Todos A Bordo

Arquivo : aeroportos

Econômica do A380 dá champanhe e salmão à vontade em aeroporto por US$ 100
Comentários Comente

Todos a Bordo

Espaço Moët & Chandon em espaço VIP da Emirates no aeroporto de Dubai. Foto: Divulgação

Quem vai viajar com o A380 da Emirates, que passou a fazer a rota São Paulo – Dubai no final de março, pode ter a chance de aproveitar as comodidades dos lounges exclusivos da aérea no aeroporto de Dubai. E este não é um luxo reservado somente para quem compra passagens para a primeira classe ou para a executiva.

A companhia aérea permite que passageiros que tenham comprado bilhetes para qualquer um de seus voos na classe econômica também tenham acesso aos seus lounges em Dubai. Assim, tanto quem voa no gigante da Airbus como quem voa nos Boeings 777 operados pela Emirates pode pagar para ter mais conforto.

Para permanecer um período de 4 horas no espaço da classe executiva, é preciso desembolsar US$ 100 (aproximadamente R$ 311). Quem quiser aproveitar o lounge da primeira classe terá de pagar US$ 200 (cerca de R$ 620) pelo mesmo período. Menores de 12 anos de idade pagam metade da tarifa. A entrada é gratuita para crianças até 2 anos de idade. O pagamento só pode ser feito com cartão de crédito ou débito (dinheiro ou resgate de milhas não são aceitos).

Champanhe e smoothies

As áreas VIP da primeira classe e da executiva ocupam andares inteiros do aeroporto de Dubai. Grande parte dos serviços são encontrados tanto no lounge da executiva como nos espaços da primeira classe. Mas há algumas diferenças.

Área de refeições em um dos espaços exclusivos da aérea em Dubai. Foto: Claudia Andrade/UOL

O espaço da classe executiva que fica na asa B recebeu recentemente uma reforma de US$ 11 milhões (R$ 34 milhões). Os trabalhos foram finalizados no ano passado, aumentando em 40% a capacidade do local, que pode receber mais de 1.500 pessoas.

Os destaques do novo lounge são as áreas de marcas específicas. Em uma delas, da Moët & Chandon, o viajante pode aguardar o voo tomando uma taça de champanhe e comendo canapés com salmão ou maionese wasabi, queijos ou doces como macarons e suspiros à vontade.

Brasil entra na rota do A380

No espaço da água Voss é possível encontrar opções de lanches saudáveis, como sanduíches, wraps, saladas, frutas. Para beber, sucos e smoothies (mistura de frutas, iogurte, sorvete, entre outros ingredientes). A área da Costa Coffee tem opções de cafés gelados, cappuccinos e lattes, chás, doces e cookies.

Espaço com opções de lanches saudáveis em área VIP no aeroporto de Dubai. Foto: Divulgação

A companhia aérea tem planos de reformar outros espaços VIP, que também terão as áreas destinadas a marcas parceiras.

Embarque VIP e duty free exclusivo

Uma das grandes vantagens do acesso aos lounges é poder aguardar o embarque sem se preocupar com filas. Um portão de embarque exclusivo oferece acesso direto para os passageiros da área VIP para o avião. Basta dirigir-se ao portão e, em seguida, pegar um elevador privativo (um para passageiros da classe econômica e outro para viajantes da primeira classe e da executiva) que leva até as pontes de acesso.

Duty free no lounge da primeira classe da Emirates em Dubai. Foto: Claudia Andrade/UOL

Quem pagar mais para ter acesso ao lounge da primeira classe poderá também fazer compras em um duty free exclusivo, escolher vinhos com a ajuda de sommeliers em uma adega Le Clos, ou fumar charuto em uma área reservada. Também é possível utilizar um espaço de negócios equipado e fazer uma refeição em um restaurante com menu à la carte.

As opções de alimentos e bebidas são variadas e estão disponíveis para os clientes servirem-se em vários pontos dos lounges. Incluem pratos quentes, sanduíches, frutas, cereais, sorvete, sucos, cafés, chás e diversos drinques.

Área de refeições no lounge da primeira classe da Emirates. Foto: Claudia Andrade/UOL

Espaço de descanso e spa

Quem quer descansar antes do voo pode usar uma área mais reservada com poltronas e chaises.

Outra possibilidade é fazer uma massagem no spa. No lounge da executiva, os serviços de massagistas são cobrados à parte – uma massagem antiestresse, com 25 minutos de duração, por exemplo, sai por US$ 39 (R$ 121). No lounge da primeira classe, os viajantes podem aproveitar um primeiro tratamento com massagem, com duração de 15 minutos, sem pagamento extra.

Espaço para crianças no lounge da primeira classe. Foto: Claudia Andrade/UOL

A Emirates não tem lounge exclusivo no aeroporto de Guarulhos.

(A repórter Claudia Andrade viajou a convite da Emirates)

Leia também:
Apenas 13 empresas têm o maior avião do mundo em sua frota; veja quais são

Sala VIP de aeroporto em Londres vence pesquisa com quarto, chuveiro e spa

Sala de aeroporto da Qatar com spa, salão de jogos e cama ganha 7 estrelas

Passageiros dizem quais os melhores aeroportos do mundo para esperar um voo


Aeroportos do país devem adotar fila rápida para passageiro pré-selecionado
Comentários Comente

Todos a Bordo

Foto: Getty Images

Alguns passageiros deverão gastar menos tempo para passar pelas barreiras de segurança antes de embarcar em voos domésticos no Brasil. A Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo) está trabalhando junto com autoridades brasileiras para implantar um sistema de filas separadas em aeroportos destinadas a passageiros pré-avaliados que poderão passar pelo raio X de forma mais rápida.

A ideia é inspirada no sistema utilizado nos Estados Unidos, onde passageiros são dispensados, por exemplo, de tirar o cinto, os sapatos ou o casaco, ou tirar o computador da mala. No Brasil, a medida deverá ter como principal alvo, inicialmente, viajantes a negócios. Algumas rotas, como São Paulo-Rio de Janeiro ou São Paulo-Brasília devem ter maior demanda pelo modelo.

As exigências para que um passageiro seja selecionado para passar mais rápido pela segurança serão definidas pela Polícia Federal. A Iata diz que ainda não há prazo para implantação da mudança, uma vez que o processo ainda está em estágio inicial e o tempo para que seja experimentado pelos passageiros vai depender do que for estabelecido pelas autoridades nacionais.

“O processo vai levar algum tempo, porque as autoridades terão de definir em quais aeroportos isso é aplicável, quais podem colocar a infraestrutura em funcionamento rapidamente, e depois será preciso começar a convidar os clientes a se inscrever. Certamente não é uma coisa de curto prazo, vai levar algum tempo para o programa estar em funcionamento, mas o governo está realmente interessado em melhorar o sistema para o passageiro e, ao mesmo tempo, aumentar a segurança nos aeroportos”, diz Peter Cerda, vice-presidente da Iata para as Américas.

Para a Iata, o procedimento de fila rápida também beneficia a segurança nos aeroportos porque descongestiona a área de segurança. Ao criar uma fila exclusiva para viajantes pré-selecionados, o objetivo é que também a fila comum diminua.

Ainda sobre o tempo que deverá levar até que a fila rápida esteja presente nos principais aeroportos do país, Cerda aponta uma questão que pode ser levantada durante o processo. “Nos Estados Unidos, é feita uma checagem de antecedentes dos passageiros. Para que isso seja feito no Brasil, pode ser necessário ou não mudar alguma lei”.

Outras adaptações necessárias envolvem a tecnologia para verificação de documentos, além da questão logística de separar os grupos de passageiros e destinar equipes de funcionários para o atendimento separado.

Como funciona nos EUA

Nos Estados Unidos, quem quer entrar para o sistema conhecido como TSA PreCheck precisa preencher uma solicitação pela internet, pagar uma taxa de US$ 85 (cerca de R$ 260) e agendar uma entrevista. Na entrevista, é feita a verificação de antecedentes, e as digitais do passageiro são recolhidas.

Se for considerado de risco baixo e, portanto, qualificado para a fila rápida, o viajante passa a ter um indicador desta condição acrescentado ao código de barras do cartão de embarque.

Condutas como interferir nas operações de segurança, apresentar documentação falsa ou carregar objetos proibidos podem levar o passageiro a ser desclassificado do programa.

Na prática, os passageiros nos EUA demoram menos de 5 minutos para passar pelos procedimentos de segurança quando fazem parte do sistema rápido, segundo o órgão responsável pela segurança no transporte. Em um período de grande movimento nos aeroportos norte-americanos, no início de julho de 2014, o órgão afirmou que os passageiros que estavam na fila normal demoravam o dobro desse tempo para passar pelo raio X. A Iata considera que a tempo de espera na fila rápida também deverá ficar abaixo de 5 minutos depois que o sistema for implantado no Brasil.

E o programa deve crescer com o passar dos anos. Nos Estados Unidos, inicialmente apenas as companhias aéreas norte-americanas podiam participar do programa. Hoje são 30 empresas, incluindo estrangeiras. O benefício, que antes era destinado somente a viajantes ‘vip’, atualmente tem mais de 4 milhões de pessoas selecionadas — a meta das autoridades é atingir 25 milhões. Mais de 180 aeroportos nos EUA operam com o sistema de fila rápida.

(Claudia Andrade)

Leia também:
Projetos de malas-robôs avançam, mas bateria tem restrição em aeroportos

Aeroportos dos EUA planejam usar cães farejadores para reduzir filas

Aeroportos na China têm fila cor de rosa só para mulheres na área do raio X

Aeroporto na Escócia elimina raio X antes do embarque em voo regional


Este aeroporto é pentacampeão no ranking de melhores do mundo; conheça
Comentários Comente

Todos a Bordo

Terminal 3 do aeroporto de Changi, em Cingapura. Foto: TommL/Getty Images

Pelo quinto ano consecutivo, o aeroporto de Changi, em Cingapura, foi eleito o melhor do mundo pelo “Oscar” da aviação, o Skytrax World Airports Awards.

Entre os dez melhores do ranking, cinco ficam na Ásia e quatro, na Europa. O Brasil não tem nenhum representante entre os 100 primeiros colocados.

Aeroportos brasileiros só aparecem em uma lista separada dos melhores da América do Sul. O aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, está em quinto lugar nesta lista. O aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, aparece na sétima posição e o de Congonhas, também em São Paulo, na nona colocação.

O melhor aeroporto da América do Sul, pela pesquisa, é o El Dorado, de Bogotá, na Colômbia, que ocupa o 42º lugar no ranking geral.

Cinema e jardim

‘Jardim Encantado’, uma das atrações para os passageiros no aeroporto Changi. Foto: maislam/Getty Images

O agora pentacampeão aeroporto de Cingapura é famoso pelas várias opções de lazer oferecidas aos viajantes, que incluem cinema, spa, jardins e espaço para dormir.

Mais de 100 companhias aéreas oferecem voos para 380 cidades do mundo a partir de Changi. Em 2016, o aeroporto atendeu 58,7 milhões de passageiros.

Ao receber o prêmio, o CEO do grupo que administra o aeroporto, Lee Seow Hiang, afirmou que as instalações estão sendo ampliadas para atender mais passageiros nos próximos anos, mas disse que o objetivo é trabalhar com os parceiros para melhorar a experiência do viajante.

Aeroporto de Changi, em Cingapura. Foto: ronniechua/Getty Images

Pesquisa

A lista dos melhores aeroportos de 2017 foi feita com base em 13,82 milhões de questionários preenchidos por passageiros de 105 nacionalidades. A pesquisa foi feita entre julho de 2016 e fevereiro de 2017, em 550 aeroportos do mundo todo. Foram avaliados itens como serviço de check-in, serviço de imigração, lojas, segurança, transporte.

Veja os 10 melhores aeroportos:

1º Changi, Cingapura

2º Tóquio (Haneda), Japão

Aeroporto de Tóquio (Haneda). Foto: Bennewitz/Getty Images

3º Incheon, Coreia do Sul

Aeroporto de Incheon, em Seul, Coreia do Sul. Foto: Getty Images

4º Munique, Alemanha

Aeroporto de Munique, na Alemanha. Foto: mthaler/Getty Images

5º Hong Kong

Aeroporto de Hong Kong. Foto: LeeYiuTung/Getty Images

6º Hamad, Doha, Catar

7º Nagoya, Japão

Aeroporto de Nagoya (Chubu Centrair). Foto: Getty Images

8º Zurique, Suíça

9º Heathrow, Londres, Reino Unido

10º Frankfurt, Alemanha

Leia também:
Passageiros dizem quais os melhores aeroportos do mundo para esperar um voo

Praias, rios, florestas e neve; pilotos escolhem aeroportos mais bonitos


Aeroporto na Escócia elimina raio X antes do embarque em voo regional
Comentários Comente

Todos a Bordo

Área de raio X em aeroporto. Na escocesa Campbeltown, o procedimento foi simplificado. Foto: Getty Images

Área de raio X em aeroporto. Na escocesa Campbeltown, o procedimento foi simplificado. Foto: iStock

Quinze passageiros embarcaram nesta semana em um voo entre Campbeltown e Glasgow, na Escócia sem passar por nenhum detector de metais. Nada de colocar a bagagem no raio X ou ter de tirar cintos, relógio e celular do bolso para passar pela segurança.

A proibição a levar armas, objetos pontiagudos e líquidos em embalagens com mais de 100ml na bagagem de mão não foi descartada, mas, para serem liberados, os passageiros tiveram apenas de dizer que não estavam levando nenhum item proibido.

Além da cidade de Campbeltown, os aeroportos das ilhas escocesas Barra e Tiree também adotam o procedimento. Os três são operados pela Hial – Highlands and Islands Airports Ltd.

A companhia aérea regional escocesa Loganair, ao informar seus clientes sobre as mudanças, afirmou que elas tornarão a viagem “mais conveniente para a grande maioria dos passageiros que voam para Glasgow”.

Ao jornal “The Independent”, do Reino Unido, ele afirmou que nos voos curtos regionais realizados na Escócia, “todo mundo se conhece muito bem”. Segundo ele, a maioria das pessoas usa esses voos como se fosse um serviço de ônibus local.

Segurança

Quem for fazer uma conexão no aeroporto de Glasgow terá de passar pelos procedimentos de segurança normalmente adotados pelos aeroportos do mundo todo, desde o momento do check-in, antes de seguir viagem.

A eliminação das barreiras de segurança não agradou a todos. Para o sindicato dos trabalhadores do aeroporto regional, o processo facilita a ocorrência de ataques terroristas. O representante da associação, David Avery, afirmou ainda que os aviões, mesmo sendo de pequeno porte, sobrevoam áreas urbanas e depósitos de petróleo.

Avery disse à rede britânica BBC que o atual sistema de segurança foi adotado há mais de dez anos e tem sido bem-sucedido. Mesmo assim, os profissionais de segurança encontram regularmente passageiros levando itens proibidos.

A empresa Hial afirma que a implantação do procedimento simplificado foi aprovada pelas autoridades e que a segurança continua sendo uma prioridade.

Ao “Independent”, o especialista em segurança da aviação Philip Baum disse que o procedimento de segurança “rotineiro e previsível é inimigo da segurança eficaz”. “A segurança não precisa ser feita através de sistemas de raio X. Que lugar melhor para realizar análise comportamental do que em uma comunidade onde os viajantes são conhecidos e onde o comportamento é fácil de ser identificado?”.

O especialista diz que nada impede que medidas adicionais sejam implementadas quando for necessário.

Leia também:
Pistas de Guarulhos são alargadas para voos diários do maior avião do mundo
Sala vip em aeroporto de Londres vence pesquisa com quarto, chuveiro e spa
Aeroportos na China têm fila cor de rosa só para mulheres na área do raio-X


Sala VIP de aeroporto em Londres vence pesquisa com quarto, chuveiro e spa
Comentários Comente

Todos a Bordo

Espaço VIP no aeroporto de Heathrow tem quartos privativos (plaza-network.com)

Espaço VIP no aeroporto de Heathrow tem quartos com chuveiro. Foto: plaza-network.com

Uma sala de 8.100 m2, com quartos privativos, banheiros com chuveiros e um spa para os viajantes. O Plaza Premium Lounge, localizado no terminal 2 do aeroporto de Heathrow, em Londres, na Inglaterra, foi o vencedor de uma pesquisa sobre as melhores salas VIPs em aeroportos do mundo todo.

O levantamento foi feito a partir das notas dadas por aproximadamente 60 mil associados do Priority Pass, programa que dá acesso a mais de 1.000 salas exclusivas em aeroportos de mais de 500 cidades. Esta é a 12ª edição do prêmio.

O espaço no aeroporto londrino venceu na categoria geral, Europa e também foi o primeiro colocado no quesito que avalia a qualidade dos alimentos e bebidas servidos no local.

Entre as salas privativas da região da América Latina e Caribe, o primeiro lugar ficou com o Vip Lounge da parte leste do aeroporto de Guadalajara, no México. O espaço chamado Aeroportos Vip Club, no aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, foi apontado como “bastante elogiado”.

Na América do Norte, o campeão foi a sala The Club, no aeroporto internacional Mineta San Jose, na região do Vale do Silício, na Califórnia.  Na Ásia, o espaço vip da Asiana Airlines, no aeroporto internacional de Incheon, em Seul, na Coreia do Sul.

Entre as salas vip da África e Oriente Médio, o primeiro lugar ficou com o Petra Lounge, no aeroporto internacional Rainha Alia, em Amã, na Jordânia.

A pesquisa também indicou o espaço com as melhores instalações para negócios, o Preludium, no aeroporto de Varsóvia, na Polônia, e o que tem a equipe mais atenciosa, o Alaska Lounge, no aeroporto de Seattle Tacoma, no estado americano de Washington.

Leia também:
Sala de aeroporto da Qatar com spa, salão de jogos e cama ganha 7 estrelas

Casal fofo de ursos de pelúcia estrela comercial de Natal de aeroporto

Sala vip de aeroporto tem vinho e manicure, e custa até R$ 800 por visita


Vestido de Papai Noel, robô canta e dança com passageiros em aeroporto
Comentários Comente

Todos a Bordo

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Um robô com pouco mais de 1,20m de altura, vestido com roupa de Papai Noel, está ajudando os passageiros a passarem o tempo no aeroporto de Glasgow, na Escócia, neste período de Natal.

O robô, que ganhou o nome de GLAdys, seguindo as letras do código internacional do aeroporto, está programado para dançar ao som de canções natalinas e também narrar contos de Natal.

GLAdys também tem uma câmara para que os passageiros possam tirar selfies e enviá-las por e-mail ou compartilhá-las em redes sociais.

O equipamento faz parte de um projeto do aeroporto para melhorar a interação com os clientes por meio da tecnologia. Os planos são de, no futuro, usar o robô não apenas para entreter os passageiros, mas também para oferecer serviços e informações, por exemplo sobre localização de lojas e detalhes sobre voos.

A menina Chloe Fortune, de 8 anos, tirou uma selfie antes de viajar (Foto: Divulgação)

A menina Chloe Fortune, de 8 anos, tirou uma selfie antes de viajar (Foto: Divulgação)

Outros aeroportos estão seguindo esta tendência. Robôs já foram ou estão sendo usados em aeroportos no Japão, no Canadá, nos Estados Unidos, na Holanda, na Suíça (veja vídeo abaixo). Na China, os equipamentos são usados para fazer a segurança.

Veja também:
Casal fofo de ursos de pelúcia estrela comercial de Natal de aeroporto

Praias, rios, florestas e neve; pilotos escolhem aeroportos mais bonitos


Congonhas é o aeroporto com mais conexões de voos da A. Latina, diz ranking
Comentários Comente

Todos a Bordo

Foto: Fernando Podolski/Getty Images

Foto: Fernando Podolski/Getty Images

Um ranking que indica os 50 aeroportos do mundo com a maior oferta de conexões colocou Congonhas, em São Paulo, na 23ª posição na ordem geral, a primeira no mercado latino-americano.

A lista da empresa de análise de aviação OAG, do Reino Unido, avalia a eficiência dos aeroportos em funcionar como uma base global e regional de voos. A análise calcula o número total de conexões possíveis entre decolagens e aterrissagens em um período de seis horas no dia de maior movimento. Em Congonhas, foram registradas 9.977 conexões possíveis, ligando 35 destinos.

Como resultado, Congonhas ficou à frente dos aeroportos Benito Juárez, no México (25º lugar), El Dorado, em Bogotá, na Colômbia (39º lugar), e Guarulhos, em São Paulo (41º).

O analista da empresa John Grant explica que a alta frequência de conexões em Congonhas gera um “efeito multiplicador” que coloca o aeroporto em uma posição de destaque, embora o número de destinos seja relativamente menor em comparação com outros aeroportos.

No ranking de 2015, Congonhas já ocupava o primeiro lugar entre os aeroportos da América Latina, só que na 7ª posição no geral. A queda no ranking atual, segundo a OAG, foi resultado de uma mudança na metodologia adotada para este ano, que reduziu o tempo considerado para análise de 8 para 6 horas.

Domínio dos Estados Unidos

Aeroportos dos Estados Unidos ocupam 22 das 50 posições na lista do maior número de conexões, com o aeroporto internacional O’Hare, em Chicago, ocupando o primeiro lugar, à frente de Hartsfield-Jackson, em Atlanta, e Dallas/Fort Worth.

No caso do aeroporto de Chicago, em um único dia do mês de agosto, havia mais de 270 mil possíveis conexões, considerando partidas e chegadas.

Fora dos Estados Unidos, os aeroportos que tiveram o melhor desempenho foram os de Jacarta Soekarno-Hatta, na Indonésia (7º colocado), e o de Tóquio Haneda, no Japão (11º lugar).

Assim como no exemplo de Congonhas, estes dois aeroportos, embora tenham um número menor de destinos, compensam isso com a alta frequência de voos para as localidades, o que resulta em muitas possibilidades de conexões para os passageiros.

Na Europa, o melhor resultado foi verificado no aeroporto de Heathrow, em Londres, 15º colocado no geral.

Para o consultor Grant há vantagens na existência de ‘megahubs’, como a movimentação econômica gerada pelos passageiros em conexão, que consomem alimentos e outros itens nos aeroportos, e a geração de emprego local pelas companhias aéreas e fornecedores.

A empresa divulgou também um ranking que considera apenas as conexões e os destinos atendidos por uma única companhia aérea – avaliada pela OAG como ‘de baixo custo’. Nesta lista, as cinco primeiras posições são ocupadas por aeroportos dos Estados Unidos e a sexta, por Congonhas, com base em voos da Gol.

Leia também:
Passageiros dizem quais os melhores aeroportos do mundo para esperar um voo

Praias, rios, florestas e neve; pilotos escolhem aeroportos mais bonitos

O aeroporto do futuro terá pista de pouso em passarelas no meio da cidade?


Por que algumas pessoas fazem fila com tanta antecedência para embarcar?
Comentários Comente

Todos a Bordo

Foto: InkkStudios/Getty Images

Foto: InkkStudios/Getty Images

Você já deve ter se perguntado por que as pessoas formam filas tanto tempo antes do início do embarque – às vezes, antes mesmo de algum funcionário da companhia aérea aparecer. Ou talvez você seja uma dessas pessoas que fica perto do portão de embarque e inicia a fila assim que possível.

Mas de onde vem essa vontade de entrar logo no avião? Isso tem uma explicação psicológica, como a especialista em comportamento Judi James explicou ao jornal britânico “Daily Mail”. Alguns pontos destacados servem para explicar por que muitos gostam de esperar em filas, em geral – não apenas para embarcar. Mas também há explicações ligadas diretamente ao ato de voar.

Medo de perder alguma coisa

Judi afirma que, no momento em que o ser humano vê uma fila, mesmo que o cérebro diga que não fará diferença esperar na fila ou não, o medo de perder alguma coisa se sobrepõe.

Querer ser o primeiro

Muitos sentem-se diminuídos quando veem outras pessoas na frente. O que é uma sensação totalmente irracional, como indica a especialista.

Ansiedade

Viajar, por si só, é algo sério para todos. Mesmo que não tenhamos problemas para voar, entramos em um estado de ansiedade, diz Judi James.

Ter um propósito

O tempo passa mais rápido quando se tem um propósito. A especialista dá exemplos: 1 hora pode parecer 3 horas quando se está entediado, da mesma forma como 1 hora parece só 5 minutos quando é preciso levantar para trabalhar.

“Fazer fila para embarcar pode dar a sensação de que o tempo está passando mais rápido do que se você está à toa”

Reservar espaço

Humanos são muito territoriais, destaca a entrevistada ao jornal britânico. Por isso, mesmo sabendo que provavelmente terá espaço suficiente para guardar a bagagem, muita gente quer entrar logo no avião para garantir que seus pertences terão lugar assegurado no compartimento localizado sobre seu assento.

Além disso, há quem queira entrar logo para garantir até mesmo que terá espaço no descanso de braço da poltrona.

Mentalidade de 1ª classe

Essa análise serve não apenas para quem faz questão de ser o primeiro da fila, como para quem espera até o último momento para embarcar. Existe nesses casos um sentimento de “merecimento” envolvido – é o que a especialista chama de mentalidade de 1ª classe.

Ela faz uma comparação com o que classifica de instinto de manada: “Os animais confiantes são aqueles que estão na frente ou os que não podem ser incomodados e andam por aí, mesmo com o risco de serem atacados”.

Leia também:
Passageiros dizem quais os melhores aeroportos do mundo para esperar um voo

Casal fofo de ursos de pelúcia estrela comercial de Natal de aeroporto 

Sala de aeroporto da Qatar com spa, salão de jogos e cama ganha 7 estrelas


Na hora do pouso do avião, nem sempre o mais suave é o melhor
Comentários Comente

Todos a Bordo

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Não é incomum ver passageiros animados (ou aliviados) aplaudirem o comandante depois de um pouso. Ou por ter conseguido aterrissar em segurança, ou porque a manobra foi feita de forma bastante confortável, quase sem atritos na pista.

A surpresa é que nem sempre um pouso suave é um bom pouso, como escreve o piloto Jonathan Franklin no blog da companhia aérea KLM. “Uma das grandes falácias da aviação é que um pouso suave é um bom pouso. Isso nem sempre é verdade. Mesmo sendo mais confortável para os passageiros, a menos que as condições estejam perfeitas e a pista seja longa, um pouso suave pode ser algo ruim”.

Ele afirma que, em um pouso muito suave, o avião continua meio que voando, então precisa ser controlado com ainda mais atenção. Além disso, se a pista estiver molhada, o piloto também deverá fazer uma aterrissagem firme. “Por conta da velocidade do pouso, a água da pista não consegue se dispersar por baixo dos pneus em um pouso suave, e o trem de pouso vai patinar na superfície da água”.

Se a pista for bastante longa, a necessidade de aterrissar de forma mais firme será amenizada. De qualquer forma, seja o pouso suave ou mais duro, o passageiro deve saber que foi realizado de forma segura, como destaca o comandante da Gol, Leonardo Constant. “O bom pouso é o pouso seguro, feito com a manobra correta, com o toque na pista no ponto certo. A partir daí, podem ser mais macios ou mais duros, mas está dentro dos parâmetros de segurança”.

Ventos

Outro fator que interfere nas condições de pouso é a direção do vento. “Às vezes o passageiro questiona: ‘o dia está sem nuvem e o piloto teve de arremeter?’ Isso acontece por causa do vento”, diz o comandante da Gol Leonardo Constant.

O vento de proa, aquele que atinge o avião de frente, auxilia o processo de frenagem, facilitando o pouso. Neste caso, mais uma vez, o comprimento da pista também deve ser considerado porque, em uma pista curta, a frenagem do avião terá de ser mais forte.

Saiba mais: Por que os aviões mudam o sentido de pouso e decolagem nas pistas?

A internet está cheia de vídeos impressionantes de pousos em condições difíceis relacionadas ao vento, mas muitas vezes a imagem assusta mais quem está vendo do lado de fora do que o passageiro que está dentro do avião. “A imagem dos vídeos é impressionante, mas do lado de dentro a sensação é mais de uma turbulência, uma percepção de balanço”, diz Constant.

Só acaba quando termina

Outro aspecto para o qual o piloto da KLM chama a atenção é o fato de que o pouso não termina quando o avião toca o solo. “Apesar de ser raro qualquer coisa dar errado neste ponto, o avião ainda está em alta velocidade e, portanto, um pouco instável”.

“O pouso só acaba quando nós livramos a pista e iniciamos o taxiamento”, confirma Constant. Por isso, é muito importante seguir o aviso de manter os cintos afivelados até que o sinal luminoso seja desligado.

Piloto automático

O comandante Franklin diz ser mito que os pilotos utilizam o piloto automático o tempo todo. “Embora os aviões sejam capazes de pousar automaticamente, o piloto automático deve ser usado em condições de má visibilidade”.

“Mesmo quando o pouso é feito com o piloto automático, um dos pilotos ainda estará de olho nos controles, para o caso de alguma coisa indesejada acontecer. Isso garante que o pouso será finalizado com segurança”, diz.

O comandante da Gol explica que há aviões preparados para o uso do piloto automático no momento da aterrissagem, e pistas também preparadas para o uso do sistema, já que o processo também depende de instrumentos localizados no chão.

Veja como ventos fortes balançam aviões durante o pouso

Leia mais:

Por que devo colocar o assento na posição vertical em pousos e decolagens?

Por que as luzes são apagadas no pouso e decolagem dos aviões?

Contra ruído de aviões, aeroporto vai testar pousos mais íngremes

Por que hoje os voos são mais lentos do que há 40 anos?


Como uma aeromoça pode ajudar a salvar elefantes, pássaros e tartarugas?
Comentários Comente

Todos a Bordo

Video Iata combate ao tráfico de animaisUm elefante morto por causa de suas presas de marfim. Um filhote de tigre escondido entre peças de roupa em uma mala. Penas de pássaro escapando da bagagem que viaja ilegalmente pelo mundo. O que uma aeromoça ou um atendente no balcão de check-in têm a ver com isso? Eles podem ajudar a combater o tráfico de animais, segundo uma animação lançada pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

A tarefa de capturar e processar os criminosos é das autoridades de cada país. No entanto, profissionais de aviação podem ser uma fonte de informação para a polícia, como o vídeo mostra.

Estima-se que esse tipo de crime movimente pelo menos US$ 19 bilhões (quase R$ 67 bilhões) por ano. E as atividades ilícitas envolvendo animais e partes de animais têm crescido. Na África, por exemplo, Moçambique e Tanzânia perderam aproximadamente metade de sua população de elefantes nos últimos seis anos. Muitos animais são levados do continente africano por avião ou navio, tendo como principal destino o sudeste da Ásia.

Os Estados Unidos também são um grande destino do comércio ilegal de animais silvestres vindos de vários continentes. A partir da América Latina, o mais comum é o tráfico de pássaros e répteis para serem usados como animais de estimação. Geralmente, eles são transportados junto com drogas ilegais e outros produtos contrabandeados.

Imagem vídeo IATA combate ao tráfico de animaisSuspeitas

No vídeo, uma pena de pássaro indica a possível presença de um animal sendo transportado ilegalmente em um aeroporto. A pena chama a atenção de funcionários, como uma atendente do balcão de check-in e uma comissária.

Em outro trecho, um suspeito é flagrado no raio X levando ovos de um animal silvestre sob a roupa; a seguir, um passageiro viaja de forma ilegal com animais na cabine, escondidos sob as mangas do paletó. Cargas são inspecionadas e revelam o transporte dissimulado de tartarugas. Em todas as situações, o pessoal que trabalha nas várias áreas do aeroporto entra em contato com as autoridades para que a situação seja resolvida.

“O tráfico de produtos silvestres, incluindo muitas espécies icônicas e em risco, é um tema que a indústria da aviação leva muito a sério. Será necessário um esforço em equipe para combater esse comércio deplorável”, diz o diretor-geral da IATA, Alexandre de Juniac.


Leia mais: 
Com fone de ouvido e óculos, cachorro vira espantalho de aves em aeroporto
Avião tem de fazer espécie de endoscopia quando uma ave entra na turbina
Cães treinados para encontrar droga só conseguem achar comida em aeroporto