Todos A Bordo

Arquivo : viagem

Air France quer lançar empresa de baixo custo e aumentar voos no Brasil
Comentários Comente

Todos a Bordo

Air France deve criar novo companhia para concorrer com empresas do Golfo (Foto: Divulgação)

Air France deve criar nova companhia para concorrer com empresas do Golfo (Foto: Divulgação)

Por Vinícius Casagrande

Preocupada com o avanço constante das grandes companhias aéreas do Golfo, como Emirates, Etihad e Qatar, a Air France prepara uma ofensiva para estancar a perda de mercado em rotas consideradas essenciais. A empresa francesa pretende lançar até o próximo ano uma nova companhia aérea de baixo custo operacional, mas mantendo a qualidade do serviço nos padrões da Air France.

As empresas do Golfo têm causado dor de cabeça às grandes companhias aéreas de todo mundo, que alegam que os subsídios dos governos e os baixos preços do combustível nos países árabes prejudicam a concorrência.

“Esse é um projeto para manter a nossa competitividade, especialmente em relação a algumas companhias do Golfo. Temos de encontrar maneiras de ser mais competitivos”, afirmou o CEO do grupo Air France-KLM, Jean-Marc Janaillac, durante as comemorações pelos 20 anos do centro de conexões da Air France no aeroporto Charles de Gualle, em Paris.

Segundo a empresa, a nova companhia aérea deverá servir como um laboratório para diversos serviços, tecnologias e até mesmo de gerenciamento operacional. É com a nova política interna que a Air France espera reduzir seus custos para proporcionar ofertas melhores aos passageiros e recuperar mercado em rotas hoje deficitárias ou mesmo que já foram extintas pela companhia.

Apesar de o foco ser a redução dos custos operacionais, o CEO do grupo Air France-KLM afirma que o padrão do serviço ao cliente será mantido. “A ideia é proporcionar o mesmo tipo de experiência que a Air France já tem. Então, não é uma empresa com serviço de baixo custo. Será uma empresa de carreira, com as mesmas características da Air France, mas com inovações e custos mais baixos, permitindo que a gente possa competir melhor”, diz.

Chamado extraoficialmente de Boost, o projeto da nova companhia aérea vem sendo trabalhado desde o ano passado. Neste momento, o grupo negocia com os sindicatos dos pilotos como será criada a estrutura de trabalho na nova empresa. A ideia é utilizar os tripulantes que já trabalham nas empresas do grupo – Air France, KLM, Transavia e Hop.

De acordo com o CEO do grupo, somente após todos os acordos serem fechados é que outras questões serão definidas, como os aviões e rotas servidas pela nova companhia. A ideia inicial é que a empresa opere inicialmente com cerca de dez aviões. “Mas ainda não decidimos em quais cidades vamos operar. Para a criação da empresa, precisamos primeiro fechar o acordo com a união dos pilotos”, afirma Jean-Marc Janaillac. 

Aumento de voos para o Brasil

Enquanto trabalha na criação de uma nova companhia para o grupo, o CEO da Air France-KLM deu sinais de que a poderá aumentar ainda neste ano os voos da empresa para o Brasil. Com a crise econômica e política no país, a Air France cancelou o voo que fazia entre Paris e Brasília e reduziu frequências em São Paulo e no Rio de Janeiro.

“Vemos sinais de aumento do tráfego e estamos confiantes de que os brasileiros voltarão à Europa. Nossa intenção é aumentar os voos se essa tendência realmente se confirmar”, afirmou Janaillac.

Embora não faça nenhum anúncio oficial, o mais provável é que os primeiros passos sejam de retomada de dois voos diários entre Paris e São Paulo e aumento dos voos para o Rio de Janeiro. A rota entre Paris e Brasília, no entanto, não deve voltar a ser operada ainda neste ano.

O jornalista viajou a Paris a convite da Air France.

Leia também:

Apenas 13 empresas têm o maior avião do mundo em sua frota; veja quais são

Cigarro a bordo, visita a piloto, caviar no lanche: lembre voos do passado

Quer dar a volta ao mundo? Escolher a passagem certa corta gastos em 50%


Aeroporto na Escócia elimina raio X antes do embarque em voo regional
Comentários Comente

Todos a Bordo

Área de raio X em aeroporto. Na escocesa Campbeltown, o procedimento foi simplificado. Foto: Getty Images

Área de raio X em aeroporto. Na escocesa Campbeltown, o procedimento foi simplificado. Foto: iStock

Quinze passageiros embarcaram nesta semana em um voo entre Campbeltown e Glasgow, na Escócia sem passar por nenhum detector de metais. Nada de colocar a bagagem no raio X ou ter de tirar cintos, relógio e celular do bolso para passar pela segurança.

A proibição a levar armas, objetos pontiagudos e líquidos em embalagens com mais de 100ml na bagagem de mão não foi descartada, mas, para serem liberados, os passageiros tiveram apenas de dizer que não estavam levando nenhum item proibido.

Além da cidade de Campbeltown, os aeroportos das ilhas escocesas Barra e Tiree também adotam o procedimento. Os três são operados pela Hial – Highlands and Islands Airports Ltd.

A companhia aérea regional escocesa Loganair, ao informar seus clientes sobre as mudanças, afirmou que elas tornarão a viagem “mais conveniente para a grande maioria dos passageiros que voam para Glasgow”.

Ao jornal “The Independent”, do Reino Unido, ele afirmou que nos voos curtos regionais realizados na Escócia, “todo mundo se conhece muito bem”. Segundo ele, a maioria das pessoas usa esses voos como se fosse um serviço de ônibus local.

Segurança

Quem for fazer uma conexão no aeroporto de Glasgow terá de passar pelos procedimentos de segurança normalmente adotados pelos aeroportos do mundo todo, desde o momento do check-in, antes de seguir viagem.

A eliminação das barreiras de segurança não agradou a todos. Para o sindicato dos trabalhadores do aeroporto regional, o processo facilita a ocorrência de ataques terroristas. O representante da associação, David Avery, afirmou ainda que os aviões, mesmo sendo de pequeno porte, sobrevoam áreas urbanas e depósitos de petróleo.

Avery disse à rede britânica BBC que o atual sistema de segurança foi adotado há mais de dez anos e tem sido bem-sucedido. Mesmo assim, os profissionais de segurança encontram regularmente passageiros levando itens proibidos.

A empresa Hial afirma que a implantação do procedimento simplificado foi aprovada pelas autoridades e que a segurança continua sendo uma prioridade.

Ao “Independent”, o especialista em segurança da aviação Philip Baum disse que o procedimento de segurança “rotineiro e previsível é inimigo da segurança eficaz”. “A segurança não precisa ser feita através de sistemas de raio X. Que lugar melhor para realizar análise comportamental do que em uma comunidade onde os viajantes são conhecidos e onde o comportamento é fácil de ser identificado?”.

O especialista diz que nada impede que medidas adicionais sejam implementadas quando for necessário.

Leia também:
Pistas de Guarulhos são alargadas para voos diários do maior avião do mundo
Sala vip em aeroporto de Londres vence pesquisa com quarto, chuveiro e spa
Aeroportos na China têm fila cor de rosa só para mulheres na área do raio-X


Pistas de Guarulhos são alargadas para voos diários do maior avião do mundo
Comentários Comente

Todos a Bordo

Voos diários da Emirates com o Airbus A380 começam em 26 de março (Foto: Divulgação)

Voos diários da Emirates com o Airbus A380 começam em 26 de março (Foto: Divulgação)

Por Vinícius Casagrande

O início das operações do gigante Airbus A380, o maior avião de passageiros do mundo, deve mudar a rotina do aeroporto de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, a partir do dia 26 de março.

A companhia aérea Emirates vai operar com o A380 na rota entre Dubai e São Paulo em substituição ao modelo Boeing 777. A troca do modelo do avião utilizado vai aumentar a capacidade do voo dos atuais 354 passageiros para 491 passageiros.

O aumento implica ampliar a estrutura para os procedimentos de imigração dos passageiros, entrega das bagagens e fiscalização da Receita Federal, já que mais passageiros estarão chegando ao mesmo tempo.

O impacto só não deve ser maior em virtude do horário dos voos. O A380 chega às 16h30 e decola à 1h25, períodos normalmente de menor movimento no aeroporto.

Área destina ao processo de imigração dos passageiros (Foto: Lucas Lima/UOL)

Área destina ao processo de imigração dos passageiros (Foto: Lucas Lima/UOL)

O diretor de operações do aeroporto de Guarulhos, comandante Miguel Dau, garante o aeroporto está preparado para receber diariamente o maior avião de passageiros do mundo. Segundo ele, os maiores desafios não estão relacionados à quantidade de passageiros, mas sim ao tamanho físico do avião.

“A maior dificuldade é em relação aos espaços de manobra e para as curvas, principalmente em virtude dos motores externos”, afirma. O A380 tem 72,7 metros de comprimento e 79,8 metros de envergadura (distância entre as pontas das asas).

Para que a operação do avião fosse viabilizada, as pistas de pouso e decolagem e de taxiamento tiveram de ser alargadas em 15 metros, passando de 45 metros para 60 metros de largura.

Com as pistas mais estreitas, havia o risco de que os motores mais próximos às pontas das asas passassem sobre a área gramada, com o perigo de que detritos pudessem ser sugados para dentro dos motores. Com a nova largura, os motores ficam dentro da área pavimentada.

Embarque e desembarque será feito pelo portão 605 (Foto: Lucas Lima/UOL)

Embarque e desembarque será feito pelo portão 605 (Foto: Lucas Lima/UOL)

Mudança na rotina de pouso

O aeroporto de Guarulhos conta com duas pistas. Nas operações normais, a menor delas, com 3.000 metros de comprimento, é utilizada para os pousos, enquanto a maior, com 3.700 metros, é destinada às decolagens. Essa separação agiliza o fluxo do tráfego aéreo.

Para receber o A380, apenas a pista maior foi alargada e está apta para receber o avião. Com isso, na hora do pouso, o avião vai utilizar a pista normalmente dedicada às decolagens. Como trata-se de apenas um voo, a mudança não deve gerar nenhum impacto ao fluxo do tráfego aéreo, segundo o comandante Miguel Dau.

Serão utilizados dois túneis para o embarque dos passageiros (Foto: Lucas Lima/UOL)

Serão utilizados dois túneis para o embarque dos passageiros (Foto: Lucas Lima/UOL)

Embarque e desembarque

O A380 também terá um portão de embarque fixo e até mesmo uma esteira da bagagem dedicada ao voo. Após o pouso, o avião será direcionado para o portão 605, localizado em uma das extremidades do terminal 3 do aeroporto.

Dois fingers (túneis de passagem dos passageiros) deverão ser utilizados para o embarque e desembarque. O acesso, no entanto, deverá ser feito somente pelo piso inferior do avião. Um finger deve ser aclopado na porta dianteira, próxima ao nariz do avião, e segunda na porta do meio, perto da asa.

A expectativa é que o processo de desembarque demore entre 35 e 40 minutos (tempo para que o último dos 491 passageiros deixe o avião). Com o Boeing 777 utilizado atualmente, o tempo médio do desembarque é de 25 a 30 minutos.

Depois de realizarem os procedimentos de imigração, os passageiros deverão retirar as bagagens na última esteira, localizada no final da sala. Ela é a maior do aeroporto, com capacidade para mil malas por hora. Como cada passageiro ainda tem direito a despachar até duas malas, caso o voo esteja lotado e todos levem duas bagagens, seriam 982 malas por voo.

No entanto, com as novas regras da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) que acabam com a franquia obrigatória para passagens vendidas a partir de 14 de março, esse número deve cair ao longo do ano.

Maior esteira de Guarulhos tem capacidade para mil malas por hora (Foto: Lucas Lima/UOL)

Maior esteira de Guarulhos tem capacidade para mil malas por hora (Foto: Lucas Lima/UOL)

Preparação do avião

O A380 deverá ficar no aeroporto de Guarulhos durante quase nove horas. Durante esse tempo, será preparado para um novo voo, com reabastecimento de combustível, limpeza da área de passageiros, retirada de esgoto, reposição de comidas e bebidas e eventuais manutenções necessárias.

Segundo a Emirates, cerca de 70 a 80 pessoas deverão trabalhar diariamente para deixar tudo em ordem para um novo voo. Somente para o carregamento das bagagens, por exemplo, serão utilizados oito tratores. Um A380 tem capacidade para até 320 mil litros de combustível.

Durante todo o trabalho em terra, o avião não deve ficar estacionado no portão de embarque. Após o desembarque dos passageiros, bagagens e demais cargas, o avião é deslocado para uma área reservada para esse serviço. O local, no entanto, fica próximo ao terminal 3 e deve virar uma atração para os passageiros que forem embarcar em outros voo.

Centro de controle do aeroporto de Guarulhos (Foto: Lucas Lima/UOL)

Centro de controle do aeroporto de Guarulhos (Foto: Lucas Lima/UOL)

Ganhos econômicos para o aeroporto

A presença do gigante A380 em Guarulhos promete trazer muitos benefícios financeiros para a concessionária que administra atualmente o aeroporto. O ponto mais óbvio está no aumento da capacidade do voo, que gera ganhos nas taxas de embarque dos passageiros, gastos nas lojas e aumento na tarifa de pouso. Enquanto, o Boeing 777-300 tem uma taxa de pouso de cerca de R$ 8.000, o A380 tem de pagar R$ 13 mil a cada aterrissagem.

Para o gerente de negócios aéreos do aeroporto, João Pedro Pita, o mais importante, no entanto, é a visibilidade que a operação do A380 gera para Guarulhos. “A importância é muito mais ampla e envolve todo o negócio”, diz.

Pita cita como exemplos o aumento do número de passageiros de conexão em viagens para a Ásia. Apenas 25% dos passageiros têm como destino final a cidade de Dubai. Japão e China são alguns dos principais destinos, com destaque para as cidades de Shangai (7%), Tóquio (7%), Osaka (6%) e Hong Kong (6%).

A administradora de Guarulhos tinha a expectativa de que o A380 começasse as operações no Brasil já no ano passado. No entanto, a crise econômica fez com que a Emirates revisse seus planos. A partir de agora, a expectativa é para que outras companhias coloquem o gigante em operação nas rotas para São Paulo.

Leia também:

Quer voar no gigante A380, que terá voos diários de SP? Veja rotas e preços

Avião gigante com 1ª classe de US$ 17.000 faz voo único para São Paulo

Maior avião de passageiros do mundo pousa no Rio para buscar atletas

Veja como é voar no A380 da companhia aérea Emirates


Você pode escolher a pintura de um Boeing 777 para as Olimpíadas de Tóquio
Comentários Comente

Todos a Bordo

Boeing 777 da ANA será pintado com desenho escolhido pelo público (Fotos: Divulgação)

Boeing 777 da ANA será pintado com desenho escolhido pelo público (Fotos: Divulgação)

Patrocinadora oficial das Olimpíadas de Tóquio, a companhia aérea japonesa ANA (All Nippon Airways) vai pintar um Boeing 777 com desenhos alusivos aos Jogos Olímpicos que serão realizados no país em 2020.

A empresa recebeu sugestões de vário artistas e escolheu os cinco melhores. Agora, pessoas do mundo inteiro podem votar em um dos cinco finalistas pelo site https://ana-2020contest.jp/en/.

A votação vai até 19 de fevereiro e o desenho vencedor deve ser anunciado entre o final de março e começo de abril. A empresa não divulgou, ainda, quando o avião deve ser, de fato, pintado.

Além de ter o desenho estampado em um Boeing 777 da companhia, o artista que vencer a disputa ainda vai ganhar uma passagem de ida e volta para qualquer destino da companhia aérea japonesa. Os demais finalistas ganharão outros souvenirs da empresa.

O avião com pintura comemorativa às Olimpíadas de Tóquio, no entanto, não deve ser visto em solo brasileiro, já que a companhia aérea japonesa não tem voos para o país.

ANA04 ANA05 ANA01 ANA02 ANA03

Pintura no Airbus A380

A ANA também lançou, no final do ano passado, um outro concurso para a pintura dos novos aviões Airbus A380 que passarão a fazer parte da frota a partir de 2019. Os aviões serão usados na rota entre Tóquio e Honolulu, no Estado americano do Havaí.

As inscrições para o envio dos desenhos já foram encerradas, mas a companhia aérea ainda não divulgou os desenhos finalistas. Nesse concurso, o artista vencedor ganhará uma passagem de ida e volta entre Tóquio e Honolulu.

Leia também:

Empresas aéreas vão pintar seus aviões com desenhos feitos pelo público

Por que quase todos os aviões são brancos?

Para ter sorte, pilotos desenhavam de pin-up a tubarão em aviões de guerra


Quer voar no gigante A380, que terá voos diários de SP? Veja rotas e preços
Comentários Comente

Todos a Bordo

A Emirates anunciou nesta semana que vai substituir sua frota de Boeings 777-300ER pelo maior avião de passageiros do mundo, o A380, da Airbus, na rota entre o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, e Dubai, nos Emirados Árabes.

O avião tem dois andares e capacidade para 491 passageiros.

O novo avião passará a fazer o trecho diariamente a partir de 26 de março. O voo EK261 chega a São Paulo vindo de Dubai às 16h30. O EK262 parte de São Paulo a 1h25 com destino aos Emirados Árabes. Será o primeiro voo comercial regular do A380 para a América do Sul.

A Emirates foi eleita a melhor companhia aérea do mundo em 2016 pelo “Oscar” da aviação (Skytrax World Airlines Awards).

Não é só Dubai

As reservas feitas pelo site da companhia aérea em português para datas posteriores a 26 de março já indicam o A380 como modelo usado na rota entre os aeroportos de Guarulhos e Dubai.

Mas Dubai não é o único destino para o qual o passageiro poderá ir com o A380. O avião é usado em mais de 40 rotas, muitas delas na Ásia – incluindo o aeroporto de Narita, perto de Tóquio, que voltará a ser atendido pelo A380 no final de março.

É possível viajar para lugares tão diversos quanto Bancoc, na Tailândia, Pequim, na China, ou Sydney, na Austrália, a bordo do gigante da Airbus – sempre com parada em Dubai.

Saindo de outras cidades brasileiras

Para quem está longe de Guarulhos, é possível comprar passagens da Emirates saindo de outras cidades brasileiras, mas com conexão no aeroporto paulista e, assim, voar no A380.

O trecho doméstico até a chegada no aeroporto paulista será operado em outros aviões, de companhias aéreas parceiras.

Na hora da compra, é preciso ficar atento se a parada é mesmo em Guarulhos, pois há muitos voos da Emirates para o aeroporto do Galeão, no Rio. Nesses casos, o avião usado até Dubai não será o A380, mas sim o 777 da Boeing.

Primeira classe, executiva e econômica

A configuração do A380 que voará entre São Paulo e Dubai tem um total de 491 assentos, sendo 14 suítes da primeira classe, 76 lugares na classe executiva e 401 poltronas na econômica.

O avião chama a atenção pelo tamanho e também pelas comodidades oferecidas para quem viaja na primeira classe, como o spa com chuveiro, ou o lounge com bar localizado no segundo andar do Airbus, que pode ser aproveitado por passageiros da primeira classe e da executiva.

Os bilhetes da primeira classe e da executiva também dão acesso ao serviço de transfer com motorista e aos lounges da companhia nos aeroportos (em Guarulhos, o acesso é ao espaço VIP do aeroporto).

Quanto custa?

Até o próximo domingo (22), passagens nas classes econômica e executiva para vários destinos, com saída de São Paulo e do Rio de Janeiro, estão em oferta.

Veja abaixo alguns exemplos de preços de passagens (com taxas inclusas) para voar no A380*:

Voo direto entre Guarulhos e Dubai, com ida em 27 de março e volta em 31 de março:
Econômica – menor tarifa encontrada R$ 4.441
Executiva – preço mais baixo R$ 16.992
Primeira classe – tarifa mais baixa R$ 57.261

Voo entre Guarulhos e Pequim, na China, com ida em 27 de março e volta em 10 de abril, com parada em Dubai:
Classe econômica – preço mais baixo encontrado R$ 3.338
Executiva: preço mais baixo encontrado R$ 15.100
Primeira classe – menor tarifa R$ 54.091

Voo entre Guarulhos e Bancoc, na Tailândia, com ida em 27 de abril e volta em 5 de maio, com parada em Dubai:
Classe econômica – o preço mais baixo encontrado foi de R$ 3.144
Executiva – menor entre as tarifas disponíveis R$ 12.078
Primeira classe – tarifa mais baixa R$ 51.378

Voo entre Brasília (DF)** e Sydney***, na Austrália, com ida em 1 de abril e volta em 17 de abril, com paradas em Guarulhos e Dubai:
Classe econômica – menor tarifa encontrada R$ 5.772
Executiva – menor preço encontrado R$ 23.507
Primeira classe – preço mais baixo R$ 41.002

* A pesquisa aleatória foi feita pelo blog no site da Emirates nestas terça (17) e quarta-feira (18). Os preços e a disponibilidade estão sujeitos a alterações.

** O trecho entre Brasília e Guarulhos não é feito no A380, mas sim num avião de uma companhia aérea parceira da Emirates, como Gol, Latam, Avianca.

*** O trecho entre Dubai e Sydney tem voos operados pela Qantas Airways, também em um A380.

Atenção para o visto

Brasileiros precisam de visto para viajar pelos Emirados Árabes Unidos. Quem visitar Dubai ou fizer uma parada por lá voando com a Emirates pode solicitar o visto pelo site da companhia aérea, depois de reservar a passagem.

A página da embaixada dos Emirados Árabes Unidos traz informações sobre vistos de trânsito. O site afirma que “passageiros em trânsito no Aeroporto Internacional de Dubai por no mínimo 8 horas e dentro de certas condições são elegíveis ao visto de trânsito válido por 96 horas dentro do país”.

Entre as condições informadas estão passaporte válido por no mínimo 6 meses, estar em trânsito para um terceiro destino com passagens aéreas já confirmadas, comprovante de estada em hotel confirmada no país. O site indica a possibilidade de quem viaja pela Emirates solicitar o visto à companhia aérea.

Há também outras formas de solicitar a autorização, como diretamente no aeroporto. Mais informações podem ser obtidas com a representação dos Emirados Árabes no Brasil ou com a companhia aérea.

Correção: foi acrescentada a informação sobre a parada de 8 horas no aeroporto de Dubai para solicitação de visto de trânsito. A palavra escala foi retirada, devido à necessidade de mudar de avião.

Leia também:
Maior avião de passageiros do mundo pousa no Rio para buscar atletas

Avião gigante com 1a classe de US$ 17.000 faz voo único para São Paulo
Você tem ideia de quanto custa um avião de linhas comerciais normais?


Quer dar a volta ao mundo? Escolher a passagem certa corta gastos em 50%
Comentários Comente

Todos a Bordo

Alianças globais de companhias aéreas oferecem bilhetes de volta ao mundo (Foto: divulgação)

Alianças globais de companhias aéreas oferecem bilhetes de volta ao mundo (Foto: divulgação)

Por Vinícius Casagrande

A forma mais prática para comprar passagens de volta ao mundo são os bilhetes oferecidos pelas três alianças globais de companhias aéreas, OneWorld, Star Alliance e SkyTeam. Apesar da praticidade de planejamento oferecida pelas alianças, a compra individual pode sair bem mais econômica, chegando a custar até 50% a menos.

Para que uma viagem de volta ao mundo dê certo, é preciso, antes de mais nada, muito planejamento. O primeiro passo é definir qual o roteiro que se pretende seguir, a época do ano na qual vai visitar cada continente e a duração da viagem.

Com o roteiro na cabeça, o próximo passo é a compra efetiva das passagens aéreas. Boa parte dos turistas que decide dar uma volta no planeta opta pelo bilhete de volta ao mundo das alianças globais de companhias aéreas, chamado RTW (Round The World).

Com ele, é possível dar a volta ao mundo utilizando as companhias aéreas que fazem parte da mesma aliança. Entre as brasileiras, a Latam faz parte da OneWorld enquanto a Avianca é membro da Star Alliance.

No entanto, o passageiro não tem total liberdade na definição do roteiro. Algumas regras básicas das três alianças são as seguintes:

  • A volta ao mundo deve durar entre dez e 365 dias.
  • A viagem deve contemplar, pelo menos, três continentes.
  • Podem ser utilizados, no máximo, 16 trechos.
  • Caso não haja voo direto e seja necessária uma conexão, são considerados dois trechos.
  • O passageiro pode optar por pegar um voo de uma cidade diferente da qual desembarcou. O deslocamento terrestre, no entanto, conta como um trecho a ser descontado dos 16 possíveis. Apesar disso, o trecho terrestre deve ser pago pelo próprio passageiro.
  • Os voos devem ser realizados em um único sentido ao redor do mundo: leste-oeste ou oeste-leste.
  • A regra acima é válida somente nas viagens intercontinentais. Dentro do mesmo continente, é possível fazer um zigue-zague.
  • O passageiro só pode cruzar os oceanos Atlântico e Pacífico uma única vez.
  • A viagem deve começar e terminar no mesmo país.

Quanto custa?

O preço da passagem de volta ao mundo pode ser definido pelo número de trechos voados, continentes visitados ou pela distância percorrida. O passageiro pode definir o seu roteiro, escolher os voos e verificar o preço nos sites das três alianças de companhias aéreas. Os bilhetes de volta ao mundo podem variar de R$ 11,5 mil a R$ 20,5 mil.

O Todos a Bordo simulou três opções de roteiro para uma viagem de volta ao mundo, alterando a quantidade de paradas e cidades diferentes em cada opção. Apesar da facilidade oferecida pelas alianças globais no planejamento da viagem, nos três casos pesquisados pelo blog a compra individual das passagens ficou, em média, 50% mais barata. O blog utilizou o sistema Google Flights para fazer a pesquisa.

Apesar de mais econômica, a compra individual pode ter também algumas desvantagens. Ao voar por somente companhias aéreas de uma única aliança, o passageiro ganha muitas milhas, que podem resultar em outros benefícios, como a troca por bilhetes grátis para outras viagens. Além disso, em caso de problemas, o sistema de suporte é facilitado.

Nas passagens individuais, as restrições para troca de itinerário ou de datas podem ser mais rígidas. Alguns dos voos pesquisados seriam realizados em companhias low-cost (baixo-custo), que oferecem menos conforto, normalmente não permitem remarcações e podem cobrar taxas extras por diversos serviços.

Cada roteiro terá preços diferentes. Além disso, as datas das viagens em cada trecho também podem influenciar no valor. O único jeito de garantir o melhor preço é pesquisar em todos os meios possíveis antes de efetivar a compra.

Veja algumas simulações feitas pelo Todos a Bordo:

São Paulo – Madrid – Hong Kong – Dallas – São Paulo

Datas pesquisadas para cada trecho da viagem: 11/4 – 16/5 – 21/6 – 15/8

  • OneWorld: R$ 13.578
  • Star Alliance: R$11.596
  • SkyTeam: R$ 12.972
  • Google Flights (passagens individuais): R$ 6.840

São Paulo – Paris – Moscou – Tóquio – Sydney – Los Angeles – São Paulo

Datas pesquisadas para cada trecho da viagem: 11/4 – 13/6 – 29/6 – 8/8 – 27/9 – 17/10

  • OneWorld: R$ 16.210
  • Star Alliance: R$ 16.547
  • SkyTeam: R$ 17.651
  • Google Flights (passagens individuais): R$ 8.469

São Paulo – Miami – Nova York – Los Angeles – Tóquio – Pequim – Sydney – Moscou – Paris – São Paulo

Datas pesquisadas para cada trecho da viagem: 11/4 – 2/5 – 30/5 – 13/6 – 1/8 – 22/8 – 6/9 – 26/9 – 24/10

  • OneWorld: R$ 16.465
  • Star Alliance: R$ 19.369
  • SkyTeam: R$ 20.5190
  • Google Flights (passagens individuais): R$ 9.249

Leia também:

Luxo em aviões inclui cama de casal, banco de couro e banheiro privativo

Até dor de ouvido e sinusite devem ser informadas antes de viajar de avião

Chateado com cobrança de mala? Aéreas de fora taxam até check-in presencial


Projetos preveem aviões com bancos aquecidos e filmes com realidade virtual
Comentários Comente

Todos a Bordo

Óculos de realidade virtual. Foto: Divulgação/SkyLights

Óculos de realidade virtual. Foto: Divulgação/SkyLights

Bancos com regulagem de temperatura, casulos para dormir, filmes com tecnologia de realidade virtual e raio X três vezes mais rápido. Estas são algumas inovações previstas para aviões e aeroportos que estão sendo desenvolvidas, segundo levantamento da revista Wired e da rede de TV CNN, ambas dos Estados Unidos. Veja a seguir uma seleção dessas propostas:

Assentos

Bancos com regulagem de temperatura são comuns em carros. E agora estão mais perto de se tornar uma realidade nos aviões. Jatinhos particulares são a primeira vitrine desse tipo de produto, que pode chegar também aos aviões comerciais – empresas de tecnologia para interiores de avião trabalham com a expectativa de que sejam adotados dentro de 3 a 5 anos.

Também há quem aposte em uma poltrona semelhante às que são usadas em cinemas para a classe econômica dos aviões. Isso significa que os assentos desocupados poderiam ser levantados, facilitando a movimentação dos passageiros.

Um assento flexível, que se adapta às várias posições em que o passageiro fica durante o voo, também está em estudo. A poltrona, poderá ajustar-se à forma do corpo da pessoa quando ela busca uma posição mais confortável, para assistir a um filme, por exemplo.

Espaços individuais

Poltronas desenhadas para a classe premium (aquela intermediária entre a econômica e a executiva) por uma empresa britânica permitem configurações específicas para cada tipo de cliente, transformando-se em cabines individuais, duplas ou até mesmo com banheiro, feitas em cores, materiais e com acabamentos diferentes.

E que tal dormir a bordo em casulos individuais, com luz, som e temperatura ajustáveis? Essa ideia está em desenvolvimento, para atender especialmente aquele passageiro que não gosta muito de interagir com vizinhos de assento durante o voo.

Poltronas em forma de casulo, chamada Air Lair. Foto: Divulgação/Factory Design

Poltronas em forma de casulo, chamada Air Lair. Foto: Divulgação/Factory Design

Realidade virtual

Se a conexão wi-fi está cada vez mais perto de se tornar um item generalizado nos voos, o desafio das empresas agora é buscar ferramentas para um público que terá mais opções de entretenimento.

Equipamentos de realidade virtual podem ser uma resposta para esta busca. Uma empresa desenvolveu um sistema para a companhia aérea XL Airways, da França. Por US$ 16 (cerca de R$ 52), os passageiros podem alugar um aparelho com filmes em 3D.

Outras companhias aéreas fizeram testes com óculos de realidade virtual como uma alternativa de entretenimento para seus clientes, como a Transavia, uma subsidiária da Air France/KLM, e a australiana Qantas.

Além de assistir a filmes, também é possível fazer uma visita virtual à cabine de comando do avião ou às cidades atendidas pelas rotas da companhia. A tecnologia também pode ajudar a acalmar pessoas que têm medo de voar, além de ser vista como mais uma fonte de recursos para a empresa.

Aeroportos

Uma equipe da Universidade Northeastern, dos Estados Unidos, trabalha em um sistema de raio X que usa tecnologia semelhante à do scanner utilizado atualmente em aeroportos americanos, só que muito mais rápida.

O sistema permite verificar até 300 pessoas por hora – a média atual é de 100 passageiros por hora. O objetivo é que não seja necessário retirar nenhum objeto da bagagem de mão, apenas passar pelo detector de metais para ser escaneado em tempo real.

Pesquisadores também querem usar informações biométricas dos passageiros no lugar de documentos e cartões de embarque, com o objetivo de acelerar os procedimentos nos aeroportos.

Leia também
O aeroporto do futuro terá pista de pouso em passarelas no meio da cidade?
Avião do futuro tem cabine transparente e TVs em holograma
Projeto de assento do futuro tem aquecimento no pé e TV de 24”

Boeing desenvolve toalete autolimpante para aviões


Sala VIP de aeroporto em Londres vence pesquisa com quarto, chuveiro e spa
Comentários Comente

Todos a Bordo

Espaço VIP no aeroporto de Heathrow tem quartos privativos (plaza-network.com)

Espaço VIP no aeroporto de Heathrow tem quartos com chuveiro. Foto: plaza-network.com

Uma sala de 8.100 m2, com quartos privativos, banheiros com chuveiros e um spa para os viajantes. O Plaza Premium Lounge, localizado no terminal 2 do aeroporto de Heathrow, em Londres, na Inglaterra, foi o vencedor de uma pesquisa sobre as melhores salas VIPs em aeroportos do mundo todo.

O levantamento foi feito a partir das notas dadas por aproximadamente 60 mil associados do Priority Pass, programa que dá acesso a mais de 1.000 salas exclusivas em aeroportos de mais de 500 cidades. Esta é a 12ª edição do prêmio.

O espaço no aeroporto londrino venceu na categoria geral, Europa e também foi o primeiro colocado no quesito que avalia a qualidade dos alimentos e bebidas servidos no local.

Entre as salas privativas da região da América Latina e Caribe, o primeiro lugar ficou com o Vip Lounge da parte leste do aeroporto de Guadalajara, no México. O espaço chamado Aeroportos Vip Club, no aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, foi apontado como “bastante elogiado”.

Na América do Norte, o campeão foi a sala The Club, no aeroporto internacional Mineta San Jose, na região do Vale do Silício, na Califórnia.  Na Ásia, o espaço vip da Asiana Airlines, no aeroporto internacional de Incheon, em Seul, na Coreia do Sul.

Entre as salas vip da África e Oriente Médio, o primeiro lugar ficou com o Petra Lounge, no aeroporto internacional Rainha Alia, em Amã, na Jordânia.

A pesquisa também indicou o espaço com as melhores instalações para negócios, o Preludium, no aeroporto de Varsóvia, na Polônia, e o que tem a equipe mais atenciosa, o Alaska Lounge, no aeroporto de Seattle Tacoma, no estado americano de Washington.

Leia também:
Sala de aeroporto da Qatar com spa, salão de jogos e cama ganha 7 estrelas

Casal fofo de ursos de pelúcia estrela comercial de Natal de aeroporto

Sala vip de aeroporto tem vinho e manicure, e custa até R$ 800 por visita


Onde há mais passageiros de avião no mundo? EUA, Europa, Coreia ou Vietnã?
Comentários Comente

Todos a Bordo

Jeju, na Coreia do Sul. Ligação com Seoul é a mais movimentada do mundo (Foto: Maristela do Valle/UOL)

Jeju, na Coreia do Sul, atrai turista por conta de suas belezas (Foto: Maristela do Valle/UOL)

Os Estados Unidos e a Europa concentram os maiores mercados da aviação comercial no mundo. Com isso, seria natural imaginar que as rotas mais congestionadas seriam as que ligassem cidades norte-americanas ou europeias. A realidade, no entanto, é bem diferente disso.

Um estudo da empresa de análise de aviação OAG, do Reino Unido, coloca no topo da lista uma cidade que a maioria das pessoas nunca sequer ouviu falar. A rota entre Jeju e Seoul, ambas na Coreia do Sul, conta com o maior fluxo de passageiros no mundo.

Por ano, as viagens de avião de Jeju a Seoul levam mais de 6,5 milhões de passageiros. A rota chega a ter mais de cem voos em um único dia, apenas em um sentido. Embora desconhecida no ocidente, a ilha de Jeju é um dos principais destinos para casais em lua-de-mel e amantes da natureza na Ásia.

Os voos ligando cidades europeias e norte-americanas não entram nem mesmo entre as dez maiores em relação ao número de passageiros por ano. Das dez rotas mais movimentadas do mundo, nove estão presentes na Ásia. Completa a lista um voo entre as cidades de Melbourne e Sydney, na Austrália.

Tóquio é a cidade que concentra as rotas mais congestionadas do mundo. Três rotas ligando a capital japonesa estão entre as dez mais movimentadas. Os maiores fluxos são de Tóquio a Sapporo, Fukuoka e Okinawa.

A lista guarda ainda outras surpresas. Na sétima colocação, está a ligação entre duas cidades vietnamitas: Ho Chi Minh e Hanói. Já em nono lugar, aparece a rota entre Surabaia e Jacarta, ambas na Indonésia.

A ponte aérea Rio-São Paulo ocupava no ano passado a décima colocação. Com a crise e a redução de voos de todas as companhias brasileiras, no entanto, a rota saiu da lista. A OAG divulga apenas o ranking das dez maiores.

As dez rotas mais movimentadas

1) De Jeju a Seoul, na Coreia do Sul (6.561.314 passageiros)

2) Sapporo a Tóquio, no Japão (6.209.366 passageiros)

3) Fukuoka a Tóquio, no Japão (5.961.277 passageiros)

4) Melbourne a Sydney, na Austrália (5.067.167 passageiros)

5) Taipei a Hong Kong, na China (4.146.547 passageiros)

6) Nova Déli a Mumbai, na Índia (4.143.639 passageiros)

7) Ho Chi Minh a Hanói, no Vietnã (4.141.322 passageiros)

8) Pequim a Xangai, na China (3.962.081 passageiros)

9) Surabaia a Jacarta, na Indonésia (3.849.866 passageiros)

10) Tóquio a Okinawa, no Japão (3.784.546 passageiros)

Leia também:

Os novos aviões e helicópteros que voaram pela primeira vez em 2016

Congonhas é o aeroporto com mais conexões de voos da A. Latina, diz ranking

Praias, rios, florestas e neve; pilotos escolhem aeroportos mais bonitos


Vestido de Papai Noel, robô canta e dança com passageiros em aeroporto
Comentários Comente

Todos a Bordo

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Um robô com pouco mais de 1,20m de altura, vestido com roupa de Papai Noel, está ajudando os passageiros a passarem o tempo no aeroporto de Glasgow, na Escócia, neste período de Natal.

O robô, que ganhou o nome de GLAdys, seguindo as letras do código internacional do aeroporto, está programado para dançar ao som de canções natalinas e também narrar contos de Natal.

GLAdys também tem uma câmara para que os passageiros possam tirar selfies e enviá-las por e-mail ou compartilhá-las em redes sociais.

O equipamento faz parte de um projeto do aeroporto para melhorar a interação com os clientes por meio da tecnologia. Os planos são de, no futuro, usar o robô não apenas para entreter os passageiros, mas também para oferecer serviços e informações, por exemplo sobre localização de lojas e detalhes sobre voos.

A menina Chloe Fortune, de 8 anos, tirou uma selfie antes de viajar (Foto: Divulgação)

A menina Chloe Fortune, de 8 anos, tirou uma selfie antes de viajar (Foto: Divulgação)

Outros aeroportos estão seguindo esta tendência. Robôs já foram ou estão sendo usados em aeroportos no Japão, no Canadá, nos Estados Unidos, na Holanda, na Suíça (veja vídeo abaixo). Na China, os equipamentos são usados para fazer a segurança.

Veja também:
Casal fofo de ursos de pelúcia estrela comercial de Natal de aeroporto

Praias, rios, florestas e neve; pilotos escolhem aeroportos mais bonitos