientes, seriam necessárias para que um dispositivo invasivo deste tipo fosse utilizado, a companhia britânica não respondeu e limitou-se a dizer, por meio de sua assessoria de imprensa, que “está sempre buscando oferecer inovações aos clientes, seja em termos de design ou transformação digital. Para isso, nós desenvolvemos várias ideias e submetemos muitas patentes”.

Frio, calor, sede

Na solicitação apresentada, a pílula é somente um dos sensores que podem ser usados para obter informações sobre o ambiente que o passageiro está experimentando. Também são previstos sensores de temperatura, iluminação, umidade, movimento corporal, temperatura corporal externa e até de frequência cardíaca ou movimento dos olhos.

No caso das pílulas digitais ou outros sensores que seja possível engolir, o documento menciona o objetivo de detectar a temperatura interna ou a acidez estomacal.

As informações obtidas a partir dos sensores de ambiente e do passageiro vão indicar se a pessoa está acordada, com sono, com fome, nervosa, com calor, com frio, desconfortável etc. e orientará a tripulação para oferecer água quando o passageiro estiver desidratado, um cobertor quando a temperatura ambiente estiver abaixo da preferência do cliente, ou evitar que ele seja acordado no momento da refeição, se ela estiver prevista para ser servida no momento indicado como a fase de sono do passageiro. A proposta também prevê a existência de listas personalizadas de músicas ou vídeos e sugestões de exercícios a bordo.

Outras pílulas

Embora pareça coisa de ficção, a pílula digital já foi inventada. Segundo o jornal britânico “Daily Telegraph”, pesquisadores do MIT desenvolveram no ano passado um sensor do tamanho de uma amêndoa que pode ser engolido. Ele ajuda médicos a monitorarem os sinais vitais de pacientes. O sensor é equipado com microfones e embalado em silicone. Os pesquisadores estimam que ele demoraria um ou dois dias para passar pelo aparelho digestivo.

Uma empresa dos Estados Unidos desenvolveu um sensor que permitiria a profissionais de saúde monitorar se os pacientes estão seguindo as orientações médicas. As autoridades do país rejeitaram planos de usarem esta pílula junto com medicamentos para distúrbio bipolar e depressão.

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Congonhas é o aeroporto com mais conexões de voos da A. Latina, diz ranking
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Foto: Fernando Podolski/Getty Images

Foto: Fernando Podolski/Getty Images

Um ranking que indica os 50 aeroportos do mundo com a maior oferta de conexões colocou Congonhas, em São Paulo, na 23ª posição na ordem geral, a primeira no mercado latino-americano.

A lista da empresa de análise de aviação OAG, do Reino Unido, avalia a eficiência dos aeroportos em funcionar como uma base global e regional de voos. A análise calcula o número total de conexões possíveis entre decolagens e aterrissagens em um período de seis horas no dia de maior movimento. Em Congonhas, foram registradas 9.977 conexões possíveis, ligando 35 destinos.

Como resultado, Congonhas ficou à frente dos aeroportos Benito Juárez, no México (25º lugar), El Dorado, em Bogotá, na Colômbia (39º lugar), e Guarulhos, em São Paulo (41º).

O analista da empresa John Grant explica que a alta frequência de conexões em Congonhas gera um “efeito multiplicador” que coloca o aeroporto em uma posição de destaque, embora o número de destinos seja relativamente menor em comparação com outros aeroportos.

No ranking de 2015, Congonhas já ocupava o primeiro lugar entre os aeroportos da América Latina, só que na 7ª posição no geral. A queda no ranking atual, segundo a OAG, foi resultado de uma mudança na metodologia adotada para este ano, que reduziu o tempo considerado para análise de 8 para 6 horas.

Domínio dos Estados Unidos

Aeroportos dos Estados Unidos ocupam 22 das 50 posições na lista do maior número de conexões, com o aeroporto internacional O’Hare, em Chicago, ocupando o primeiro lugar, à frente de Hartsfield-Jackson, em Atlanta, e Dallas/Fort Worth.

No caso do aeroporto de Chicago, em um único dia do mês de agosto, havia mais de 270 mil possíveis conexões, considerando partidas e chegadas.

Fora dos Estados Unidos, os aeroportos que tiveram o melhor desempenho foram os de Jacarta Soekarno-Hatta, na Indonésia (7º colocado), e o de Tóquio Haneda, no Japão (11º lugar).

Assim como no exemplo de Congonhas, estes dois aeroportos, embora tenham um número menor de destinos, compensam isso com a alta frequência de voos para as localidades, o que resulta em muitas possibilidades de conexões para os passageiros.

Na Europa, o melhor resultado foi verificado no aeroporto de Heathrow, em Londres, 15º colocado no geral.

Para o consultor Grant há vantagens na existência de ‘megahubs’, como a movimentação econômica gerada pelos passageiros em conexão, que consomem alimentos e outros itens nos aeroportos, e a geração de emprego local pelas companhias aéreas e fornecedores.

A empresa divulgou também um ranking que considera apenas as conexões e os destinos atendidos por uma única companhia aérea – avaliada pela OAG como ‘de baixo custo’. Nesta lista, as cinco primeiras posições são ocupadas por aeroportos dos Estados Unidos e a sexta, por Congonhas, com base em voos da Gol.

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Projetos de malas-robôs avançam, mas bateria tem restrição em aeroportos
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Foto: Divulgação/Travelmate Robotics

Foto: Divulgação/Travelmate Robotics

Carregar as malas definitivamente não é a parte mais fácil de uma viagem. Empresas de tecnologia estão criando uma espécie de mala-robô. São modelos que seguem o dono, como se fossem cachorrinhos de estimação.

Várias empresas pelo mundo estão pesquisando a criação dessas malas. Ainda estão em fase de financiamento com vaquinhas virtuais. Mas, se um dia vierem a existir mesmo, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) diz que, para poderem ser usadas, as baterias têm de seguir certas regras de segurança.

No início deste ano, a Anac proibiu o transporte de baterias de íon lítio como carga em aviões de passageiros, seguindo uma determinação da Organização de Aviação Civil Internacional. A proibição teve como base os riscos de pegarem fogo.

Baterias desse tipo são encontradas em câmeras, celulares, computadores portáteis, brinquedos de controle remoto, bicicletas elétricas, etc. Mas a restrição não vale para baterias de íon lítio instaladas no equipamento.

Para quem viaja a regra é que, se for necessário levar uma bateria extra para a câmera fotográfica, por exemplo, essa bateria só poderá ser levada se não exceder 160 Wh.

Aquele skate elétrico conhecido como hoverboard, que virou moda no ano passado, deixou de ser transportado por companhias aéreas – incluindo brasileiras – por causa do risco de explosão da bateria de lítio.

Bagagem autônoma

Há projetos de malas-robô ainda em fase de financiamento por meio de vaquinhas virtuais. Alguns dos produtos que estão sendo desenvolvidos têm sensores para desviar de obstáculos, bateria para recarregar eletrônicos, indicador do peso da mala e sistema de localização.

Foto: Divulgação/Cowarobot

Foto: Divulgação/Cowarobot

A Cowarobot, que tem sede em Xangai, na China, e escritórios também nos Estados Unidos, lançou em julho um sistema de pré-compra no site Indiegogo. A campanha teve sucesso significativo: de cinco modelos disponíveis, somente 1 ainda está disponível, pelo preço de US$ 699 (quase R$ 2.400). A página indica que um valor superior a US$ 544 mil (mais de R$ 1,8 milhão) foi arrecadado, ou 465% do esperado inicialmente.

A mala alcança a velocidade de 7km/h, sobe e desce terrenos com inclinação de até 15 graus e percorre até 20 km com a bateria totalmente carregada. A bateria é removível, para que possa passar nos controles de segurança dos aeroportos. A empresa afirma que o produto atende a regulamentações de órgãos como a Organização da Aviação Civil Internacional, Associação Internacional de Transporte Aéreo e autoridades dos EUA.

O projeto inclui um bracelete que faz com que a mala siga ao lado do dono e também pode ser usada para travar ou destravar a bagagem e também para trazê-la para perto de onde a pessoa está. O acessório também tem um alarme vibratório que avisa quando a mala se distancia do dono.

“Robô de companhia”

Mala-robô segue o dono pelo aeroporto

A Travelmate Robotics, da Califórnia (EUA), classifica seu produto como um “robô de companhia”, ao destacar funções que vão além do que seria esperado de uma mala. Uma delas é a possibilidade de conectar uma câmera e transformar o objeto em uma filmadora autônoma. A empresa promete ainda integrar sistemas de realidade virtual ao objeto para que o viajante possa compartilhar suas experiências com os amigos.

A empresa oferece modelos a partir de US$ 399 (cerca de R$ 1.350) em sua página de financiamento coletivo. Em uma das campanhas, já encerrada, foram arrecadados apenas 9% (33 investidores) dos US$ 100.000 esperados.

Uma outra campanha, lançada com o selo da Arrow Electronics, companhia de tecnologia parceira do site Indiegogo que avalia a viabilidade dos projetos, fez uma aposta diferente: a expectativa inicial era arrecadar US$ 4.000 (R$ 13.500); até agora, conseguiu mais de US$ 35 mil (aproximadamente R4 118 mil), ou 887% do valor inicial.

Uma empresa israelense também lançou um projeto de mala autônoma no início deste ano.

Ficou interessado em adquirir um desses produtos por meio das páginas de crowdfunding? Então é bom lembrar que, na verdade, o interessado está apostando em uma ideia, que não se sabe como irá funcionar em situações práticas. E ficar atento às especificações da bateria.

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Após extravio de criança, entenda regras para voos de menor desacompanhado
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Foto: Getty Images

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A história de uma criança que viajou sozinha e, em vez de desembarcar em Vitória (ES), acabou em Curitiba (PR), chamou a atenção no último fim de semana para como é o procedimento de viagem de menores de idade.

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  • http://economia.uol.com.br/enquetes/2016/12/07/voce-ja-teve-que-deixar-uma-crianca-ou-adolescente-viajar-sozinho.js

As companhias aéreas trazem informações sobre o assunto em suas páginas na internet – há algumas diferenças entre os serviços oferecidos, inclusive em relação à taxa cobrada, por trecho, pelo acompanhamento da criança ou adolescente. Nas empresas nacionais, a assistência ao menor que viaja sozinho é obrigatória para crianças entre 5 e 11 anos completos.

Latam

Na Latam os valores cobrados são de R$ 129 em voos nacionais, US$ 15 (pouco mais de R$ 51) para rotas dentro do Chile, Argentina e Equador, US$ 25 (cerca de R$ 86) para rotas dentro do Peru, 50.000 pesos colombianos (R$ 55) para rotas dentro da Colômbia e US$ 100 (aproximadamente R$ 344) para rotas nos demais países.

A empresa orienta o passageiro a solicitar o serviço até 48 horas antes do voo, pelos telefones 4002-5700 (capitais), 0300-570-5700 (demais cidades do Brasil) ou 0800-555-500 (atendimento a deficientes auditivos). Um formulário deve ser preenchido com informações sobre os responsáveis na origem e no destino, permissão para hospedar o menor em hotel no caso de atrasos no voo, alergias da criança. O responsável deve permanecer no aeroporto até a confirmação de partida do voo.

Em voos domésticos, a criança recebe uma pulseira com um código que permite o acompanhamento do status da viagem. Cada funcionário envolvido no acompanhamento faz a leitura do código, atualizando as informações, que podem ser acessadas por pais ou responsáveis, pelo celular, computador ou tablet.

Gol

A Gol, aérea envolvida no caso citado acima sobre a criança que viajou para o destino errado, cobra uma taxa de R$ 149 para voos domésticos e US$ 110 (quase R$ 380) para voos internacionais. O serviço só pode ser solicitado pela central de relacionamento (por meio de um formulário disponível no site), ou em uma das lojas da empresa.

Também há um formulário a ser preenchido, que inclui autorização para que a companhia aérea providencie alimentação e pernoite do menor em hotel, se necessário. Se o voo for operado por uma companhia parceira da Gol, o embarque de menores desacompanhados não será permitido.

No caso da criança que foi para o destino errado, a empresa divulgou um pedido de desculpas em que classifica o erro como pontual, informa que “em nenhum momento a criança correu qualquer risco”, e que esteve todo tempo assistida pela tripulação e colaboradores. Afirmou ainda que está adotando medidas para que erros desse tipo não voltem a ocorrer.

A Gol também tem uma pulseira com GPS que pode ser colocada na criança no momento do check-in e permite monitorar cada etapa da viagem.

Azul

A Azul só permite a viagem de crianças entre 5 e 11 anos desacompanhadas em voos domésticos, cobrando uma taxa extra de R$ 130 ou US$ 50 (R$ 172), caso a passagem tenha sido emitida fora do Brasil. Para ter acesso ao serviço, é preciso fazer a solicitação com antecedência mínima de 48 horas, pelo atendimento telefônico: 4003-1118 (capitais) e 0800-887-1118 (demais localidades).

Avianca

A Avianca informa em seu site a cobrança de uma taxa de R$ 100 para a supervisão de menores e pede que o serviço seja solicitado à central de atendimento com, no mínimo, 2 horas de antecedência ao voo.

Aéreas estrangeiras

Companhias aéreas internacionais também oferecem serviço de acompanhamento de menores que viajam sozinhos. Veja algumas opções, com base na informação disponibilizada na página das empresas na internet.

American Airlines

A American Airlines cobra uma taxa de US$ 150 (pouco mais de R$ 500) por trecho. No caso de 2 ou mais menores da mesma família viajando sozinhos nos mesmos voos, a taxa é cobrada uma única vez. Se o voo incluir conexões para outra empresa, conexões em solo ou conexão noturna, a criança não poderá embarcar sozinha.

A aérea dos Estados Unidos também diferencia as situações de acordo com a idade do menor. Crianças de 5 a 7 anos só podem viajar desacompanhadas em voos diretos. De 8 a 14 anos podem pegar rotas com conexão em alguns aeroportos americanos. Adolescentes com idade entre 15 e 17 anos também podem receber auxílio dos funcionários, mas o serviço não é obrigatório.

Air France

Foto: Divulgação/Air France

Foto: Divulgação/Air France

A Air France considera que o menor viaja desacompanhado mesmo se os responsáveis estiverem a bordo, só que em classe diferente. O serviço de assistência tem preços que variam conforme a distância do voo, no caso de viagens internacionais. Em um voo direto, o preço vai de 50 a 80 euros (R$ 180 a R$ 295, aproximadamente). Em uma viagem com conexão, o valor pode chegar a 100 euros (cerca de R$ 370). O responsável só pode deixar o aeroporto depois de receber um SMS com a confirmação da decolagem do avião – isso porque, se o voo for cancelado, a criança pode ser deixada com o responsável durante a espera por um outro voo.

O formulário de autorização para a viagem do menor desacompanhado inclui autorização para a aérea “tomar qualquer ação que considerar necessária para garantir a segurança” da criança, incluindo até mesmo o retorno ao aeroporto de partida. O responsável deve reembolsar a empresa pelos custos envolvidos. Da mesma forma, deve pagar por qualquer dano causado pelo menor durante o voo.

Se o voo tiver conexão de mais de 2 horas, a criança aguarda a nova decolagem em salas específicas para elas nos aeroportos Charles de Gaulle e Orly, em Paris. Nesses espaços, elas podem descansar, ler, assistir a desenhos animados, brincar com jogos, jogar videogame, etc.

Qatar Airways

A página em inglês da Qatar Airways informa sobre a possibilidade de escalar um representante exclusivo da aérea para acompanhar o menor entre 5 e 15 anos durante toda a viagem. A empresa cobra o trecho de volta para o funcionário que prestará o serviço.

Documentação necessária

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), adolescentes com idade entre 12 e 17 anos completos podem viajar desacompanhados independente de autorização dos responsáveis. Essa regra só vale para voos domésticos. Crianças com até 12 anos incompletos precisam de autorização para viajar desacompanhadas.

Nos voos internacionais, o embarque de menor desacompanhado dos responsáveis exige a apresentação de autorização de ambos os pais, com firma reconhecida, conforme estabelecido em resolução do Conselho Nacional de Justiça. O site da Polícia Federal indica a possibilidade de incluir algumas autorizações no passaporte do menor. Por exemplo, para que o menor viaje desacompanhado ou com apenas um dos responsáveis. Essa autorização será válida pelo mesmo período de validade do passaporte.

Correção: foi acrescentada a informação sobre a resolução do CNJ a respeito da autorização para viagem de menor desacompanhado