Todos A Bordo

Arquivo : incidentes aéreos

Aviões batem no aeroporto de Istambul e Airbus A321 perde a cauda; assista
Comentários Comente

Todos a Bordo

Dois aviões bateram na pista do aeroporto de Istambul (Turquia) enquanto taxiavam no domingo (13). A ponta da asa do A330 da companhia aérea Asiana Airlines acertou em cheio a cauda do A321 da Turkish Airlines, que teve o estabilizador vertical arrancado com a força do impacto. Não houve feridos.

O acidente ocorreu quando o Airbus A330 da Asiana se preparava para a decolagem, enquanto o Airbus A321 da Turkish Airlines, que acabara de pousar, aguardava autorização para se aproximar do portão de embarque.

O A321 da Turkish Airlines entrou na área de estacionamento, mas parou ainda longe do portão de embarque. Com isso, a cauda do avião ficou muito próxima à pista de taxiamento. Nesse momento, o A330 da Asiana se dirigia para a cabeceira da pista de decolagem.

Leia também:

Presidente da Embraer diz que novo incidente não deve atrasar avião militar
Uber quer voos mais baratos que viagens de carro, mas há muitos desafios
Como uma janela de avião se quebra e o que acontece depois disso?

Com danos no bordo de ataque (parte da frente) da asa, o voo da Asiana com a A330 que seguiria para Seul (Coreia do Sul) foi cancelado. Segundo o jornal “The Korean Times”, todos os 222 passageiros a bordo foram acomodados em um hotel de Istambul. A companhia aérea teve de enviar um novo avião para completar a viagem no dia seguinte.

Ninguém ficou ferido com a colisão entre os dois aviões. O A321 da Turkish, no entanto, teria tido um princípio de incêndio, o que teria sido rapidamente controlado pelos bombeiros do aeroporto turco.

Os motivos da colisão entre os dois aviões estão sendo investigados pelas autoridades de aviação da Turquia. Segundo o jornal “The Korean Times”, o ministério de transporte da Coreia do Sul também deve enviar investigadores à Turquia para acompanhar o caso.

Leia também:

Acompanhamos a entrega de um avião 0 km da Embraer até a Holanda
Por que aviões sofrem turbulência de repente e mesmo com céu claro?
Brasileiro fará rali aéreo de 42 dias, da Argentina aos EUA, em avião de 38

Como é o teste de um avião novo, que inclui até queda de barriga


Avião perde parte do motor em pleno voo nos EUA e consegue pousar; assista
Comentários Comente

Todos a Bordo

Um Boeing 777 da companhia aérea United Airlines perdeu parte da carenagem do motor direito quando sobrevoava o Oceano Pacífico rumo a Honolulu, no Havaí (EUA), na terça-feira (13), mas conseguiu pousar em segurança. O avião havia decolado de San Francisco, no Estado da Califórnia. O incidente aconteceu cerca de meia hora antes do pouso.

Segundo a rede de TV CNN, o voo 1175 da United Airlines levava 363 passageiros e dez tripulantes. Ninguém ficou ferido com o incidente.

Diversos passageiros que estavam a bordo do avião compartilharam fotos e vídeos do motor do avião sem a carenagem. “O voo mais assustador da minha vida”, escreveu no Twitter a consultora de marketing Maria Falaschi.

Leia também:

Jato da Embraer é o único a pousar na ilha de Napoleão com vento de 90 km/h

Jatinho mais barato do mundo tem só um motor e paraquedas de emergência

Jatos comerciais têm motor escondido na traseira. Sabe para que ele serve?

Segundo relatos dos passageiros, foi possível ouvir um forte barulho e sentir o avião balançar no ar quando a carenagem se soltou do motor. “Parecia que estávamos em uma montanha-russa saindo dos trilhos”, afirmou Haley Ebert ao jornal “The New York Times”.

Após o incidente, os pilotos solicitaram um pouso de emergência no aeroporto de Honolulu. “Nossos pilotos seguiram todos os protocolos necessários para pousar o avião em segurança. A aeronave taxiou até o portão de embarque e os passageiros desembarcaram normalmente”, afirmou a United Airlines em um comunicado.

Na hora do pouso, os passageiros foram orientados pelos comissários de bordo a seguir alguns procedimentos de segurança, como ficar na posição de impacto – sentados com o corpo curvado para frente e com a cabeça próxima ao joelho. A posição diminui a área de impacto do corpo e protege os órgãos vitais de perfurações que possam ocorrer.

Apesar do susto de todos os passageiros, Haley Ebert afirmou que o avião tocou o solo do aeroporto de Honolulu suavemente.

A NTSB, órgão de investigação de acidentes aeronáuticos dos Estados Unidos, afirmou que já está investigando as causas do incidente com o Boeing 777 da United Airlines.

Leia também:

Você sabe como funciona um motor de avião a jato?

Qual avião é mais seguro de voar: um grande ou um pequeno?

O que significam as placas, faixas e luzes nas pistas dos aeroportos?


Incidentes causados por passageiro de avião diminuem, mas ficam mais graves
Comentários Comente

Todos a Bordo

Houve queda de 9,37% no número de incidentes causados por passageiros (Foto: Getty Images)

O número de incidentes causados por passageiros de avião caiu 9,37% no ano passado, segundo um relatório da Iata, a associação internacional de companhias aéreas, divulgado neste mês. Em 2016, passageiros causaram problemas em 9.837 voos em todo o mundo, contra 10.854 casos registrados no ano anterior.

Isso representa um incidente a cada 1.424 voos. Em 2015, esse índice era de um caso para cada 1.205 voos. Desde que os dados começaram a ser analisados, em 2007, foram registrados 58.921 incidentes causados por passageiros durante as viagens aéreas.

Incidentes são situações que fogem dos padrões durante o voo, mas que não necessariamente chegam a causar um acidente de fato.

Leia mais:
Por que as pessoas ficam bêbadas mais rapidamente quando estão num avião?
Passou mal a bordo de um avião? Procure um comissário de bordo com urgência
Veja 5 dicas para deixar seu voo mais confortável, até na classe econômica

Casos mais graves aumentam

Apesar da queda no número total de casos reportados para a Iata, a associação das companhias aéreas se mostra preocupada com o aumento de casos mais graves.

A grande maioria das ocorrências ainda é de situações mais leves, como agressões verbais, desrespeito às instruções da tripulação ou recusa de seguir alguns procedimentos de segurança. Esses casos representam 87% das ocorrências.

Os incidentes de nível 2 tiveram um aumento de 11% em 2015 para 12% no último ano. São problemas causados por agressões físicas, atos obscenos, ameaças de violência ou danos aos equipamentos de emergência e segurança. “São situações difíceis de gerenciar dentro de um avião”, afirma o relatório da Iata.

Apesar de representar apenas 1% dos casos, os incidentes mais graves foram os que tiveram o maior aumento proporcional, com crescimento de 49,5%. Enquanto 2015 registrou 113 situações de perigo real, no ano passado foram 169 incidentes graves causados pelos passageiros. São casos que podem colocar a vida de outros passageiros em risco ou tentativas de abrir a porta da cabine dos pilotos.

Álcool é a principal causa de problemas

O consumo excessivo de bebidas alcoólicas e outras drogas é o principal responsável pelos incidentes causados por passageiros de avião, com 33,4% das ocorrências.

“O problema está relacionado ao consumo antes do embarque na aeronave ou álcool comprado nos aeroportos para ser consumido a bordo sem a conhecimento da tripulação. O nível de intoxicação pode não ser aparente no tempo de embarque”, afirma o relatório da Iata.

Entre os problemas de passageiros que se recusaram a seguir os procedimentos de segurança, mais da metade está relacionada a pessoas que tentaram fumar a bordo. Outros casos são de passageiros que se recusaram a desligar os aparelhos eletrônicos ou a afivelar o cinto de segurança.

Leia mais:

Jato da Embraer é o único a pousar na ilha de Napoleão com vento de 90 km/h

Quer economizar na passagem aérea? Aprenda a usar programas de fidelidade

Tempo de voo pode ter diferença de 2h na ida e na volta. Sabe por quê?


Conserto em Boeing atingido por tiro de fuzil pode custar até R$ 460 mil
Comentários Comente

Todos a Bordo

Incidente foi descoberto durante revisão geral no Boeing 767 (Foto: Divulgação)

Incidente foi descoberto durante revisão geral no Boeing 767 (Foto: Divulgação)

Por Vinícius Casagrande

O centro de manutenção da Latam, em São Carlos, a 232 quilômetros de São Paulo, ainda aguarda a perícia da Polícia Federal para decidir como fará o conserto da peça de um Boeing 767 da companhia que foi atingido por um tiro de fuzil.

Somente após as autoridades liberarem a peça é que os mecânicos da empresa poderão verificar se ela poderá ser reparada ou se será necessário substituí-la por uma nova. A avaliação será feita pelos mecânicos da companhia após avaliar os danos causados e consultar os manuais de manutenção do avião e os técnicos da própria Boeing.

O tiro atingiu o slat, uma peça que fica na frente da asa e que ajuda a aumentar a sustentação do avião no momento do pouso. Caso seja necessária a troca, um slat novo de um Boeing 767 custa US$ 145 mil (cerca de R$ 460 mil).

Revisão geral

Os mecânicos da Latam descobriram que o avião havia sido atingido por um tiro durante a revisão geral da aeronave, chamada tecnicamente de check C. Durante o trabalho, diversas peças são desmontadas para verificar eventuais problemas.

“A cada 18 meses ou 6.000 horas de voo, o avião tem de passar por uma manutenção pesada. Durante a manutenção, a gente remove diversas partes para conseguir cumprir toda a inspeção”, afirma o diretor do centro de manutenção da Latam, Alexandre Peronti.

O projétil foi descoberto por um mecânico que fazia a inspeção detalhada da asa do avião. Em uma plataforma, o mecânico subiu até a altura da asa e estendeu o slat para fazer as inspeções internas. “Foi nesse momento que ele detectou um furo de mais ou menos 1 cm com um projétil encravado”, conta Peronti.

O trabalho de manutenção foi, então, interrompido imediatamente, para que a área de manutenção da Latam pudesse comunicar as autoridades, como Polícia Federal, Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos).

A investigação

Um dos focos da investigação será tentar descobrir onde e quando o Boeing 767 foi atingido. Procurada pelo Todos a Bordo, a Polícia Federal afirmou que não comenta investigações em andamento.

O diretor do centro de manutenção da Latam afirmou que a última revisão geral do avião havia sido feita em outubro de 2015. Desde então, o avião passou por outras manutenções, mas não de forma tão detalhada. “O acesso a essa área só é feito nessa manutenção pesada. Então, foi em qualquer momento entre outubro de 2015 e o último voo, em 15 de janeiro”, afirma.

Sem danos à segurança do voo

O avião, em teoria, pode ter realizado diversos voos com um projétil de fuzil encravado na asa. Mas o diretor do centro de manutenção da Latam garante que o incidente não causou nenhum problema à segurança de voo. “O projétil afetou a área de carenagem (do slat). Entrou, ficou cravada nessa estrutura e não chegou a afetar a estrutura da asa em si. Foi só esse componente”, afirma Peronti.

Antes de todos os voos, pilotos e mecânicos realizam uma inspeção visual para verificar as condições do avião antes de uma nova decolagem. No entanto, em nenhum momento foi verificado o furo causado pelo projétil. “É um avião que tem uma envergadura de 56 metros e o furo era de 1 cm, próximo à ponta da asa e em um local alto”, diz.

Além disso, o diretor do centro de manutenção afirma que esse tipo de peça é desenvolvida para resistir a pequenos danos. “O conceito moderno dos projetos dos aviões é ser tolerante a danos. Essa peça é projetada e certificada para suportar impacto de alta energia. Durante o processo de desenvolvimento de uma nova aeronave, essas peças são submetidas a uma série de impactos para verificar o comportamento da estrutura e, a partir daí, determinar se ela pode ou não entrar em operação”, afirma.

A decisão de reparo ou substituição do slat será feita em conjunto entre mecânicos da Latam e técnicos da Boeing, consultando as recomendações dos manuais do avião. Caso a troca seja necessário, o trabalho será realizado por três mecânicos e deve durar entre três e cinco horas.

Leia também:

Oficina de aviões em Congonhas faz serviço de borracharia e troca de motor

Avião tem de fazer espécie de endoscopia quando uma ave entra na turbina

‘Hospital’ de avião cuida de nariz quebrado e faz check-up que leva um mês


Lembre pilotos de avião heróis que enfrentaram panes e evitaram tragédias
Comentários Comente

Todos a Bordo

Piloto pousou Airbus 320 no rio Hudson, em Nova York, e todos saíram ilesos (Brendan McDermid/Reuters)

Piloto pousou Airbus no rio Hudson e todos os passageiros saíram ilesos (Brendan McDermid/Reuters)

Por Vinícius Casagrande

O caso do piloto chinês He Chao, que na semana passada recebeu um prêmio de R$ 1,4 milhão por evitar um acidente na decolagem que poderia matar 439 pessoas, é apenas o mais recente exemplo de como muitas vezes os pilotos de avião podem se tornar heróis.

Os pilotos recebem treinamento intensivo para agir em situações de risco que possam ocorrer durante o voo. Mas na hora em que algo imprevisto acontece na vida real, é preciso muito sangue frio para tomar todas as atitudes corretas para evitar uma tragédia.

Panes de motores, pouso na água, falhas dos instrumentos e até a quebra do para-brisa da cabine de comando foram alguns dos problemas enfrentados pelos pilotos e que tiveram um final feliz.

Veja os casos mais emblemáticos da história da aviação mundial.

American Airlines voo 96

De Los Angeles a Nova York – 12 de junho de 1972

Logo após uma escala no aeroporto de Detroit, nos EUA, a porta traseira do compartimento de carga se abriu. O incidente causou uma forte descompressão do avião, que fez ceder uma parte do piso da cabine de passageiros e rompeu alguns cabos que acabaram por desligar um dos motores e inviabilizar alguns comandos de voo.

Mesmo com sérias dificuldades para manter o controle do avião, modelo McDonnell Douglas DC-10-10, o comandante Bryce McCormick e o copiloto Peter Whitney conseguiram regressar ao aeroporto de Detroit e fazer o pouso em segurança, apesar de terem sido obrigados a tocar o chão com velocidade bem acima do normal. O incidente deixou 11 feridos, todos sem gravidade.

British Airways voo 9

De Londres a Auckland – 24 de junho de 1982

Quando sobrevoava a ilha de Java, o Boeing 747-200 se chocou com um grande nuvem de cinzas vulcânicas. Como consequência, os quatro motores do avião pararam de funcionar. O comandante Eric Moody iniciou, então, um voo de planeio em direção a Jacarta.

Com toda tranquilidade, Moody anunciou o problema aos 248 passageiros. “Senhoras e senhores, aqui é o comandante falando. Temos um pequeno problema. Os quatro motores pararam. Nós estamos fazendo o possível para religá-los. Confio que não estejam muito angustiados”, disse.

Ao se afastar das cinzas vulcânicas, os quatro motores voltaram a funcionar quando o avião atingiu a altitude de 4.000 metros. O comandante conseguiu aterrizar o Boeing 747-200 sem nenhum ferido a bordo.

Air Canada voo 143

De Montreal para Edmonton – 23 de julho de 1983

A 12,5 mil metros de altitude, o Boeing 767-200 ficou completamente sem combustível por conta de um erro de cálculo no reabastecimento do avião. O problema foi causado pela recente troca do sistema imperial para o métrico.

Mesmo sem combustível e, consequentemente, com os motores desligados, o comandante Robert Pearson, que também era piloto de planador, e o copiloto Maurice Quintal conseguiram planar o avião até chegar à base de Gimli, no Canadá.

Mesmo com sérios danos no trem de pouso dianteiro, que quebrou ao tocar o solo, das 69 pessoas a bordo, apenas dez tiveram ferimentos leves.

Boeing 737 da Aloha Airlines ficou com a fuselagem destruída durante o voo (Divulgação/NTSB)

Boeing 737 da Aloha Airlines ficou com a fuselagem destruída durante o voo (Divulgação/NTSB)

Aloha Airlines voo 243

De Hilo a Honolulu – 28 de abril de 1988

Uma rachadura no teto do Boeing 737-200 causou uma descompressão explosiva que arrancou parte da fuselagem quando o avião voava a uma altitude de mais de 7.000 metros.

Apesar dos severos danos, o comandante Robert Schornstheimer e a copiloto Madeline Tompkins conseguiram pousar em segurança na ilha de Maui 13 minutos depois da explosão.

O avião voava com 90 passageiros e cinco tripulantes. Houve uma vítima fatal, a aeromoça Clarabelle Lansing, que foi sugada para fora do avião.

British Airways voo 5390

De Londres a Málaga – 10 de junho de 1990

Em um dos casos mais impressionantes da história da aviação, um para-brisa da cabine de comando se rompeu em pleno voo, sugando o comandante Tim Lancaster para fora do avião modelo BAC 1-11. O comandante, no entanto, ficou somente com metade do corpo no lado de fora. Dentro da cabine, um membro da tripulação segurava as pernas de Lancaster.

O comando do avião foi assumido pelo copiloto Alastair Atchison, que fez uma rápida descida de emergência até pousar no aeroporto de Southampton. O comandante ficou 21 minutos com a cabeça para fora do avião, encarando fortes ventos. Lancaster sofreu apenas pequenas fraturas.

British Airways voo 38

De Pequim a Londres – 17 de janeiro de 2008

Quando se preparava para pousar, a apenas 3 km do aeroporto de Heathrow, em Londres, o Boeing 777-200 perdeu potência repentinamente. O comandante John Coward conseguiu levar o avião até bem próximo da cabeceira da pista, mas quando faltavam apenas 270 metros para chegar o avião tocou o solo.

A perda de potência ocorreu em virtude de um congelamento no sistema de combustível. Apesar dos diversos danos sofridos no avião, das 152 pessoas a bordo, apenas 13 tiveram ferimentos leves.

US Airways voo 1549

De Nova York a Charlotte – 15 de janeiro de 2009

Em um dos casos mais conhecidos, o comandante Chesley Sullenberger III fez um pouso surpreendente nas águas do rio Hudson, em Nova York, nos EUA. Logo após a decolagem do aeroporto de LaGuardia, o Airbus A320 foi atingido por um grupo de gansos-do-Canadá. Com a colisão, os dois motores pararam de funcionar.

Sem condições de retornar ao aeroporto, a única alternativa foi pousar o avião no rio Hudson. Nenhuma das 155 pessoas a bordo ficou ferida. Todos aguardaram o resgate nas asas do avião.

Gol voo 1536

De São Paulo ao Rio de Janeiro – 16 de outubro de 2011

Logo depois de decolar do aeroporto de Congonhas, o Boeing 737-800 sofreu uma pane nos equipamentos que medem velocidade e altitude do avião. Sem as referências necessárias para o controle do avião, o comandante Cesídio Sampaio declarou emergência ao controle de tráfego aéreo e informou o problema.

A partir de então, o controlador Ricardo Blanco foi decisivo para guiar o avião até o aeroporto de Viracopos, em Campinas. A todo instante, Blanco informava ao comandante, com base nas informações que recebia no radar, a velocidade e a altitude do avião, além da direção que deveria seguir.

Assim, 14 minutos depois de identificar o problema, o Boeing da Gol pousou em segurança e nenhuma das 105 pessoas a bordo ficou ferida.

Leia também:

Aeronáutica cria curso online grátis sobre investigação de acidentes aéreos

Avião perde parte do motor em pleno voo; passageiro faz foto impressionante

Superstição com 13 é tanta, que aéreas vetam filas de bancos com o número

Passageiros ‘causando’ durante o voo: total de casos sobe e preocupa aéreas

Para espantar aves, aeroportos usam falcão-robô, cão e sabre de ‘Star Wars’

 


< Anterior | Voltar à página inicial | Próximo>