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Aérea da Coreia é a mais pontual do mundo; melhor brasileira fica em 26º
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Coreana T’way Air é a mais pontual do mundo nos últimos 12 meses (Reprodução/Instagram)

Empresas aéreas de baixo de custo são, normalmente, associadas a serviços de baixa qualidade. No quesito pontualidade, porém, nem sempre isso é verdade. A T’way Air, companhia de baixo custo da Coreia do Sul, foi considerada a mais pontual do mundo no último ranking da consultoria inglesa OAG. A brasileira mais bem colocada foi a Azul, em 26º lugar, num ranking com 137 empresas.

Em 12 meses (entre junho de 2017 e maio de 2018), T’way Air teve 95,6% dos voos chegando dentro do horário previsto. Nesse período, a companhia aérea fez 27.028 voos.

Na sequência, aparecem a Hong Kong Airlines (92,4% de pontualidade) e a japonesa Fuji Dream Airlines (91,7%). Entre as companhias de baixo custo, a segunda colocada é a alemã TUIfly, com 89% de pontualidade. No ranking geral, a TUIfly aparece na oitava posição.

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De acordo com o ranking da OAG, apenas 15 companhias aéreas de todo o mundo são consideradas cinco estrelas no quesito de pontualidade. Todas tiveram índice superior a 85%. Para que um voo seja considerado pontual, ele tem de chegar ao aeroporto de destino com, no máximo, 15 minutos de atraso além do horário previsto.

Entre as empresas brasileiras, todas foram classificadas com quatro estrelas no quesito de pontualidade.

Azul: 83,7% (26ª posição no ranking)

Latam Brasil: 83,4% (27ª posição no ranking)

Gol: 81,2% (36ª posição no ranking)

Avianca: 80,9% (38ª posição no ranking)

Veja o ranking das companhias cinco estrelas em pontualidade:

1º T’way Air: 95,6%
2º Hong Kong Airlines: 92,4%
3º Fuji Dream Airlines: 91,7%
4º Canaryfly: 90,6%
5º Air Baltic: 90%
6º Binter Canarias: 89,6%
7º Latam Airlines Equador: 89,4%
8º TUIFly: 89%
9º Copa Airlines: 88,2%
10º Star Flyer: 88,1%
11º Hawaiian Airlines: 87,4%
12º AirDo: 87%
13º Qantas Airways: 85,7%
14º Qatar Airways: 85,5%
15º Volaris: 85,5%

Aeroporto japonês é o mais pontual; no Brasil, Teresina lidera

Os aeroportos de pequeno porte são os líderes do ranking da OAG. O primeiro colocado é o regional de Nagoia Komaki (Japão). Segundo dados da OAG, 94,5% dos 16,4 mil voos decolaram e pousaram dentro do horário previsto.

Na sequência, aparecem os aeroportos de Hilo, no estado do Havaí (EUA), com 91,4%, e o regional de Sapporo Okadama (Japão), com 90,4%.

Entre os brasileiros, o aeroporto de Teresina (PI) é o mais bem colocado no ranking da OAG. O terminal está na 29ª posição geral, num ranking que tem 513 aeroportos, com índice de 86,5%.

Veja o ranking com os aeroportos brasileiros:

29º Teresina (PI): 86,5%
40º Campo Grande (MS): 85,7%
48º Vitória (ES): 85,3%
50º Rio de Janeiro – Santos Dumont: 85,2%
53º Uberlândia (MG): 85,1%
60º Porto Seguro (BA): 84,7%
63º Curitiba (PR): 84,7%
64º Confins (MG): 84,6%
65º Cuiabá (MT): 84,6%
67º Brasília (DF): 84,6%
70º São Luís (MA): 84,5%
85º Rio de Janeiro – Galeão: 84%
86º Londrina (PR): 84%
98º Natal (RN): 83,6%
100º São Paulo – Congonhas: 83,5%

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Quer voos diretos para o exterior? Brasil tem 50 destinos sem fazer conexão
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A cada semana decolam 1.266 voos com destino internacional (Divulgação)

Os brasileiros que pretendem viajar para o exterior podem escolher entre 50 cidades de 32 países diferentes para chegar ao destino sem a necessidade de fazer uma parada no meio do caminho. As 43 companhias aéreas que operam no Brasil têm 1.266 voos semanais diretos para o exterior, oferecendo 288.911 lugares nos aviões que fazem voos internacionais.

Buenos Aires (Argentina) é a cidade com o maior número de voos saindo do Brasil. São 269 partidas e oferta de 51.076 lugares por semana. Os voos para Buenos Aires são operados por nove companhias aéreas, que decolam de 16 cidades brasileiras.

Na segunda colocação, aparece Santiago (Chile), com 112 voos e oferta de 22.323 lugares por semana. No entanto, apenas três companhias aéreas têm voos diretos saindo de três cidades brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis (SC).

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A Cidade do Panamá aparece na terceira posição com 84 voos diretos a partir de sete cidades brasileiras. Todos os voos são operados pela companhia aérea panamenha Copa Airlines. No total, são 13.104 lugares disponíveis por semana.

Na sequência aparece Miami (EUA), com 79 voos semanais e oferta de 20.474 lugares. Oito cidades brasileiras contam com voos diretos para Miami. Além disso, há mais 15 voos semanais para Fort Lauderdale, cidade próxima a Miami, com oferta de 3.681 lugares.

Os Estados Unidos são o país que oferece a maior quantidade de opções para os viajantes. A partir do Brasil, há voos diretos para 11 cidades norte-americanas. São 228 voos semanais com oferta de 60.738 lugares.

Esse número deve aumentar no meio do ano, quando a Latam inicia um voo regular para Boston e outro, apenas durante a alta temporada, para Las Vegas. Além disso, o Congresso brasileiro aprovou recentemente o acordo de céus abertos entre Brasil e Estados Unidos, o que vai permitir que as companhias aéreas dos dois países abram mais voos.

O voo com a maior capacidade individual de passageiros é que o liga São Paulo a Dubai (Emirados Árabes Unidos). Operado com o Airbus A380, o maior avião de passageiros do mundo, a cada viagem podem ir 490 pessoas.

Os dados foram compilados pelo Todos a Bordo com base nas autorizações atuais de voos da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e consideram somente os trechos de ida.

Veja as cidades com voos diretos a partir do Brasil:

Addis Ababa (Etiópia)Lisboa (Portugal)
Amsterdã (Holanda)Londres (Inglaterra)
Assunção (Paraguai)Los Angeles (EUA)
Atlanta (EUA)Luanda (Angola)
Barcelona (Espanha)Madri (Espanha)
Barcenola (Venezuela)Mendoza (Argentina)
Bogotá (Colômbia)Miami (EUA)
Buenos Aires (Argentina)Milão (Itália)
Casablanca (Marrocos)Montevidéu (Uruguai)
Cayenne (Guiana Francesa)Munique (Alemanha)
Chicago (EUA)Nova York (EUA)
Cidade do México (Mèxico)Orlando (EUA)
Cidade do Panamá (Panamá)Paris (França)
Cochabamba (Bolívia)Porto (Portugal)
Córdoba (Argentina)Praia (Cabo Verde)
Dallas (EUA)Punta Cana (República Dominicana)
Detroit (EUA)Punta del Este (Uruguai)
Doha (Qatar)Roma (Itália)
Dubai (Emirados Árabes Unidos)Rosário (Argentina)
Fort Lauderdale (EUA)Santa Cruz de la Sierra (Bolívia)
Frankfurt (Alemanha)Santiago (Chile)
Houston (EUA)Toronto (Canadá)
Istambul (Turquia)Washington DC (EUA)
Joannesburgo (África do Sul)Zandery (Suriname)
Lima (Peru)Zurich (Suíça)

 

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Voo com conexão é ruim, mas você pode poupar 25% e conhecer outro lugar
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Voos com conexão são mais baratos em 60% dos casos (foto: Merelize/FreeRange)

Fazer um voo direto para chegar ao destino final da viagem é bem mais rápido e confortável do que ter de fazer uma parada no meio do caminho para trocar de avião. Mas esse conforto e agilidade podem fazer a viagem ficar mais cara na maioria das vezes. Um estudo do buscador de passagens aéreas Skyscanner aponta em 60% dos casos as viagens com conexão ficam mais baratas.

O levantamento, segundo a empresa, analisou milhões de dados, considerando os destinos internacionais mais procurados pelos brasileiros. A pesquisa comparou os valores cobrados pelas companhias aéreas em rotas diretas com os voos que exigem uma troca de avião no meio do caminho. A pesquisa foi feita entre os dias 1º de janeiro de 2016 e 30 de junho de 2017.

Os voos com conexão normalmente são mais econômicos nas rotas longas saindo do Brasil. Nas viagens para a Cidade do México, os voos com uma parada intermediária podem ficar, em média, 25% mais baratos. Para a Europa, o destino que gera a maior economia ao se optar por um voo com conexão é Lisboa, em Portugal, com uma redução de 16% em relação aos voos diretos. Nos Estados Unidos, Miami e Orlando têm preços 12% mais baratos quando há uma parada.

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Por outro lado, nas viagens internacionais para destinos mais próximos do Brasil, acontece o contrário: o mais barato é pegar voos diretos. Para viagens a Buenos Aires, na Argentina, a economia em voos diretos pode chegar a 12%, enquanto Santiago, no Chile, tem preços 6% mais baratos nos voos diretos.

A lista traz também algumas exceções, como o caso de Madri, na Espanha, para onde os voos diretos são 12% mais baratos. Segundo o Skyscanner, isso acontece pela maior oferta de voos para a capital espanhola. O maior desconto nos voos diretos é para Punta Cana, na República Dominicana, cuja economia pode chegar a 48% nas viagens sem conexão.

Na hora de comprar uma passagem aérea, no entanto, o passageiro não deve analisar somente esse fator, já que há outras variáveis que também influenciam no valor final da viagem. “Normalmente, o preço é influenciado pela disponibilidade dos voos e também pela procura por passagens”, afirma Tahiana Rodrigues, gerente de comunicação do Skyscanner.

Mesmo nos casos em que os voos com conexão são mais baratos, o passageiro também tem de analisar outras questões, como o intervalo entre os voos, a duração total da viagem e quantos dias ficará naquele destino. “O importante é o viajante avaliar, além do preço, se a parada vale a pena pelo tempo que ele tem disponível”, orienta Tahiana.

O passageiro que tem períodos mais longos de férias ainda pode aproveitar a conexão para conhecer mais de uma cidade na viagem. De acordo com o tempo entre os voos, é possível fazer somente um passeio curto, mas muitas companhias aéreas permitem que se faça um “stopover” sem custos adicionais. É quando o passageiro para na primeira cidade em que o avião pousar e fica ali por uma ou mais noites antes de prosseguir para seu destino final.

Destinos onde há mais economia ao viajar com voos de conexão:

Cidade do México – 25%

Lisboa – 16%

Amsterdã – 15%

Miami – 12%

Orlando – 12%

Paris – 11%

Roma – 11%

Nova York – 7%

Destinos que são mais baratos com voos diretos:

Punta Cana – 48%

Buenos Aires – 12%

Madri – 12%

Santiago – 6%

Montevidéu – 2%

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Aéreas não reduzem bagagem em voo para fora e ainda levam 2 malas de 32 kg
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Limite nos voos internacionais permanece em duas malas de 32 kg  (Foto: Lucas Lima/UOL).

(Esta notícia foi corrigida em relação à versão original)

As companhias aéreas Air France, British Airways, Iberia, KLM, Lufthansa e Swiss não reduziram o limite de bagagem que os passageiros têm direito a transportar nos voos internacionais, diferentemente do que foi noticiado pelo blog na última terça-feira (02). Segundo as empresas, o limite permanece sendo de duas malas de até 32 kg por passageiro.

Durante o processo de reserva, os passageiros encontram a informação de que o peso máximo da bagagem é de 23 kg. No entanto, as companhias afirmaram que as páginas iniciais das áreas de reserva utilizam as regras globais para os demais mercados onde operam. O Brasil ainda permanece como uma exceção à regra, permitindo 32 kg por mala.

Para encontrar a informação correta, os passageiros precisam acessar uma outra área dentro do site das companhias, que mostra as exceções às regras para o transporte de bagagem. Clique no nome de cada empresa a seguir e veja as regras delas válidas para o Brasil:  Air France, British Airways, Iberia, KLM, Lufthansa e Swiss.

A redução do peso ou até cobrança pela bagagem despachada foi permitida após uma resolução da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). A medida chegou a ser barrada pela Justiça, mas liberada na semana passada. As empresas afirmam que ainda avaliam a medida internamente e que não há um prazo definido para definir suas novas regras de bagagem.

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Projetos preveem aviões com bancos aquecidos e filmes com realidade virtual
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Óculos de realidade virtual. Foto: Divulgação/SkyLights

Óculos de realidade virtual. Foto: Divulgação/SkyLights

Bancos com regulagem de temperatura, casulos para dormir, filmes com tecnologia de realidade virtual e raio X três vezes mais rápido. Estas são algumas inovações previstas para aviões e aeroportos que estão sendo desenvolvidas, segundo levantamento da revista Wired e da rede de TV CNN, ambas dos Estados Unidos. Veja a seguir uma seleção dessas propostas:

Assentos

Bancos com regulagem de temperatura são comuns em carros. E agora estão mais perto de se tornar uma realidade nos aviões. Jatinhos particulares são a primeira vitrine desse tipo de produto, que pode chegar também aos aviões comerciais – empresas de tecnologia para interiores de avião trabalham com a expectativa de que sejam adotados dentro de 3 a 5 anos.

Também há quem aposte em uma poltrona semelhante às que são usadas em cinemas para a classe econômica dos aviões. Isso significa que os assentos desocupados poderiam ser levantados, facilitando a movimentação dos passageiros.

Um assento flexível, que se adapta às várias posições em que o passageiro fica durante o voo, também está em estudo. A poltrona, poderá ajustar-se à forma do corpo da pessoa quando ela busca uma posição mais confortável, para assistir a um filme, por exemplo.

Espaços individuais

Poltronas desenhadas para a classe premium (aquela intermediária entre a econômica e a executiva) por uma empresa britânica permitem configurações específicas para cada tipo de cliente, transformando-se em cabines individuais, duplas ou até mesmo com banheiro, feitas em cores, materiais e com acabamentos diferentes.

E que tal dormir a bordo em casulos individuais, com luz, som e temperatura ajustáveis? Essa ideia está em desenvolvimento, para atender especialmente aquele passageiro que não gosta muito de interagir com vizinhos de assento durante o voo.

Poltronas em forma de casulo, chamada Air Lair. Foto: Divulgação/Factory Design

Poltronas em forma de casulo, chamada Air Lair. Foto: Divulgação/Factory Design

Realidade virtual

Se a conexão wi-fi está cada vez mais perto de se tornar um item generalizado nos voos, o desafio das empresas agora é buscar ferramentas para um público que terá mais opções de entretenimento.

Equipamentos de realidade virtual podem ser uma resposta para esta busca. Uma empresa desenvolveu um sistema para a companhia aérea XL Airways, da França. Por US$ 16 (cerca de R$ 52), os passageiros podem alugar um aparelho com filmes em 3D.

Outras companhias aéreas fizeram testes com óculos de realidade virtual como uma alternativa de entretenimento para seus clientes, como a Transavia, uma subsidiária da Air France/KLM, e a australiana Qantas.

Além de assistir a filmes, também é possível fazer uma visita virtual à cabine de comando do avião ou às cidades atendidas pelas rotas da companhia. A tecnologia também pode ajudar a acalmar pessoas que têm medo de voar, além de ser vista como mais uma fonte de recursos para a empresa.

Aeroportos

Uma equipe da Universidade Northeastern, dos Estados Unidos, trabalha em um sistema de raio X que usa tecnologia semelhante à do scanner utilizado atualmente em aeroportos americanos, só que muito mais rápida.

O sistema permite verificar até 300 pessoas por hora – a média atual é de 100 passageiros por hora. O objetivo é que não seja necessário retirar nenhum objeto da bagagem de mão, apenas passar pelo detector de metais para ser escaneado em tempo real.

Pesquisadores também querem usar informações biométricas dos passageiros no lugar de documentos e cartões de embarque, com o objetivo de acelerar os procedimentos nos aeroportos.

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Piloto se aposenta após 40 anos e leva o filho em seu último voo; veja
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GolDepois de mais de quatro décadas de profissão, o comandante Cleber Vezone, 67 anos, fez seu último voo no comando de uma aeronave no mês passado, tendo o filho Cássio, 38 anos, também aviador, ao seu lado na cabine. Os dois comandaram um voo de São Paulo a Uberlândia, em Minas Gerais.

“O último voo, ainda mais com o filho, vai ficar para a posteridade”, diz Cleber.

“Desde pequeno ele me levava nos voos, e eu sempre tive fascinação por avião. Pedia para ir ao aeroporto, para ver os aviões pousando e decolando”, lembra o filho Cássio, de 38 anos. Ele conta que, até então, só havia voado ao lado do pai pilotando uma única vez pela Gol. “Sempre procurei me espelhar no meu pai”.

Durante o voo, Cássio contou aos passageiros que o piloto estava se aposentando. Os passageiros aplaudiram e uma senhora pediu para tirar fotos com Cleber no final da viagem.

O vídeo foi produzido pela companhia aérea para celebrar o Dia do Aviador, comemorado em 23 de outubro. Cleber trabalhou na empresa nos últimos 12 anos. Ele também foi piloto da Vasp.

A gravação traz algumas imagens interessantes de áreas às quais o passageiro comum geralmente não tem acesso, como o setor de despacho operacional, onde eles receberam documentos e informações sobre as condições de voo, e a cabine de comando do avião, onde os dois descrevem alguns dos procedimentos necessários antes da decolagem.

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Aeroportos na China têm fila cor de rosa só para mulheres na área do raio-X
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Foto: Getty Images

Foto: ViktorCap/Getty Images

Na China, os aeroportos estão criando filas exclusivas para mulheres passarem no raio-X, na área de controle de segurança.

Em setembro, o aeroporto internacional de Guangzhou Baiyun, na província de Guangdong, sudeste do país, criou três filas separadas, sinalizadas pela cor rosa, e atendidas somente por seguranças mulheres.

O aeroporto internacional de Pequim também adotou filas exclusivas para mulheres em março, antes da temporada de viagens da primavera. Aeroportos das cidades de Shenzhen, Kumming e Wuhan também decidiram separar o atendimento para as passageiras.

O objetivo, segundo as autoridades, é evitar que as passageiras sintam-se desconfortáveis se precisarem ser revistadas por seguranças –já que, nesse caso, isso será feito por profissionais do sexo feminino.

Outro objetivo, afirmam, é reduzir o tempo de espera (especialmente para os homens), já que as mulheres costumam carregar mais objetos que precisam ser inspecionados.

“As mulheres normalmente trazem mais coisas para embarcar, e nós pedimos normalmente que elas se preparem antecipadamente para passar pela checagem itens como cosméticos, celulares, iPads e outros pertences, para ajudar a economizar tempo”, disse uma das seguranças mulheres, Liang Yanfei, ao jornal “China Daily“.

Discriminação ou serviço VIP?

A representante da Federação de Mulheres local, He Ying, diz que não vê discriminação contra o público feminino na decisão. “Abrir uma fila de segurança para as mulheres, assim como aumentar o número de banheiros para mulheres, mostra cuidado com este público, não discriminação”, disse ao jornal “China Daily“.

Para ela, as mulheres “geralmente precisam de mais tempo para passar pela segurança nos aeroportos; sendo assim, criar essas filas exclusivas certamente vai ajudar o aeroporto a operar sem dificuldades”.

“Nós nos sentimos mais confortáveis quando nossos casacos e malas são verificados por seguranças mulheres. Eu acho que isso é como um serviço VIP para as mulheres”, disse uma passageira sobre o aeroporto de Pequim, segundo o jornal “People’s Daily“.

Filas só para homens

Segundo o jornal “The New York Times“, as iniciativas seguem uma tendência de proteção das mulheres contra experiências degradantes ou hostis. A ideia, no entanto, é visto por alguns como um “retorno aos costumes paternalistas”.

Também há informações sobre aeroportos chineses –como os de Xangai, Chengdu e Tianjin, entre outros– que adotaram filas exclusivas para homens.

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Passageiros ‘causando’ durante o voo: total de casos sobe e preocupa aéreas
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Foto: Getty Images

Foto: g-stockstudio/Getty Images

Tem um tipo de passageiro preocupando as companhias aéreas: os mal comportados. De cada 10 empresas, 6 tiveram que desviar de rota nos últimos 12 meses por causa de algum passageiro causando problemas em pleno voo.

No ano passado, o número desses “inconvenientes” no mundo chegou a quase 11 mil. Poderia ser engraçado, mas não é: esse tipo de situação está entre as três principais preocupações das tripulações relacionadas à segurança durante o voo.

Os dados são da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) e foram divulgados nesta quarta-feira (28).

“Comportamento indisciplinado é algo simplesmente inaceitável”, afirma o diretor-geral da associação, Alexandre de Juniac. “O comportamento antissocial de uma pequena minoria de passageiros pode ter consequências desagradáveis para a segurança e o conforto de todos a bordo. O aumento do número de incidentes mostra que ações de dissuasão mais eficientes são necessárias.”

Principal causa: álcool e drogas

Abuso verbal, mau comportamento e recusa em seguir as instruções legais da tripulação são as situações mais comuns, segundo a pesquisa. Dos casos relatados, 11% envolvem agressões físicas contra outros passageiros ou tripulantes ou, ainda, danos à aeronave.

O uso de álcool ou drogas foi identificado em 23% dos casos. Na maioria das vezes, porém, o uso de álcool ou de drogas é feito antes do embarque ou, então, os passageiros burlaram as regras e levaram esses produtos a bordo, diz a associação.

Como lidar?

As companhias áreas já têm regras sobre a oferta responsável de bebida alcoólica durante os voos, e os funcionários são treinados para colocá-las em prática.

Uma iniciativa adotada no Reino Unido poderia ser usada em outros países. Por lá, funcionários de bares e lojas de aeroportos passaram a receber treinamento sobre a oferta responsável de álcool. Também devem evitar ofertas de preços que estimulem a bebedeira.

Regras mais rígidas foram colocadas em prática no aeroporto de Gatwick, em Londres, em 2013. Policiais passaram a patrulhar bares e funcionários do aeroporto passaram a monitorar passageiros que aparentavam embriaguez ou apresentavam comportamento agressivo. No ano seguinte, os episódios de mau comportamento a bordo haviam sido reduzidos pela metade.

Segundo a polícia, pessoas que iam viajar de férias e começavam a comemorar muito cedo (com muito álcool) eram as maiores causadoras de problemas.

“As equipes nos aeroportos estão sendo orientadas a verificar a conduta de passageiros e pedir ajuda se houver preocupação com pessoas embriagadas. Policiais também patrulham alguns voos e dão apoio a funcionários e passageiros quando solicitado”, disse à época Jean Irving, diretor de segurança pública da polícia, em declaração reproduzida pelo jornal britânico Daily Telegraph.

Abusos

A companhia aérea Monarch participou da iniciativa e passou a advertir os passageiros por e-mail sobre a possibilidade de serem impedidos de embarcar caso representassem algum risco para a segurança.

No entanto, problemas ainda ocorrem. Em junho do ano passado, a empresa baniu de seus voos, de forma permanente, seis passageiros indisciplinados. Em uma viagem da Inglaterra para a Turquia, os seis teriam ingerido bebida alcoólica que eles mesmos levaram para o avião, fumado nos banheiros e agarrado comissárias.

A situação ficou tão incontrolável que o voo teve de ser desviado para a Bulgária para que os seis fossem retirados do avião. O comportamento inadequado provocou um atraso de duas horas na viagem para as 137 pessoas e os 5 tripulantes a bordo.

Incidentes em alta

No ano passado, foram relatados 10.854 incidentes, ou seja, um a cada 1.205 voos. Em 2014, foram 9.316 casos, ou um a cada 1.282 voos. No período de 2007 a 2014, mais de 38 mil situações desse tipo foram relatadas pelas companhias aéreas.

Esse crescimento preocupa a indústria aérea, que está em busca de ações mais eficazes para combater o problema. Em 2014, a legislação internacional que trata do tema foi atualizada para, entre outras coisas, ampliar a jurisdição em que passageiros podem ser processados por danos e estabelecer que as aéreas têm direito a compensação pelos custos relacionados a problemas de mau comportamento.

Algumas condutas impróprias também foram indicadas como possíveis alvos de processo, entre elas agressões físicas ou ameaças de agressão contra tripulantes e recusa em seguir instruções legais ligadas a questões de segurança.

Para que essas atualizações sejam válidas, no entanto, é necessário que pelo menos 22 países ratifiquem o documento. Até agora, 30 países assinaram, mas apenas 6 ratificaram o texto (Bahrain, Congo, República Dominicana, Gabão, Guiana e Jordânia).

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Aérea cria voo internacional ‘mais curto do mundo’ operado por jato Embraer
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Uma viagem de carro de aproximadamente 1 hora parece razoável, não? Mas, se você estiver com muita pressa, pode tentar chegar mais rápido, bem mais rápido. A companhia aérea regional People’s Viennaline, da Áustria, quer operar o que chamou de “o voo internacional mais curto do mundo”.

A rota liga St Gallen, na Suíça, e Friedrichshafen, no extremo sul da Alemanha. De avião, o percurso tem cerca de 20 quilômetros. De carro, percorre-se aproximadamente 80 quilômetros, porque é preciso contornar o lago de Constança, que separa as duas localidades.

Uma aeronave Embraer 145 deverá ser usada na nova rota, prevista para ter dez voos por semana.

Uma busca no site da empresa mostra disponibilidade para esses voos a partir de 2 de novembro, com preço de 40 euros (cerca de R$ 145) o trecho, já incluindo as taxas.

O tempo total indicado entre a partida e a chegada é de 20 minutos. Mas, na prática, o tempo do voo deverá ser menor: na imprensa internacional, fala-se em cerca de 8 minutos.

A ideia da People’s Viennaline com o novo voo é abastecer a rota entre Friedrichshafen e Colonia, na Alemanha, disse o presidente da companhia, Daniel Steffen, ao jornal britânico “Daily Mail“.

Outra companhia aérea sediada na Áustria, a FlyNiki, já teve um voo de menos de 50 quilômetros entre Viena e Bratislava, capital da Eslováquia. No entanto, a rota, que era feita em cerca de 10 minutos, foi descontinuada.

Achou longo? Voo doméstico dura menos de 1 minuto

Se forem considerados voos domésticos, dentro de um único país, a rota mais curta é da empresa Loganair, entre Westray e a ilha de Papa Westray, no norte da Escócia.

A distância pode ser feita de avião em menos de 1 minuto.

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‘Eles gostam de bebês, mas trazem fones de ouvido antiruído’, diz trecho do anúncio (Reprodução)

Você sabe como tornar sua viagem de avião mais agradável, tanto para você quanto para os outros passageiros? Ande mais rápido nos aeroportos. Leve um fone de ouvido que bloqueie ruídos, para o caso de um bebê chorar durante o voo. Sempre pergunte a quem está sentado ao lado se tudo bem abrir ou fechar a persiana da janela. Agindo assim, você entrará para o seleto grupo dos “melhores viajantes”, afirma a American Airlines em sua nova campanha publicitária.

Clique abaixo para assistir à propaganda, de 30 segundos.

Parte do público não gostou nada. Alguns internautas afirmaram nas redes sociais que essa seria uma forma de a companhia aérea jogar para o consumidor a culpa pelos problemas que acontecem durante a viagem.

“A melhor forma de melhorar a atitude das pessoas que voam em sua companhia aérea é dar a elas um pouco de dignidade (…) acelerando o processo de embarque, não reduzindo continuamente o espaço para as pernas (…) não deixando os assentos cada vez mais estreitos e não tornando o voo tão terrível que a única forma de ter uma experiência decente é pagar por serviços extras que deixam seu voo até 40% mais caro do que o preço original”, escreveu uma pessoa na página da empresa no YouTube.

Outro comentário afirma que “literalmente, eles estão dizendo que ‘não é nossa função oferecer a você um bom momento no ar, isso é trabalho seu’. Ótima forma de perder clientes”.

“Sabe o há de errado com o voo? Os passageiros. Não os voos cancelados, seguidos de 6 horas de espera no aeroporto –não, não deve ser isso”, escreveu outra pessoa em um comentário no Facebook.

Não era bem assim…

“Os passageiros têm um grande impacto sobre a experiência de voo”, disse o vice-presidente global de Marketing da empresa, Fernand Fernandez, em entrevista ao jornal “The New York Times”.

Em entrevista a TVs dos Estados Unidos, Sunny Rodriguez, outro representante da companhia, disse que “todo mundo consegue se identificar com alguma parte dessa campanha, seja estar na poltrona do meio e achar que tem direito ao descanso de braço”. Segundo ele, o objetivo não era fazer um “manual de instruções” e dizer às pessoas para mudar de comportamento, mas, sim, “começar uma conversa sobre voar”.

O chefe da área de aviação de uma consultoria de negócios avaliou a campanha publicitária da AA e viu o lado bom da iniciativa. “Parece que eles estão tentando abordar a civilidade nas viagens. Acho que a indústria como um todo está tentando sutilmente fazer isso”, disse John Thomas ao “NYT”. “Esta é uma forma de começar a educar as pessoas”, completou, destacando que quem não viaja de avião com frequência pode não conhecer as regras de bom comportamento.