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Ranking mostra rotas onde aéreas faturam mais; Brasil está fora do top 10
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Voo da British entre Nova York e Londres tem o maior faturamento do mundo (Divulgação)

O voo da British Airways que liga Nova York (EUA) a Londres (Reino Unido) é o campeão de faturamento no mundo. Um estudo da consultoria inglesa OAG aponta que a British Airways teve uma receita de mais de US$ 1 bilhão entre os meses de abril de 2017 e março de 2018 com voo nessa rota. Segundo a OAG, somente esse trecho é responsável por 6% do faturamento total da British Airways.

Dos dez voos com maior faturamento total, metade tem como origem ou destino o aeroporto de Heathrow, em Londres. O Brasil está fora do top dez. A consultoria só divulgou os dez primeiros colocados.

A Singapore Airlines é a única companhia aérea que conta com dois voos entre os dez com maior receita do mundo (quarto e décimo lugares).

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A OAG também avaliou o faturamento por hora de voo de cada rota. Nesse quesito, o voo campeão é o da companhia aérea Emirates entre Londres e Dubai (Emirados Árabes Unidos), com US$ 25.308 por hora voada. No total, a Emirates fez 32.378 horas nesse trecho.

Embora tenha tido um faturamento total maior, voo da British Airways também realizou mais horas de voo para fazer o trecho entre Nova York e Londres. No total, foram 42.117 horas voadas. Com isso, a receita por hora de voo da British Airways ficou em US$ 24.639.

“Todas as dez rotas são operações de alto custo, que combinam aviões de grande porte com alta frequência. Normalmente, essas rotas também incluem uma alta taxa de passageiros de negócios, reservas de última hora e maior rentabilidade. Embora o custo de operação possa ser alto, pelo menos as receitas provavelmente são ainda maiores”, afirma o relatório da OAG.

O estudo da consultoria inglesa avaliou a receita gerada por cada trecho dentro de uma determinada companhia, considerando somente voos de ida. A consultoria não divulgou qual seria a receita conjunta de todas as companhias aéreas que operam voos na mesma rota.

Para chegar ao ranking dos dez voos com maior faturamento no mundo, a OAG afirmou que combinou informações sobre a escala de voos de cada companhia aérea com dados sobre o tráfego de passageiros em cada rota.

Confira abaixo os dez voos de mais receita do mundo.

1º Nova York – Londres, com a British Airways: US$ 1,04 bilhão (US$ 24,64 mil por hora de voo)
2º Melbourne – Sydney, com a Qantas Airways: US$ 854,69 milhões (US$ 24,24 por hora de voo)
3º Londres – Dubai, com a Emirates Airlines: US$ 819,4 milhões (US$ 25,3 mil por hora de voo)
4º Londres – Singapura, com a Singapore Airlines: US$ 709,73 milhões (US$ 18,25 mil por hora de voo)
5º Los Angeles – Nova York, com a American Airlines: US$ 698 milhões (US$ 13,8 mil por hora de voo)
6º São Francisco – Nova York, com a United Airlines: US$ 687,67 milhões (US$ 12,13 mil por hora de voo)
7º Hong Kong – Londres, com a Cathay Pacific Airways: US$ 631,85 milhões (US$ 14,29 mil por hora de voo)
8º Londres – Doha, com a Qatar Airways: US$ 552,66 milhões (US$ 17,67 mil por hora de voo)
9º Vancouver – Toronto, com a Air Canada: US$ 552,26 milhões (US$ 11,44 mil por hora de voo)
10º Sydney – Singapura, com a Singapore Airlines: US$ 543,72 milhões (US$ 19,52 mil por hora de voo)

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Foto: Divulgação/British Airways

Foto: Divulgação/British Airways

Imagine se, ao cumprimentar a tripulação ao embarcar, o passageiro recebesse uma pílula. Uma pílula digital, para ser engolida com a função de monitorar as reações durante o voo, como fome, sede ou sono.

Por enquanto, isso ainda está no plano das ideias. A tal pílula faz parte de um pedido de patente (link encurtado: http://zip.net/bptzmL)  apresentado pela British Airways, do Reino Unido. A aérea afirma que, ao monitorar as sensações, poderá melhorar a experiência de viagem.

Questionada sobre quais autorizações, por parte dos clientes, seriam necessárias para que um dispositivo invasivo deste tipo fosse utilizado, a companhia britânica não respondeu e limitou-se a dizer, por meio de sua assessoria de imprensa, que “está sempre buscando oferecer inovações aos clientes, seja em termos de design ou transformação digital. Para isso, nós desenvolvemos várias ideias e submetemos muitas patentes”.

Frio, calor, sede

Na solicitação apresentada, a pílula é somente um dos sensores que podem ser usados para obter informações sobre o ambiente que o passageiro está experimentando. Também são previstos sensores de temperatura, iluminação, umidade, movimento corporal, temperatura corporal externa e até de frequência cardíaca ou movimento dos olhos.

No caso das pílulas digitais ou outros sensores que seja possível engolir, o documento menciona o objetivo de detectar a temperatura interna ou a acidez estomacal.

As informações obtidas a partir dos sensores de ambiente e do passageiro vão indicar se a pessoa está acordada, com sono, com fome, nervosa, com calor, com frio, desconfortável etc. e orientará a tripulação para oferecer água quando o passageiro estiver desidratado, um cobertor quando a temperatura ambiente estiver abaixo da preferência do cliente, ou evitar que ele seja acordado no momento da refeição, se ela estiver prevista para ser servida no momento indicado como a fase de sono do passageiro. A proposta também prevê a existência de listas personalizadas de músicas ou vídeos e sugestões de exercícios a bordo.

Outras pílulas

Embora pareça coisa de ficção, a pílula digital já foi inventada. Segundo o jornal britânico “Daily Telegraph”, pesquisadores do MIT desenvolveram no ano passado um sensor do tamanho de uma amêndoa que pode ser engolido. Ele ajuda médicos a monitorarem os sinais vitais de pacientes. O sensor é equipado com microfones e embalado em silicone. Os pesquisadores estimam que ele demoraria um ou dois dias para passar pelo aparelho digestivo.

Uma empresa dos Estados Unidos desenvolveu um sensor que permitiria a profissionais de saúde monitorar se os pacientes estão seguindo as orientações médicas. As autoridades do país rejeitaram planos de usarem esta pílula junto com medicamentos para distúrbio bipolar e depressão.

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Imagem: Divulgação/British Airways

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A companhia aérea British Airways, do Reino Unido, pegou carona da moda dos livros para colorir – e nas vendas de fim de ano. O público-alvo, é claro, são os amantes da aviação.

A empresa lança amanhã um livro de 96 páginas com recriações de fotografias históricas, cartazes de viagem e campanhas publicitárias, acompanhadas de explicações encontradas no arquivo da companhia.

“Nós pensamos que seria uma ótima ideia escolher a partir de nosso vasto leque de imagens históricas, desde os primeiros dias dos aviadores pioneiros, quase 100 anos atrás, passando pela era de ouro da aviação com a Imperial Airways e a BOAC (British Overseas Airways Corporation) até chegar ao Concorde e aos dias atuais”, disse o autor, Paul Jarvis.

Imagem: Divulgação/British Airways

Imagem: Divulgação

Ele também é autor de um livro que conta a história da companhia aérea e curador do Museu da aérea britânica, localizado na sede da empresa, perto do terminal 5 do aeroporto de Heathrow, em Londres. O local reúne uniformes, réplicas e imagens.

O livro “British Airways: A Coloring Book”, estará à venda em algumas livrarias do Reino Unido e poderá ser encontrado em sites de vendas de livro na internet. O preço é 12,99 libras (cerca de R$ 54). Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

Imagem: Divulgação

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Foto: Stuart Bailey/Divulgação

Foto: Stuart Bailey/Divulgação

A companhia aérea British Airways, do Reino Unido, criou sua própria bebida alcoólica. É um gim que será servido somente para clientes da primeira classe, na sala vip da empresa no terminal 5 do aeroporto de Heathrow, em Londres.

A bebida também será usada na preparação do gim tônica, que é uma das bebidas mais pedidas a bordo: mais de 3 milhões de drinks são servidos pela companhia aérea anualmente.

O gim personalizado foi criado por uma destilaria premiada, a Cambridge Distillery, com base em vários testes feitos com clientes da primeira classe.

Dono da destilaria, William Lowe disse em comunicado que “o manjericão, o alecrim e o tomilho são colhidos das nossas próprias hortas e destilados separadamente para garantir a temperatura ideal de cada ingrediente e então são misturados cuidadosamente”.

Cada garrafa com a marca British Airways é envasada e selada manualmente em Cambridge.

A destilaria também produz uma bebida especial para a Câmara dos Lordes (espécie de Senado), que é vendida no Parlamento britânico. Outra criação da empresa é tida como o gim mais caro do mundo, vendido por 2.000 libras a garrafa (cerca de R$ 8.500).

A partir do ano que vem, os passageiros da primeira classe também poderão usar uma nova área exclusiva no aeroporto de Heathrow, com check-in e segurança exclusivas.

Também a partir de 2017, os passageiros da classe econômica em voos curtos deixarão de receber lanches gratuitos a bordo.

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Interior de um Boeing 777-300ER da British Airways (Foto: Divulgação)

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A companhia aérea British Airways está preparando uma mudança na configuração de seus aviões. A empresa pretende incluir 52 assentos em parte dos Boeing 777 de sua frota para voos de longa distância. Com isso, o número total de poltronas passará de 280 para 332.

Atualmente, a configuração de assentos é a 3-3-3: são três poltronas do lado esquerdo, três no centro e três do lado direito. Com a alteração, passará para 3-4-3, com quatro assentos no centro.

A alteração poderá incluir aviões que voam para o Brasil, uma vez que os modelos 777-200 atualmente têm entre seus destinos o Rio de Janeiro e São Paulo.

O novo desenho começará a ser implantado em aviões que voam a partir do aeroporto de Gatwick, em Londres; na sequência serão feitas alterações em modelos que voam do aeroporto de Heathrow, também em Londres, de onde partem os voos rumo ao Brasil.

Segundo o jornal “The Independent”, do Reino Unido, a mudança, prevista para ser colocada em prática a partir de 2018, deve reduzir a largura das poltronas. Curiosamente, no ano passado a aérea anunciou um aumento no tamanho das poltronas de sua frota de Boeing 787 Dreamliner em pouco mais de 1 centímetro, em resposta a várias queixas dos clientes.

Executiva encolhe e econômica cresce

Uma ilustração do Boeing 777 apresentada pela IAG, empresa que comanda a British Airways, em um evento para investidores na última semana, indica que o número de assentos na classe executiva vai diminuir dos atuais 40 para 32.

A quantidade de poltronas na classe econômica premium, que tem assentos mais amplos e maior espaço entre os assentos, deve passar de 24 para 48 (com a observação de que a configuração na premium é 2-4-2). Na econômica, as atuais 216 poltronas chegarão a 252.

Consolo?

No anúncio, o diretor-executivo da IAG, Willie Walsh, disse que a alteração “responde a uma oportunidade de mercado”, informou o “Independent”. Segundo ele, a nova configuração permitirá que a companhia “reduza o custo médio por assento, cobre um preço mais baixo e estimule a demanda”.

Em comunicado, a empresa afirma que está atualizando os modelos 777 para atender a um aumento de procura e para “ficar em linha” com os concorrentes. “Como parte da atualização, também vamos implementar novos sistemas de entretenimento, com telas maiores”.

Airbus

No final dos anos 90, a aérea manteve uma pequena frota de modelos 777 com configuração 3-4-3. Os aviões eram usados em voos do aeroporto de Gatwick com destino a Flórida (EUA) e Caribe. Em 2002 as aeronaves voltaram a ter a configuração 3-3-3, seguindo o restante da frota, de acordo com o “Independent”.

A companhia agora também planeja mudanças em sua frota de aviões Airbus usada em voos de curta distância a partir do aeroporto de Heathrow. Já no ano que vem, os modelos A320, que hoje têm 168 assentos, passarão a ter 180. No ano seguinte, os A321, hoje com 205 poltronas, passarão a 218. São aviões menores, com um único corredor e três assentos de cada lado.

Tendência

A British Airways segue o que já se mostrou uma tendência entre as companhias aéreas. No início deste ano, a United Airlines confirmou que alteraria 19 aeronaves usadas em voos domésticos para o desenho 3-4-3. Os aviões do mesmo modelo usados em rotas internacionais continuariam com o desenho 3-3-3.

No ano passado, a Qatar Airways informou que adotaria o desenho 3-4-3 em sua frota de Boeing 777-300ER. American Airlines, Emirates, KLM, Air France e Air New Zealand são outras aéreas que têm pelo menos alguns 777s com a configuração 3-4-3.

Brasileiras

No Brasil, a Latam conta com Boeing 777 em sua frota na configuração 3-4-3. A Azul utiliza o Airbus A330 em voos internacionais de longa distância. Na classe econômica, a configuração de assentos da aeronave é a 2-4-2.

Gol e Avianca têm aviões menores em suas frotas. A Gol conta com Boeings 737-800 e 737-700 com duas fileiras e 3 poltronas de cada lado. A Avianca tem Airbus em sua frota para voos domésticos, também na configuração 3-3.

Consultadas, as quatro aéreas brasileiras negaram terem planos para alterar o desenho das fileiras de assentos em seus aviões.

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Foto: divulgação

Foto: divulgação

Quem ainda quiser aproveitar, tem de se apressar. A partir do ano que vem, a British Airways vai deixar de servir lanches gratuitos para passageiros da classe econômica em voos mais curtos (até 5 horas de duração, aproximadamente). No lugar, vai oferecer um variado cardápio com sanduíches, salgados, saladas (inclusive de frutas) e chocolates, entre outras coisas. Todos os itens com preço de até 5 libras (cerca de R$ 20).

Atualmente, as opções de alimentos à disposição em voos mais curtos podem incluir desde biscoitos até uma pequena salada, além de uma bebida. A mudança será implementada em janeiro em voos domésticos e de curta distância que saem dos aeroportos de Heathrow e Gatwick. Para os voos que saem dos aeroportos de London City e London Stansted, a alteração será feita em meados do ano que vem.

Pagamentos em dinheiro não serão aceitos; apenas com cartões de débito ou crédito ou pontos do programa de fidelidade da companhia. Quem viajar de classe executiva vai continuar a receber comida de graça a bordo – e o menu para esses passageiros será melhorado e renovado.

Preço até para água

A companhia aérea afirma que a mudança atende a vontade dos próprios passageiros, que queriam ter mais opções de alimentos durante os voos. Mas há quem veja a situação de forma diferente, como a extinção de um dos poucos fatores que diferenciavam a British de aéreas de baixo custo, como EasyJet e Ryanair.

O jornal britânico Daily Telegraph comparou os preços cobrados pelas companhias por alguns itens de alimentação. No caso do sanduíche quente, por exemplo, o preço anunciado pela British Airways será de 4,75 libras (R$ 19,66), enquanto a EasyJet cobra 4,50 libras (R$ 18,63) e a Ryanair, 4,50 euros (R$ 19,98).

O novo cardápio com alimentos pagos será oferecido em parceria com a multinacional britânica de varejo Marks & Spencer. E o preço do sanduíche quente na loja física da marca é de 3,25 libras (R$ 13,45).

Uma observação interessante é que o cardápio disponibilizado na página da empresa, inclusive na página em português (de Portugal), que também já antecipou a mudança, inclui o preço da garrafinha de 500 ml de água com ou sem gás: 1,80 libra (R$ 7,47). A Easyjet e a Ryanair também cobram pela garrafinha de água.

O que a mudança indica?

Para Nick Trend, especialista do jornal na área de consumo, depois da mudança “sobrará muito pouco para diferenciar a British Airways de seus rivais de baixo custo” quando se tratar de voos de menor duração. Ele reconhece, contudo, que atualmente muitos passageiros escolhem a companhia aérea com base na tarifa e na conveniência, e não no que é distribuído de graça a bordo.

O especialista em aviação Julian Bray considera a mudança natural, uma vez que muitos passageiros já compram uma comida diferente no aeroporto antes de entrar no avião. “Fidelidade de passageiro é coisa do passado. O viajante agora já procura fazer o negócio mais eficiente em termos de custo, essencialmente, o preço mais atrativo”, disse ao jornal britânico Daily Mail.

Seja como for, o diretor-executivo Alex Cruz preocupou-se em diferenciar a British Airways das rivais ao divulgar o novo serviço pago. “Eu acredito fortemente que o que estamos entregando quebra os parâmetros e estabelece um novo padrão de refeições em voos curtos. Vamos oferecer uma seleção de uma marca premium, comidas frescas e um cardápio que será atualizado trimestralmente”.

A aérea britânica já tinha retirado as refeições gratuitas em alguns voos curtos em 2009, quando também substituiu as garrafinhas de água por copinhos de água nos voos de longa distância.

Confira o cardápio de bebidas que a British vai adotar

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