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Passageira recebe US$ 4.000 para trocar de voo nos EUA após overbooking
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Tracy Jarvis Smith comemorou a indenização recebida (foto: Reprodução/Twitter)

A companhia norte-americana Delta Airlines pagou US$ 4.000 (R$ 12.547 na cotação desta quinta-feira – 14) para uma passageira ceder seu lugar em voo que estava com overbooking (quando a empresa vende mais assentos do que os disponíveis no avião) na última sexta-feira (8). O voo de uma hora e 50 minutos de duração faria a rota entre Atlanta e South Bend, ambas nos Estados Unidos.

Com o excesso de passageiros para embarcar no avião, a companhia ofereceu inicialmente US$ 2.220 (R$ 6.900) para quem concordasse em pegar um voo mais tarde. A proposta foi feita a todos os passageiros, inclusive os que ainda não estavam garantidos no voo. Como o avião estava lotado com torcedores do time de futebol americano da Universidade da Geórgia, ninguém inicialmente aceitou a proposta. O time jogaria em South Bend.

A companhia começou, então, a aumentar o valor a ser pago. A passageira Tracy Jarvis Smith esperou que a indenização chegasse a US$ 4.000 para aceitar trocar seu voo. “Esse era o meu número mágico”, escreveu em sua conta no Twitter. Tracy estava viajando para encontrar o marido em South Bend.

A negociação foi comemorada até mesmo pelos outros passageiros que estavam no avião. “Nenhum torcedor queria se atrasar”, escreveu Zach Klein em um post com uma foto ao lado de Tracy.

Quando finalmente chegou ao seu destino, Tracy comemorou o dinheiro recebido. “Pousei oito horas mais tarde. Valeu a pena os US$ 4.000”, disse.

As polêmicas com o overbooking

Os casos de overbooking têm gerado polêmica nos últimos meses nos Estados Unidos. Em abril, um passageiro da United Airlines chegou a ser retirado à força do avião. A imagem de David Dao sendo agredido e sangrando foi divulgada em todo o mundo. O presidente da United, Oscar Munhoz, teve de pedir desculpas públicas para tentar salvar a imagem da companhia.

Em entrevista publicada nesta quinta-feira (14) pelo UOL, o diretor de vendas da American Airlines, Dilson Verçosa Jr., afirma que o overbooking é uma prática necessária para as companhias aéreas evitarem prejuízos com os passageiros que não comparecem para o embarque.

No Brasil, os passageiros que não conseguem embarcar por overbooking têm direito a receber uma indenização imediata. De acordo com as regras da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a multa para voos nacionais é de 250 DES (Direito Especial de Saque), o equivalente a R$ 1.105,92. Nas viagens internacionais, o valor é de 500 DES, ou R$ 2.211,85.

O DES é um ativo de reserva internacional emitido pelo Fundo Monetário Internacional e composto por uma cesta de moedas que inclui o dólar, o euro, a libra e o iene. O valor do DES muda diariamente. Nesta quinta-feira, um DES equivalia a R$ 4,4237.

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Aéreas voltam atrás e terão refeição grátis na classe econômica –nos EUA
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American Airlines oferecerá lanches de graça em duas rotas nos EUA a partir de maio. Foto: divulgação

As companhias aéreas nos Estados Unidos estão querendo atrair passageiros pelo estômago. Para tentar superar a concorrência – ou pelo menos brigar em condições semelhantes –, algumas empresas estão retomando a prática de oferecer lanches de graça a bordo.

A American Airlines anunciou esta semana que o serviço de comida grátis para a classe econômica será retomado a partir de maio. A decisão ocorre depois de a Delta Air Lines ter voltado a servir lanches de graça a bordo este mês.

A United Airlines é a única grande aérea norte-americana que continua cobrando pela comida.

“Oferecer refeições de cortesia na classe econômica é outro passo que estamos tomando para melhorar nosso serviço neste mercado competitivo”, disse o vice-presidente de marketing global da American Airlines, Fernand Fernandez.

A cortesia, no entanto, será oferecida somente nos voos entre Los Angeles e Nova York, e entre San Francisco e Nova York.

A Delta também liberou a alimentação gratuita apenas em algumas rotas de longa distância nos Estados Unidos.

Entre as opções que estarão disponíveis a partir de maio para quem viajar pela American Airlines, dependendo da duração do voo, estão sanduíches ou wraps, batata frita, fruta e queijo. Atualmente, a aérea serve sem cobrar, em alguns voos, petiscos como mini pretzels e bebidas não alcoólicas. Lanches maiores, refeições e bebidas alcoólicas podem ser comprados.

No Brasil

No final de 2016, a Latam anunciou que implantaria este ano um novo sistema de venda de passagens em voos domésticos prevendo a cobrança da alimentação a bordo. Até mesmo a água poderia ser cobrada, afirmou a empresa à época.

Nos voos nacionais, as aéreas geralmente servem salgadinhos e pequenos lanches, além de bebidas, sem custo adicional para os passageiros. Em alguns casos, como o da Gol, é possível encontrar opções mais variadas no menu – pagando por isso.

A grande discussão no Brasil neste momento gira em torno da cobrança por malas despachadas. As aéreas até já definiram quanto e como vão cobrar pelo serviço, mas uma liminar da justiça suspendeu a cobrança que estaria liberada a partir desta terça (14). O governo federal tenta derrubar a decisão.

Cobrança de extras

Nos Estados Unidos, apesar de usar a comida grátis como um atrativo para fidelizar o cliente, as aéreas cobram por vários outros itens, como bagagem despachada e até a bagagem de mão.

A mesma American Airlines adotou recentemente a chamada tarifa econômica “básica”, que não permite ao passageiro nem mesmo colocar uma mochila no compartimento acima das poltronas.

A United também disse que vai adotar a nova classe tarifária, e já aponta em sua página na internet as dimensões máximas permitidas para a bagagem de mão – a ser colocada embaixo do assento da frente.

A Delta já tem uma classe econômica “básica” desde 2015, que não tem tantas restrições em relação a malas, mas que limita a escolha de assentos.

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Mulher é retirada de avião por ‘não seguir procedimentos de embarque’
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Imagem: Divulgação

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Uma mulher foi retirada à força de um voo nos Estados Unidos sob a alegação de não ter seguido corretamente os procedimentos de embarque e verificação de bagagem. Em um vídeo (veja abaixo), a mulher aparece sendo carregada e depois arrastada por policiais pelo corredor do avião.

O incidente aconteceu nesta segunda-feira, em um voo da Delta Air Lines que ia de Detroit para San Diego, nos Estados Unidos.

O responsável pela publicação das imagens afirmou em seu blog RenesPoints.com (no qual escreve sobre viagens, principalmente em voos da Delta) que a mulher teria passado direto pelo portão de embarque e entrado no avião dizendo que ela “merecia um espaço para colocar a mala”.

A companhia aérea divulgou um breve comunicado afirmando que “o voo 2083 da Delta de Detroit para San Diego sofreu um breve atraso na decolagem devido a uma passageira não ter cumprido os procedimentos de embarque e verificação de bagagem. A passageira foi removida pela polícia local e o voo foi realizado sem mais incidentes.”

Segundo um canal de TV dos Estados Unidos, o aeroporto informou ter recebido um chamado da companhia aérea dizendo que a mulher não podia continuar a bordo. “Apesar de vários pedidos dos policiais, a mulher se recusou a deixar o avião e teve de ser retirada”, afirmou um porta-voz do aeroporto à Fox 2 Detroit.

A passageira não foi identificada e ainda não está claro se ela responderá a alguma acusação.

O autor da página Renes Points disse que as imagens foram feitas por um leitor. Veja o vídeo:


Recentemente, a Delta baniu de seus voos um passageiro apoiador de Donald Trump que fez barraco a bordo ao provocar outros clientes.

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Empresa americana passa a oferecer wi-fi em todos os voos internacionais
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Conexão wi-fi está disponível em todos os voos internacionais da Delta (Imagem: Divulgação/Delta)

Conexão wi-fi está disponível em todos os voos internacionais da Delta (Imagem: Divulgação/Delta)

As longas viagens de avião estão ficando menos monótonas. É que os passageiros já não precisam mais ficar restritos ao sistema de entretenimento de bordo oferecido pelas companhias aéreas.

A possibilidade de conexão wi-fi à internet a bordo dos aviões é uma realidade cada vez mais presente e que tem se expandido em todo o mundo.

Nos Estados Unidos, a companhia aérea Delta Airlines concluiu em outubro a implementação do serviço de wi-fi em toda a sua frota de aviões que realizam voos internacionais.

A empresa conta atualmente com 200 voos diários ligando os Estados Unidos a países da África, Ásia, Oceania, Europa, Oriente Médio e América do Sul. Para o Brasil, a Delta tem cinco voos para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

A empresa afirmou que a instalação do wi-fi está presente em todos os aviões dos modelos Boeing 747, Boeing 777, Boeing 767, Boeing 757-200 e Airbus A330.

A empresa iniciou a implementação do wi-fi nos aviões que voam dentro dos EUA em 2008 e nos que fazem voos internacionais em 2012. O portal do serviço de wi-fi da companhia oferece acesso livre ao site da Delta, no qual os clientes podem gerenciar as viagens, reservar voos, verificar suas contas SkyMiles, reservar hotel ou carro e verificar o status de seus voos.

Para navegar em outros sites, é necessário pagar. O valor é de US$ 16 (cerca de R$ 50) para 24 horas. A aquisição pode ser feita antes mesmo da decolagem pelo site da Delta.

VEJA COMO FOI A INSTALAÇÃO DO WI-FI NO AVIÃO DA GOL

Wi-fi no Brasil

No Brasil, as companhias aéreas Avianca e Gol começaram no segundo semestre deste ano a oferecer wi-fi em seus aviões.

O primeiro voo no país com o serviço disponível aconteceu em 21 de setembro em um avião da Avianca. No dia 4 de outubro, foi a vez da Gol estrear o serviço.

Em ambas as companhias, a instalação do sistema tem sido feita de forma gradativa nos aviões da frota.

Na Avianca, o serviço será gratuito nos primeiros três meses enquanto a Gol não cobrará nada durante seis meses. Nenhuma das duas companhias informou os prováveis valores após o período de teste.

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Aérea retira alguns assentos, mas não aumenta o espaço para os passageiros
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Área de relaxamento criada pela Delta para funcionários (Foto: Divulgação)

A Delta também criou uma área de relaxamento para funcionários (Foto: Divulgação)

A Delta Air Lines resolveu remover alguns assentos de quase 200 de seus aviões. Mas não, o objetivo não é aumentar o espaço para os passageiros. Segundo a agência Bloomberg, a iniciativa deve resultar em mais espaço para os comissários.

O porta-voz da companhia aérea, Michael Thomas, disse à agência que os funcionários pediram mais espaço na galley (espaço onde ficam refeições e bebidas) para que pudessem oferecer um serviço melhor aos viajantes.

A retirada de dois ou três assentos por aeronave reverte uma iniciativa de anos recentes, de colocar algumas poltronas a mais nos aviões.

De acordo com a Bloomberg, a mudança está sendo feita em 179 unidades: três assentos traseiros serão retirados de 69 Airbus A320 em operação e de 45 A321 encomendados. Duas poltronas serão retiradas da frota de 65 McDonnell Douglas MD-90, que não têm galleys no fundo, com o propósito de aumentar o espaço de armazenamento.

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Spa para a tripulação

No mês passado, a Delta havia divulgado a criação de um novo espaço de relaxamento para comissários, agentes de serviços ao cliente no aeroporto e outros funcionários.

Chamada SkySpa, a área reservada oferecerá massagens, tratamento para pele e unhas, serviços de cabeleireiro, maquiador e costureiro para fazer ajustes nos uniformes. O novo espaço deverá ser lançado em três aeroportos dos Estados Unidos no início do ano que vem.


Primeiro Boeing 747-400 faz último voo depois de 26 anos
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Imagem: Delta/Divulgação

Imagem: Delta/Divulgação

A Delta encerrou nesta semana as atividades do primeiro avião Boeing 747-400 construído para uma companhia aérea comercial. O último voo do jumbo foi realizado de Honolulu para Atlanta, nos Estados Unidos.

A estreia do avião ocorreu em dezembro de 1989, em um voo da Northwest Airlines – a fusão com a Delta veio em 2008. Com a aposentadoria, o avião ficará em exposição no museu da companhia aérea, em Atlanta, a partir do ano que vem.

Despedida

Depois de 61 milhões de milhas percorridas ao longo de 26 anos, o primeiro 747-400 completou o voo 836 na última quarta-feira. O piloto-chefe do 747 da Delta, Steve Hanlon, disse que o modelo era conhecido entre os pilotos como “A Baleia”. “Mesmo sendo tão grande, a Baleia era uma aeronave surpreendentemente manobrável e rápida”, observou.

O último voo do primeiro 747-400 (Divulgação)

O último voo do primeiro 747-400 (Divulgação)

História

Quando o 747 fez seu primeiro voo comercial, há 45 anos, os críticos diziam que o avião, conhecido como “Rainha do Céu”, iria se tornar obsoleto em pouco tempo. Acreditava-se que os jatos supersônicos dominariam o mercado. A história, contudo, tomou um caminho diferente.

A Delta relembrou ainda algumas características que o 747 trouxe para o mercado de viagens internacionais de luxo, como escadas em espiral para a parte superior do avião. O jumbo de quatro motores também chamou a atenção pelo tamanho.

A variante 747-400 é chamada de jumbo “high-tech” para distinguir suas características de seu antecessor, o jumbo “clássico” das séries 100 a 300.

Futuro

A Delta planeja encerrar a operação dos doze 747s restantes em sua frota até 2017, substituindo-os por modelos menores e mais eficientes em termos de combustível. Outras companhias aéreas também encerraram os voos com o 747, como a Japan Airlines, que deixou de usar o avião em 2011. As empresas têm dado preferência aos modelos de duas turbinas, porém, a British Airways parece estar indo na contramão desta tendência e mantendo seus 747 para voos com passageiros, como informou recentemente a Bloomberg.


Aérea cria aplicativo para aeromoças saberem mais sobre os passageiros
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Imagem: Divulgação

Imagem: Delta/Divulgação

A companhia aérea Delta quer que os comissários de bordo tenham à mão as informações sobre os passageiros. A empresa anunciou que os funcionários passarão a contar com um aplicativo com dados como o nome do cliente e seu status no programa de fidelidade. A ideia, ressaltou a aérea, é permitir que os atendentes reconheçam passageiros frequentes e possam atender quem precise de ajuda extra.

Upgrade da Delta para VIPs: do voo comercial para o jatinho particular

Com a nova ferramenta, a Delta planeja ainda oferecer informações aos clientes sobre a situação de voos de conexão e sobre portões de embarque. A vice-presidente de serviços de bordo da companhia, Allison Ausband, afirmou que o aplicativo será aprimorado, aproveitando os dados fornecidos pelo cliente para personalizar a experiência durante o voo.

“Logo, os comissários de bordo serão capazes de oferecer opções de comida e bebida que atendam às preferências dos clientes e identificarão de uma forma melhor os clientes que possam ter passado por um problema anterior em sua viagem, tudo em um esforço para aprofundar o envolvimento com os que voam conosco”, disse Allison, em comunicado.

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Outra utilidade do aplicativo será digitalizar o manual de bordo de quinhentas páginas e mais de dois quilos, que agora estão disponíveis nos aparelhos distribuídos a mais de 22.000 comissários. Segundo a Delta, a mudança vai economizar 55 toneladas de papel por ano, ou o equivalente a manter em pé aproximadamente 1375 árvores.


Upgrade da Delta para VIPs: do voo comercial para o jatinho particular
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Boeing 777-200LR da Delta (Foto: Divulgação)

Boeing 777-200LR da Delta (Foto: Divulgação)

Enquanto a maioria das pessoas sonha em conseguir um upgrade da econômica para a executiva ou, quem sabe, para a primeira classe, alguns afortunados clientes da Delta Air Lines podem conseguir um upgrade imbatível: comprar passagem para um voo comercial e acabar embarcando em um dos 66 jatos privados da companhia.

Para embarcar no voo particular é preciso ser um “cliente de alto valor”, como a empresa se refere aos que fazem parte da categoria elite do programa de passageiro frequente. E a transferência vai custar entre US$ 300 e US$ 800, dependendo do destino do voo, segundo informação da agência Bloomberg.

Além disso, não basta demonstrar interesse: a iniciativa vai partir da Delta. Em sua página na internet, a companhia aérea americana explica que vai entrar em contato com os clientes por e-mail para oferecer o upgrade, que incluirá transporte até a área privativa do aeroporto.

Inicialmente, apenas os passageiros que gastam US$ 15.000 por ano, ou voam pelo menos 140 trechos pela companhia teriam a chance de embarcar no avião particular. Mas o programa foi adaptado para incluir também uma parcela menos abonada entre os VIPs, a dos que completam ao menos 30 trechos e gastam, no mínimo, US$ 3.000.

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Você pagaria mais para sair primeiro do avião? E para poder rastrear sua mala?

A companhia pode fazer essa operação em 160 rotas domésticas nos Estados Unidos, mas os planos são de concentrar os voos na Costa Leste. E a maior parte dos upgrades será oferecida com antecedência de apenas um ou dois dias aos clientes. Isso porque um dos principais objetivos da Delta será ocupar os aviões que voltam vazios de algumas viagens contratadas.

“A expectativa é que, uma vez que alguém viaje em um voo privado, ele queria viajar desta forma com mais frequência”, disse à Bloomberg Cyril Turner, chefe da área de aviões particulares da companhia.


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