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Companhia aérea oferece voos ilimitados por US$ 1.950 e aceita até bitcoin
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Surf Air vende voos ilimitados em aviões executivos (Divulgação)

Serviços de internet como Netflix e Spotify se popularizaram ao oferecer acesso ilimitado ao seu conteúdo por uma assinatura mensal. A companhia aérea Surf Air, com voos nos Estados Unidos e na Europa, adota o mesmo modelo de negócio para seus passageiros.

Com uma assinatura mensal a partir de US$ 1.950 (R$ 6.500), os passageiros têm direito a voos ilimitados dentro das rotas da companhia, voando em aviões executivos como o jato brasileiro Embraer Phenom 300 ou o turboélice suíço Pilatus PC-12.

Com o conceito “all you can fly” (tudo o que você puder voar), no início deste mês a empresa passou a aceitar as moedas virtuais bitcoin e ethereum como meio de pagamento.

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Rotas operadas pela Surf Air (Divulgação)

Voos ilimitados nos EUA e Europa

O plano de assinatura foi lançado nos Estados Unidos em 2013 com voos apenas dentro do Estado da Califórnia. Os passageiros do plano básico (US$ 1.950) têm opção de voar entre as cidades de San Francisco, Los Angeles, Santa Bárbara e Carlsbad.

No plano “preferencial”, por US$ 2.450 (R$ 8.170), há também voos para Truckee, Napa, Monterey e Las Vegas, no Estado de Nevada.

Em meados deste ano, a empresa começou também suas operações na Europa, inicialmente ligando apenas Londres (Reino Unido) a Zurique (Suíça). A Surf Air tem planos de expandir suas rotas para Milão (Itália), Munique (Alemanha), Cannes (França), Ibiza (Espanha), Dublin (Irlanda), entre outros destinos, mas ainda sem data definida.

O plano de assinatura europeu custa 3.150 libras esterlinas (R$ 14.000), mas o passageiro também pode utilizar todas as rotas dentro dos Estados Unidos. A empresa, no entanto, não liga a Europa aos Estados Unidos.

Aviões menores, voos mais rápidos

A companhia aérea aposta também nos aviões executivos para atrair clientes que viajam com frequência. O público-alvo da Surf Air são empresários e executivos que precisam de agilidade, fazem sempre a mesma rota, mas ainda não possuem um avião próprio.

Como utiliza aviões e aeroportos executivos, o tempo total da viagem também é bem menor em relação às companhias aéreas tradicionais. Em um voo entre Londres e Zurique, por exemplo, o passageiro pode chegar meia hora antes da decolagem do avião, sem passar pelas filas de check-in e embarque. Nos voos comerciais, o passageiro tem de chegar com uma hora e meia de antecedência.

Apesar de o jato executivo voar a uma velocidade ligeiramente inferior à dos aviões comerciais, o tempo total gasto pelo passageiro entre a chegada ao aeroporto de origem e saída no aeroporto de destino pode ter uma diferença de até duas horas, segundo a Surf Air. Como cada avião leva menos de dez passageiros, todos os processos de embarque e desembarque são mais ágeis.

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Companhias aéreas terão novos voos internacionais para o Brasil (Foto: Divulgação)

Depois de registrar queda de 7,9% nos voos internacionais no último ano, as companhias aéreas dão sinais de recuperação. Dados da Abear (Associação Brasileira de Empresas Aéreas) apontam que houve crescimento no número de passageiros transportados para o exterior pelas empresas brasileiras. No acumulado do ano, a alta já chega a 10%.

O crescimento do mercado internacional também tem animado as companhias aéreas estrangeiras. Nas últimas semanas, diversas empresas têm anunciado a criação de novos voos, aumento das frequências semanais ou mesmo a utilização de aviões maiores para as rotas já existentes.

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É um movimento semelhante ao adotado pela Emirates em março, quando a companhia substituiu o Boeing 777 pelo Airbus A380, o maior avião de passageiros do mundo, na rota entre São Paulo e Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Além do aumento de voos nos mercados mais tradicionais, como São Paulo e Rio de Janeiro, as companhias aéreas também planejam novos voos internacionais a partir de cidades do Norte e Nordeste do Brasil, como Fortaleza (CE), Recife (PE) e Belém (PA).

Alguns desses novos voos estão programados para iniciar as operações já no final deste ano, enquanto outros devem começar somente no primeiro semestre do próximo. Veja as novidades já anunciadas nos voos internacionais pelas principais companhias aéreas.

Air France vai ter novas rotas e aumentar capacidade dos voos (foto: Divulgação)

Air France – KLM

O grupo Air France/KLM anunciou na última segunda-feira o início de suas operações em Fortaleza a partir de maio do próximo ano. Serão três voos semanais (segundas, quintas e sábados) da KLM entre Amsterdã, na Holanda, e Fortaleza. A Air France terá mais dois voos semanais (sextas e domingos) entre Paris, na França, e a capital cearense.

Apesar de os voos para Paris serem vendidos pela Air France, a companhia já anunciou que o avião utilizado na rota será da nova empresa do grupo, a Joon. “Será um avião da Joon, mas com o mesmo espaço, o mesmo sistema de entretenimento e o mesmo serviço de bordo da Air France”, afirma o diretor-geral do grupo Air France/KLM para a América do Sul, Jean-Marc Pouchol.

Na rota entre Paris e Fortaleza, será utilizado um Airbus A340 com capacidade para 278 passageiros, enquanto a KLM deve usar o Airbus A330 para 268 passageiros.

Além dos novos voos para Fortaleza, o grupo Air France/KLM também já anunciou aumento na oferta de assentos em São Paulo e no Rio de Janeiro.

A Air France prevê um aumento de 14% na oferta de assentos com novas frequências e aeronaves mais espaçosas. A empresa tem dois voos diários entre São Paulo e Paris e trocou o Boeing 777-200 pelo Boeing 777-300, o que aumento a capacidade do voo de 280 para 322 passageiros. A partir de fevereiro do próximo ano, o Boeing 787 deverá ser utilizado em um dos dois voos diários da empresa.

Na KLM, a previsão de aumento da oferta de assentos é de 13%. A companhia passará a ter mais um voo semanal entre o Rio de Janeiro e Amsterdã, o que fará com que a companhia tenha voos diários entre as duas cidades. O Boeing 777-200 também será substituído pelo Boeing 777-300. Em alguns dias, a rota será feita com o Boeing 787.

Air Europa

A Air Europa também pretende lançar novos voos entre o Nordeste do Brasil e a Europa. A partir de 7 de dezembro, a rota entre Madri, na Espanha, e Salvador (BA) ganhará mais um voo semanal, passando a três frequências por semana.

Além disso, em 20 dezembro, a companhia inaugura uma nova rota para o Nordeste com dois voos semanais (quartas e sextas) entre a capital espanhola e Recife (PE). A companhia também tem voos diários entre São Paulo e Madri, que não devem sofrer alterações.

Alitalia

A italiana Alitalia terá um aumento de 55% no número de voos diretos entre o Brasil e a Itália. A companhia opera voos diários entre São Paulo e Roma e passará a ter dez voos semanais. Na rota entre o Rio de Janeiro e Roma, os voos serão diários – atualmente são três voos semanais.

O aumento no número de voos está previsto para começar a partir de 29 de outubro. Com o crescimento das frequências semanais, a companhia passará de 2.930 assentos oferecidos por semana para 4.673.

Com o Boeing 777-300ER, Swiss vai aumentar a capacidade do voo em 55% (foto: Divulgação)

Swiss

A Swiss prevê uma oferta de 55% a mais no número de assentos disponíveis na rota entre São Paulo e Zurique, na Suíça, apenas com a substituição do modelo de avião utilizado. A partir de 9 março do próximo ano, o Airbus A340-300, com capacidade para 219 passageiros, será substituído pelo Boeing 777-300ER, que pode levar 340 passageiros. A mudança vai acrescentar 121 assentos em cada voo.

A Swiss faz parte do grupo Lufthansa. A companhia alemã tem 14 voos semanais entre o Brasil e a Alemanha, ligando São Paulo e Rio de Janeiro a Frankfurt. A empresa, no entanto, não tem previsão de aumento da oferta para os próximos meses.

Outra empresa do grupo, a Edelweiss tem dois voos semanais entre Rio de Janeiro e Zurique. A companhia também não tem previsão de mudanças.

Iberia

No Brasil, a Iberia opera voos diários de Madri, na Espanha, para São Paulo e quatro voos semanais entre a capital espanhola e o Rio de Janeiro. Até o final deste ano, os Airbus A330-300 da empresa que voam para a capital paulista terão uma configuração diferente, com a introdução da classe Premium Economy. Com isso, a oferta de assentos em cada voo aumenta de 278 lugares para 292.

British Airways

Com voos diários entre São Paulo e Londres, na Inglaterra, e cinco voos semanais entre Rio de Janeiro e Londres, a British Airways deve fazer mudanças nas duas rotas a partir de 29 de outubro.

Os voos para São Paulo terão a mesma frequência, mas o Boeing 777-200 será substituído pelo Boeing 777-300, o que deve gerar aumento de 35% na oferta de assentos disponíveis no avião, segundo a empresa. O novo modelo terá capacidade para 297 passageiros.

Na rota para o Rio de Janeiro, a companhia terá mais um voo semanal, passando a seis frequências por semana. A rota é operada pelo Boeing 787 com capacidade para 214 passageiros.

Boeing 777 da American Airlines fará mais voos para o Brasil (foto: Getty Images)

American Airlines

A American Airlines opera atualmente com 72 frequências semanais nas rotas entre os Estados Unidos e o Brasil. A partir de dezembro, a companhia irá criar novas rotas, adotar aviões com capacidade maior e aumentar a frequência de alguns voos. As mudanças têm como foco a alta temporada do final de ano e não devem ser permanentes ao longo do próximo ano.

A principal novidade é criação da rota entre Dallas, nos Estados Unidos, e Rio de Janeiro, com voos três vezes por semana a partir de 16 de dezembro com o avião Boeing 767-300. No dia seguinte, a rota entre o Rio de Janeiro e Miami ganha mais um voo diário com o avião Boeing 777-200.

A partir do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, a companhia também terá mais dois voos semanais para Miami com o Boeing 777-300. O mesmo avião também será utilizado na rota para Dallas, em substituição ao Boeing 787, de menor capacidade de passageiros.

Nos voos entre São Paulo e Los Angeles, vai acontecer o movimento contrário, com a saída do Boeing 777-300 da rota para a utilização do Boeing 787-900. No entanto, entre 14 de dezembro e 7 de janeiro, o voo será diário – atualmente são cinco frequências semanais.

Delta

A Delta afirmou que avalia as demandas do mercado e faz os ajustes de acordo com as necessidades. Recentemente, a companhia aérea anunciou um novo voo sazonal sem escalas entre o Rio de Janeiro e Nova York, que terá início em dezembro e vai até março.

United Airlines

A United Airlines, que completa 25 anos de operação no Brasil em outubro, vai substituir os aviões Boeing 767-400ER na rota entre São Paulo e Washington pelos novos Boeing 787-8 para 219 passageiros. Apesar da utilização de um avião mais moderno, a capacidade de passageiros deve ser reduzida em 23 lugares.

Avianca Brasil terá voos para Nova York a partir de dezembro (Foto: Divulgação)

Avianca Brasil

A brasileira Avianca fez a sua estreia internacional neste ano. A primeira rota foi entre Fortaleza (CE) e Bogotá, na Colômbia, com um voo semanal. Logo depois, em junho, veio o primeiro voo de longa duração da companhia na rota entre São Paulo e Miami. Em agosto, a companhia passou a voar também para Santiago, no Chile.

Até o final do ano, a empresa ainda deve ter um voo diário, sem escala, entre São Paulo e Nova York e dois voos semanais entre Salvador (BA) e Bogotá e entre Recife (PE) e Bogotá.

Latam

A brasileira Latam tem diversas novidades nas suas rotas internacionais, como a retomada de voos na rota entre Brasília e Punta Cana, na República Dominicana, o aumento gradual de frequências na rota entre São Paulo e Nova York e as novas rotas sazonais entre Salvador e Buenos Aires, na Argentina, e entre Florianópolis e Montevidéu, no Uruguai.

No Rio de Janeiro, a companhia inaugurou a rota entre Rio de Janeiro e Orlando, nos Estados Unidos, anunciou a rota entre o Rio de Janeiro e Lima, no Peru, e ampliou o número de voos para Miami.

Na alta temporada do fim de ano, a companhia também vai ampliar de três para cinco frequências semanais os voos entre São Paulo e Johannesburgo, na África do Sul. A mudança vale a partir de 13 de novembro.

Gol tem voos de 12 cidades brasileiras para Buenos Aires (Foto: Divulgação)

Gol

A Gol tem como foco principal nas rotas internacionais os voos para a América do Sul. Somente para Buenos Aires, a companhia opera a partir de 12 cidades brasileiras. Nos últimos meses, a Gol iniciou os voos a partir de João Pessoa (PB), Manaus (AM) e Belo Horizonte (MG) para a capital argentina.

Em junho, a companhia também iniciou uma nova operação direta entre o Rio de Janeiro e Santiago, no Chile.

A companhia afirma também que faz constantes aumentos de frequência de seus voos para atender a demanda em períodos de maior procura, como na alta temporada. “A Gol faz avaliações frequentes do mercado para atender a sazonalidade do setor aéreo”, diz a empresa em nota.

A Gol também deve se beneficiar do aumento dos voos de suas companhias parceiras. Com a criação dos voos da Air France e da KLM em Fortaleza, a companhia deve aumentar em 35% seus voos na capital cearense.

Azul

A Azul irá aumentar sua participação no mercado dos Estados Unidos com a criação de duas novas rotas entre Belém (PA) e Fort Lauderdale e entre Belo Horizonte (MG) e Orlando. Nos voos entre Belo Horizonte e Buenos Aires, a companhia irá substituir os jatos Embraer 195, com 118 assentos, pelos Airbus A320, com capacidade para 174 passageiros. Todas as mudanças acontecerão a partir de dezembro.

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Air France quer lançar empresa de baixo custo e aumentar voos no Brasil
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Air France deve criar novo companhia para concorrer com empresas do Golfo (Foto: Divulgação)

Air France deve criar nova companhia para concorrer com empresas do Golfo (Foto: Divulgação)

Por Vinícius Casagrande

Preocupada com o avanço constante das grandes companhias aéreas do Golfo, como Emirates, Etihad e Qatar, a Air France prepara uma ofensiva para estancar a perda de mercado em rotas consideradas essenciais. A empresa francesa pretende lançar até o próximo ano uma nova companhia aérea de baixo custo operacional, mas mantendo a qualidade do serviço nos padrões da Air France.

As empresas do Golfo têm causado dor de cabeça às grandes companhias aéreas de todo mundo, que alegam que os subsídios dos governos e os baixos preços do combustível nos países árabes prejudicam a concorrência.

“Esse é um projeto para manter a nossa competitividade, especialmente em relação a algumas companhias do Golfo. Temos de encontrar maneiras de ser mais competitivos”, afirmou o CEO do grupo Air France-KLM, Jean-Marc Janaillac, durante as comemorações pelos 20 anos do centro de conexões da Air France no aeroporto Charles de Gualle, em Paris.

Segundo a empresa, a nova companhia aérea deverá servir como um laboratório para diversos serviços, tecnologias e até mesmo de gerenciamento operacional. É com a nova política interna que a Air France espera reduzir seus custos para proporcionar ofertas melhores aos passageiros e recuperar mercado em rotas hoje deficitárias ou mesmo que já foram extintas pela companhia.

Apesar de o foco ser a redução dos custos operacionais, o CEO do grupo Air France-KLM afirma que o padrão do serviço ao cliente será mantido. “A ideia é proporcionar o mesmo tipo de experiência que a Air France já tem. Então, não é uma empresa com serviço de baixo custo. Será uma empresa de carreira, com as mesmas características da Air France, mas com inovações e custos mais baixos, permitindo que a gente possa competir melhor”, diz.

Chamado extraoficialmente de Boost, o projeto da nova companhia aérea vem sendo trabalhado desde o ano passado. Neste momento, o grupo negocia com os sindicatos dos pilotos como será criada a estrutura de trabalho na nova empresa. A ideia é utilizar os tripulantes que já trabalham nas empresas do grupo – Air France, KLM, Transavia e Hop.

De acordo com o CEO do grupo, somente após todos os acordos serem fechados é que outras questões serão definidas, como os aviões e rotas servidas pela nova companhia. A ideia inicial é que a empresa opere inicialmente com cerca de dez aviões. “Mas ainda não decidimos em quais cidades vamos operar. Para a criação da empresa, precisamos primeiro fechar o acordo com a união dos pilotos”, afirma Jean-Marc Janaillac. 

Aumento de voos para o Brasil

Enquanto trabalha na criação de uma nova companhia para o grupo, o CEO da Air France-KLM deu sinais de que a poderá aumentar ainda neste ano os voos da empresa para o Brasil. Com a crise econômica e política no país, a Air France cancelou o voo que fazia entre Paris e Brasília e reduziu frequências em São Paulo e no Rio de Janeiro.

“Vemos sinais de aumento do tráfego e estamos confiantes de que os brasileiros voltarão à Europa. Nossa intenção é aumentar os voos se essa tendência realmente se confirmar”, afirmou Janaillac.

Embora não faça nenhum anúncio oficial, o mais provável é que os primeiros passos sejam de retomada de dois voos diários entre Paris e São Paulo e aumento dos voos para o Rio de Janeiro. A rota entre Paris e Brasília, no entanto, não deve voltar a ser operada ainda neste ano.

O jornalista viajou a Paris a convite da Air France.

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Caminho de uma mala dentro de aeroporto parece montanha-russa de robôs
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O aeroporto Schiphol, em Amsterdã, divulgou um vídeo que mostra o caminho hi tech que a bagagem percorre depois que um avião pousa. As imagens lembram um passeio em uma montanha-russa, com a mala mudando várias vezes de esteira até a etapa final, a cargo de um robô.

O aeroporto Schiphol é o quinto mais movimentado da Europa e recebe mais de 50 milhões de passageiros por ano. Confira a versão completa do vídeo na página do aeroporto holandês na internet.

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