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Avianca vai cobrar entre R$ 30 e R$ 60 pela bagagem em voo nacional
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Avianca lança nova classe tarifária a partir de segunda-feira (Foto: Divulgação)

Por Vinícius Casagrande

A Avianca Brasil vai ter uma nova faixa de tarifas em seus voos nacionais para as passagens compradas a partir de segunda-feira (25). A tarifa Promo deve ter o preço mais baixo, segundo a empresa, mas sem direito a levar gratuitamente uma mala de até 23 kg.

Se mudar de ideia, o passageiro poderá incluir depois o despacho da bagagem. Se fizer o pedido pela internet até seis horas antes do voo, o valor será de R$ 30. Se deixar para fazer o pagamento no balcão do check-in, o preço subirá para R$ 60.

Em entrevista exclusiva ao Todos a Bordo, o presidente da Avianca, Frederico Pedreira, afirmou que “a tarifa Promo foi desenhada para quem quer viajar sem bagagem”.

Concorrentes começaram a cobrar em junho

As companhias aéreas estão liberadas para cobrar pelo despacho de bagagem desde o final de abril. As concorrentes Azul, Gol e Latam começaram a cobrança em junho. Segundo Pedreira, a demora para a Avianca seguir pelo mesmo caminho ocorreu porque a companhia queria criar um sistema diferente.

“Queríamos mais tempo para pensar em algo que fizesse sentido para a Avianca. O nosso raciocínio era manter o nosso nível de serviço e, por outro lado, também ter a possibilidade de, ao não incluir o despacho de bagagem, ter uma classe tarifária que fosse mais competitiva para trazer para as nossas aeronaves passageiros que viajariam com menos frequência ou não viajariam”, afirma Pedreira.

Na Azul, Gol e Latam, a diferença de preço da passagem com ou sem direito ao transporte de bagagem é de R$ 30. Na Avianca, o presidente da companhia afirmou que a nova tarifa Promo terá uma diferença maior em relação às demais tarifas para o mesmo voo. Segundo ele, no entanto, não é possível precisar um percentual porque essa diferença pode variar de acordo com a época do ano e a antecedência da compra da passagem. “Será uma diferença considerável entre a Promo e a Economy”, afirma.

Outra diferença é que nas épocas de maior procura ou nas passagens vendidas de última hora, quando os preços costumam ser bem mais altos, só serão vendidas passagens das classes tarifárias superiores, que já incluem o transporte de bagagem. “Não faz sentido o passageiro pagar mais de R$ 1.000 e não ter o direito de despachar uma mala”, afirma.

Lanchinho continua igual

A partir de segunda-feira, serão três tipos de tarifas oferecidos pela Avianca: Promo, Economy e Flex. Além do transporte de bagagem, haverá outras diferenças entre elas, como valor das taxas para reembolso ou remarcação do voo e quantidade de pontos acumulados no programa de fidelidade da companhia.

Segundo o presidente da Avianca, a nova classe tarifária da companhia não vai mudar o serviço de bordo atual, com lanches quentes e sistema de entretenimento sem custo adicional. “Os passageiros vão continuar com todos esses benefícios. Essa é a filosofia da Avianca”, afirma.

Crescimento no mercado doméstico e internacional

Mesmo com a retração do mercado de aviação, a Avianca tem crescido cerca de 15%. Neste ano, a empresa já lançou novas rotas e recebeu aviões maiores, do modelo Airbus A330-200.

A empresa também iniciou neste ano suas operações internacionais de longo curso, com voos entre São Paulo e Miami, nos Estados Unidos, e entre São Paulo e Santiago, no Chile.

A partir de 15 de dezembro, a Avianca inaugura sua segunda rota nos Estados Unidos, com o voo diário entre São Paulo e Nova York. “Serão voos noturnos para atender tanto o púbico a lazer como o de negócios”, afirma Pedreira. A Avianca começou na semana passada a venda de passagens para o voo de Nova York.

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Avianca vai começar a cobrar pela bagagem em voo nacional ainda neste ano
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Valores e data exata ainda não foram definidos (Foto: Divulgação)

Por Vinícius Casagrande

A companhia aérea Avianca é a única que ainda não cobra o despacho de bagagem em voos nacionais, mas isso vai mudar até o final do ano. O vice-presidente da companhia, Tarcísio Gargioni, afirmou que a equipe técnica está fazendo os últimos testes no sistema para dar começar a cobrança. A data exata e os valores que serão cobrados ainda não foram divulgados.

“O conceito de cobrar bagagem é universal e usado em todo o mundo. É um conceito lógico. Quem usa paga, e quem não usa não paga. Temos 40% dos clientes no Brasil que não têm bagagem. Então, por que eles têm de pagar para os outros 60%? Com o tempo, as pessoas vão perceber que quando têm bagagem vão pagar mais, e quando não têm bagagem vão pagar menos”, afirma Gargioni.

O vice-presidente da Avianca afirmou que a empresa aposta na qualidade do serviço para crescer. A companhia tem 14% de participação no mercado brasileiro, atrás de Gol, Latam e Azul. No entanto, quando analisadas somente as rotas em que opera, esse índice sobe para 27%.

Segundo Gargioni, os principais diferenciais da companhia estão exatamente no serviço de bordo, com sanduíches quentes sem cobrança adicional, sistema individual de entretenimento, internet a bordo e mais espaço entre as poltronas. A Avianca descarta totalmente cobrar pela alimentação nos voos.

“No mercado recessivo, o cliente fica mais seletivo. Havia uma lacuna de um serviço diferenciado e mais qualificado. A gente apostou nisso e deu certo. Apostamos em uma qualidade de serviço, com o mesmo preço, e acabamos avançando na nossa participação. Isso nos animou a fazer os investimentos”, diz. A empresa tem criado rotas e adquirido aviões novos, como o Airbus A320neo e o Airbus A330-200.

O vice-presidente da companhia afirma que a aposta na qualidade do serviço gera um aumento dos custos operacionais. Para ter mais espaço entre as poltronas, por exemplo, a Avianca teve de retirar 12 assentos em cada avião. Os Airbus A320 utilizados pela companhia têm capacidade para 174 assentos, mas a empresa utiliza a configuração com 162 poltronas.

“O brasileiro ainda não está acostumado a pagar mais pelo serviço. Temos o equilíbrio dessa fórmula com o fator de ocupação mais alto. É um círculo virtuoso. Eu cobro a mesma coisa, tenho um serviço melhor e, portanto, tenho uma ocupação mais alta, que me cobre o custo. No fim, o cliente viaja pagando a mesma coisa e eu tenho o equilíbrio econômico”, afirma.

Novas rotas

A Avianca também tem apostado em novas rotas nacionais e internacionais para continuar crescendo. Somente neste ano, já abriu novos voos para Navegantes (SC), Foz do Iguaçu (PR), Miami (EUA) e Santiago (Chile). Na última segunda-feira (21), foi a vez de iniciar as operações no aeroporto de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte, ligando o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, com quatro voos diários em cada sentido.

Até o final do ano, a empresa ainda deve ter um voo diário, sem escala, entre São Paulo e Nova York (EUA) e dois voos semanais entre Salvador (BA) e Bogotá (Colômbia) e entre Recife (PE) e Bogotá.

Cerimônia de batismo do voo da Avianca na chegada a Belo Horizonte (foto: Divulgação)

Por que aposta em Salvador e Recife?

Os voos de Salvador e Recife, além do atual de Fortaleza (CE), para a Colômbia foram criados para aproveitar incentivos estaduais com a redução da alíquota do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o combustível.

Atualmente, cada Estado pode definir sua alíquota de ICMS e alguns, como São Paulo, por exemplo, cobram até 25% de imposto sobre o combustível de aviação. Um projeto de lei que tramita no Senado tenta unificar esse valor em todo o país em 12%.

“Se você imaginar que o combustível tem um impacto de 37% nos custos das companhias aéreas, baixando a alíquota de 25% para 12%, essa diferença dá uma redução razoável”, diz o vice-presidente da Avianca.

Para Gargioni, a medida permitirá uma queda nos preços das passagens aéreas. “Baixou o custo, a gente tem condição de baixar um pouco a tarifa para estimular o mercado. Interessa para nós estimular o mercado. Não temos intenção de subir tarifa e tirar do mercado as pessoas que são sensíveis a preço.”

Além disso, a redução do ICMS também pode trazer benefícios ambientais, segundo Gargioni. Para aproveitar preços melhores praticados em determinados Estados, as companhias aéreas abastecem os aviões com mais combustível do que seria o necessário para cumprir determinada rota. O maior peso dos aviões, no entanto, acaba gerando também um consumo maior de combustível.

“Com essa homogenização da alíquota, só vou abastecer aquilo que realmente precisa. Vou decolar com o peso necessário para fazer a segurança do voo, mas não vou gastar combustível para transportar combustível”, afirma.

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Avianca terá voos diretos entre São Paulo e Nova York a partir de dezembro
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Voos entre São Paulo e Nova York serão diários e no período noturno (Foto: Divulgação)

A companhia aérea brasileira Avianca vai começar a operar voos diretos de São Paulo para Nova York a partir de dezembro. Esse será o segundo destino para os Estados Unidos operado pela companhia. A Avianca Brasil iniciou os voos para Miami no último dia 23 de junho.

Segundo o presidente da Avianca, Frederico Pedreira, a nova rota será operada com os aviões Airbus A330-200. Os voos serão diários. Embora os horários ainda não estejam definidos, Pedreira já adiantou que os voos serão noturnos. “É o melhor horário para atender os passageiros de negócio e lazer”, afirma.

A venda de passagens para o novo voo para Nova York deve começar a partir de agosto. No entanto, ainda não há informações sobre as tarifas que serão praticadas pela companhia aérea para a nova rota.

Expansão internacional

O anúncio do lançamento do voo da Avianca faz parte dos planos de expansão internacional da companhia aérea brasileira, que começou com a chegada dos novos aviões Airbus A330-200. A aeronave conta com duas classes na cabine de passageiros. São 32 assentos na classe executiva e mais 206 na econômica.

O voo entre São Paulo e Nova York será a quinta rota internacional da empresa. A Avianca já opera um voo semanal entre Fortaleza (CE) e Bogotá, na Colômbia. Em junho, inaugurou a rota entre São Paulo e Miami. Em agosto, passa a operar dois voos diários entre São Paulo e Santiago, no Chile. Em setembro será a vez de inaugurar os voos semanais entre Salvador (BA) e Bogotá.

Mudanças no programa de fidelidade

A Avianca deve concluir até o final do mês uma grande mudança no seu programa de fidelidade, o Amigo. O presidente da companhia, Frederico Pedreira, afirmou que a intenção é que 100% dos assentos estejam disponíveis para venda com a troca de pontos.

Outra mudança é em relação à política de preço praticada nessa modalidade. Hoje, as rotas têm pontuação fixa e a proposta é que os valores variem de acordo com o preço em real das passagens.

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Quantidade de pontos vai flutuar de acordo com o preço da passagem (Foto: Divulgação)

Por Vinícius Casagrande

Em Miami (EUA)

A Avianca deve concluir até o final de julho uma grande mudança no seu programa de fidelidade, o Amigo. O presidente da companhia, Frederico Pedreira, afirmou que a intenção é que 100% dos assentos estejam disponíveis para venda com a troca de pontos. Atualmente, são apenas entre 20% e 25% dos lugares do avião.

Outra mudança é em relação à política de preço praticada nessa modalidade. Hoje, as rotas têm pontuação fixa e a proposta é que os valores variem de acordo com o preço em real das passagens. “Se baixar o valor em reais, os pontos automaticamente vão descer para ficarem mais atrativos e deixar o sistema mais fácil”, afirma Pedreira. “Vamos dar mais opções aos nossos clientes para usarem as milhas deles de uma forma mais eficiente”, avalia.

A Avianca tem testado o novo sistema desde o início de maio em dez rotas da companhia. “Até o final do próximo mês, deve estar em toda a nossa malha, incluindo o internacional”, afirma.

Segundo o presidente da companhia, para o voo entre São Paulo e Miami, nos Estados Unidos, que iniciou as operações na última sexta-feira (23), entre 8% e 10% das passagens já são emitidas com pontos do programa Amigo. O índice é bem acima do 3% nos voos nacionais da companhia.

Melhorar o programa Amigo tem sido um dos objetivos atuais da Avianca. Em recente pesquisa feita pela própria companhia com seus passageiros, esse foi o item que recebeu a pior avaliação.

A Avianca também tem priorizado as melhorias do programa após o ingresso da companhia na rede Star Alliance. Os passageiros que acumulam pontos no programa Amigo podem utilizá-lo para compra de passagem nas 25 empresas que fazem parte da aliança.

Cobrança de bagagem ainda não foi definida

Em meio à polêmica liberação para a cobrança de bagagem despachada – medida já implementada pelas concorrentes Azul, Gol e Latam –, o presidente da Avianca afirma que ainda estão sendo feitos estudos internos para definir quais procedimentos serão adotados.

Pedreira adiantou que a medida deve entrar em vigor na companhia no final do ano. “Queremos criar uma nova classe tarifária que não inclui o despacho de bagagem, com preços realmente atraentes para conquistar novos clientes, mas ainda estamos estudando como fazer isso”, diz.

Avianca fez primeiro voo para Miami na última sexta-feira (23) (Foto: Divulgação)

Expansão internacional

Depois de realizar seu primeiro voo internacional de longo curso, entre São Paulo e Miami, a Avianca se prepara agora para expandir suas atividades para outros destinos internacionais.

A empresa deve iniciar nesta quarta-feira (28) as vendas de passagens para os dois voos diários que terá, a partir de 7 de agosto, entre São Paulo e Santiago, no Chile. O voo da manhã será operado com os novos Airbus A330-200, os mesmos utilizados nos voos para Miami, enquanto o voo da noite será operado com os Airbus A320 que a companhia utiliza nos voos domésticos.

Até o final do ano, a empresa deve inaugurar mais uma rota internacional. O novo destino ainda não foi escolhido e deve ser anunciado até agosto. Segundo o presidente da Aviancal, o que já foi definido é que novo voo terá como destino um país do continente americano. Buenos Aires, na Argentina, é um desejo da companhia, mas um acordo bilateral entre os dois países não permite a criação de novos voos.

Atualmente, a Avianca já opera um voo semanal entre Fortaleza (CE) e Bogotá, na Colômbia, e ainda neste ano deve ter outro voo semanal entre Salvador (BA) e Bogotá.

A expansão internacional da Avianca começou com a chegada dos novos aviões Airbus A330-200. A aeronave conta com duas classes na cabine de passageiros. São 32 assentos na classe executiva e mais 206 na econômica.

Miami recebe 71 voos semanais do Brasil

A estreia da Avianca nos voos de longo curso ocorreu no destino que tem mais voos a partir do Brasil. São 71 ligações semanais saindo de diversas cidades brasileiras para Miami. Apesar da forte concorrência, o presidente da companhia acredita no crescimento do mercado e no suporte da Avianca Colômbia, que opera voos para a cidade norte-americana desde os anos 1940.

“Miami é o maior mercado ponto a ponto. A maioria dos passageiros faz o voo de São Paulo a Miami, sem conexão. Seja do ponto de vista operacional ou comercial, a marca Avianca é muito forte aqui em Miami. Isso vai ajudar nossa presença aqui”, afirma Pedreira.

Crescimento no mercado doméstico

A Avianca também tem expandido suas operações no mercado brasileiro. Além dos três novos Airbus A330-200 (um ainda está para chegar), a empresa já recebeu neste ano seis novos aviões Airbus A320.

Com isso, a empresa abriu duas novas bases de operação no país, em Foz do Iguaçu (PR) e Navegantes (SC). Na última semana, a Avianca também iniciou as vendas para os quatro voos diários entre São Paulo e Belo Horizonte (MG). As operações devem começar no dia 21 de agosto.

Apesar da expansão, o presidente da Avianca afirma que a empresa não tem “a menor intenção de se tornar a maior companhia aérea brasileira”. Pedreira afirma que a meta é manter entre 15% e 17% do mercado nacional. “O importante é ter rotas rentáveis e poder oferecer o melhor produto para os passageiros”, afirma.

Segundo dados apresentados pelo presidente da companhia, enquanto outras empresas tiveram retração, a Avianca teve crescimento de 14% no número de passageiros transportados no último ano.

O jornalista viajou a Miami a convite da Avianca

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EUA discutem liberação de telefonemas em voos. Você é contra ou a favor?
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Foto: Getty Images

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E se você e todos os outros passageiros pudessem ligar para quem quisessem, a qualquer hora, durante o voo? Isso seria bom ou ruim?

Pois essa discussão está em andamento nos Estados Unidos, onde o Departamento de Transportes quer que as companhias aéreas informem o passageiro com antecedência se chamadas de voz são permitidas a bordo. O órgão afirma que o objetivo é proteger os clientes de serem “expostos involuntariamente” a telefonemas dentro de aviões.

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O departamento também abriu um período de consulta popular para saber se deve simplesmente proibir as chamadas de voz nos voos feitos dentro dos Estados Unidos, ou internacionais que saiam do país, ou que tenham os EUA como destino. As opiniões podem ser enviadas até fevereiro.

Quem é contra

Até agora, muitos comentários negativos foram registrados. “Pior. Ideia. De todos os tempos”, diz um deles. “Vai ser o caos”, resume outro. “Aviões lotados não são lugar para ser forçado a ouvir conversas pessoais”, afirma um terceiro. “Por favor, NÃO permita ligações por wi-fi no avião. Voar já é uma experiência estressante”, acrescenta outro comentário.

Quem é a favor

Houve também quem se manifestasse a favor. “Sou piloto e apoio totalmente o uso da tecnologia no avião. As pessoas devem ter discernimento ao falar quando estiverem sentadas perto de alguém no avião. É uma questão de bom senso”.

Novas situações –como lidar?

Mais do que bom senso, um cenário em que as pessoas sejam liberadas para falar ao celular durante o voo poderá exigir outras medidas, como treinamento dos comissários para lidar com situações hoje inexistentes –por exemplo, um passageiro que se sinta incomodado pela conversa do outro.

Pesquisa: maioria foi contra ligações em voos

Não é a primeira vez que a discussão vem à tona entre os norte-americanos. Há três anos, quando as autoridades também estavam considerando acabar com as restrições a chamadas durante os voos, uma pesquisa da agência de notícias Associated Press indicou que 48% dos entrevistados eram contrários à iniciativa e 19% eram a favor.

Entre os que viajam de avião com frequência, a oposição foi ainda maior: 78%.

Avianca permite ligações via app

Com as companhias aéreas brasileiras investindo em tecnologia, a discussão também deve chegar por aqui. Recentemente, Gol e Avianca anunciaram a instalação de internet a bordo de seus aviões e a Latam também estuda a opção.

Em dois aviões da frota da Avianca é possível fazer chamadas de voz utilizando aplicativos pela internet. A companhia lançou o sistema em caráter de testes em setembro deste ano, de forma gratuita. Os planos são de ampliar a disponibilidade do serviço em 2017. Pesquisas estão sendo feitas com os clientes para avaliar a aceitação do sistema.

A Gol anunciou seu serviço de wi-fi a bordo pouco depois da Avianca. Até agora, sete aviões estão equipados com a tecnologia e a previsão é que toda a frota esteja equipada até outubro de 2018. Por enquanto, o serviço também está sendo oferecido sem cobrança. A empresa informa que sua rede de wi-fi é estruturada somente para uso de dados, excluindo a possibilidade de chamadas de voz.

A Latam, quando ainda não havia adotado o novo nome, chegou a operar um sistema de telefonia via satélite. O serviço foi descontinuado em 2014 porque o custo de roaming era muito alto, minando o interesse dos passageiros pelo serviço.

Atualmente, o uso do telefone celular para ligações normais só é permitido após a abertura das portas dos aviões –o que é informado a bordo, mas frequentemente ignorado pelos passageiros. A Gol autorizada a liberar o uso de celular a partir do momento em que o avião toca o solo.

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Após extravio de criança, entenda regras para voos de menor desacompanhado
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Foto: Getty Images

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A história de uma criança que viajou sozinha e, em vez de desembarcar em Vitória (ES), acabou em Curitiba (PR), chamou a atenção no último fim de semana para como é o procedimento de viagem de menores de idade.

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As companhias aéreas trazem informações sobre o assunto em suas páginas na internet – há algumas diferenças entre os serviços oferecidos, inclusive em relação à taxa cobrada, por trecho, pelo acompanhamento da criança ou adolescente. Nas empresas nacionais, a assistência ao menor que viaja sozinho é obrigatória para crianças entre 5 e 11 anos completos.

Latam

Na Latam os valores cobrados são de R$ 129 em voos nacionais, US$ 15 (pouco mais de R$ 51) para rotas dentro do Chile, Argentina e Equador, US$ 25 (cerca de R$ 86) para rotas dentro do Peru, 50.000 pesos colombianos (R$ 55) para rotas dentro da Colômbia e US$ 100 (aproximadamente R$ 344) para rotas nos demais países.

A empresa orienta o passageiro a solicitar o serviço até 48 horas antes do voo, pelos telefones 4002-5700 (capitais), 0300-570-5700 (demais cidades do Brasil) ou 0800-555-500 (atendimento a deficientes auditivos). Um formulário deve ser preenchido com informações sobre os responsáveis na origem e no destino, permissão para hospedar o menor em hotel no caso de atrasos no voo, alergias da criança. O responsável deve permanecer no aeroporto até a confirmação de partida do voo.

Em voos domésticos, a criança recebe uma pulseira com um código que permite o acompanhamento do status da viagem. Cada funcionário envolvido no acompanhamento faz a leitura do código, atualizando as informações, que podem ser acessadas por pais ou responsáveis, pelo celular, computador ou tablet.

Gol

A Gol, aérea envolvida no caso citado acima sobre a criança que viajou para o destino errado, cobra uma taxa de R$ 149 para voos domésticos e US$ 110 (quase R$ 380) para voos internacionais. O serviço só pode ser solicitado pela central de relacionamento (por meio de um formulário disponível no site), ou em uma das lojas da empresa.

Também há um formulário a ser preenchido, que inclui autorização para que a companhia aérea providencie alimentação e pernoite do menor em hotel, se necessário. Se o voo for operado por uma companhia parceira da Gol, o embarque de menores desacompanhados não será permitido.

No caso da criança que foi para o destino errado, a empresa divulgou um pedido de desculpas em que classifica o erro como pontual, informa que “em nenhum momento a criança correu qualquer risco”, e que esteve todo tempo assistida pela tripulação e colaboradores. Afirmou ainda que está adotando medidas para que erros desse tipo não voltem a ocorrer.

A Gol também tem uma pulseira com GPS que pode ser colocada na criança no momento do check-in e permite monitorar cada etapa da viagem.

Azul

A Azul só permite a viagem de crianças entre 5 e 11 anos desacompanhadas em voos domésticos, cobrando uma taxa extra de R$ 130 ou US$ 50 (R$ 172), caso a passagem tenha sido emitida fora do Brasil. Para ter acesso ao serviço, é preciso fazer a solicitação com antecedência mínima de 48 horas, pelo atendimento telefônico: 4003-1118 (capitais) e 0800-887-1118 (demais localidades).

Avianca

A Avianca informa em seu site a cobrança de uma taxa de R$ 100 para a supervisão de menores e pede que o serviço seja solicitado à central de atendimento com, no mínimo, 2 horas de antecedência ao voo.

Aéreas estrangeiras

Companhias aéreas internacionais também oferecem serviço de acompanhamento de menores que viajam sozinhos. Veja algumas opções, com base na informação disponibilizada na página das empresas na internet.

American Airlines

A American Airlines cobra uma taxa de US$ 150 (pouco mais de R$ 500) por trecho. No caso de 2 ou mais menores da mesma família viajando sozinhos nos mesmos voos, a taxa é cobrada uma única vez. Se o voo incluir conexões para outra empresa, conexões em solo ou conexão noturna, a criança não poderá embarcar sozinha.

A aérea dos Estados Unidos também diferencia as situações de acordo com a idade do menor. Crianças de 5 a 7 anos só podem viajar desacompanhadas em voos diretos. De 8 a 14 anos podem pegar rotas com conexão em alguns aeroportos americanos. Adolescentes com idade entre 15 e 17 anos também podem receber auxílio dos funcionários, mas o serviço não é obrigatório.

Air France

Foto: Divulgação/Air France

Foto: Divulgação/Air France

A Air France considera que o menor viaja desacompanhado mesmo se os responsáveis estiverem a bordo, só que em classe diferente. O serviço de assistência tem preços que variam conforme a distância do voo, no caso de viagens internacionais. Em um voo direto, o preço vai de 50 a 80 euros (R$ 180 a R$ 295, aproximadamente). Em uma viagem com conexão, o valor pode chegar a 100 euros (cerca de R$ 370). O responsável só pode deixar o aeroporto depois de receber um SMS com a confirmação da decolagem do avião – isso porque, se o voo for cancelado, a criança pode ser deixada com o responsável durante a espera por um outro voo.

O formulário de autorização para a viagem do menor desacompanhado inclui autorização para a aérea “tomar qualquer ação que considerar necessária para garantir a segurança” da criança, incluindo até mesmo o retorno ao aeroporto de partida. O responsável deve reembolsar a empresa pelos custos envolvidos. Da mesma forma, deve pagar por qualquer dano causado pelo menor durante o voo.

Se o voo tiver conexão de mais de 2 horas, a criança aguarda a nova decolagem em salas específicas para elas nos aeroportos Charles de Gaulle e Orly, em Paris. Nesses espaços, elas podem descansar, ler, assistir a desenhos animados, brincar com jogos, jogar videogame, etc.

Qatar Airways

A página em inglês da Qatar Airways informa sobre a possibilidade de escalar um representante exclusivo da aérea para acompanhar o menor entre 5 e 15 anos durante toda a viagem. A empresa cobra o trecho de volta para o funcionário que prestará o serviço.

Documentação necessária

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), adolescentes com idade entre 12 e 17 anos completos podem viajar desacompanhados independente de autorização dos responsáveis. Essa regra só vale para voos domésticos. Crianças com até 12 anos incompletos precisam de autorização para viajar desacompanhadas.

Nos voos internacionais, o embarque de menor desacompanhado dos responsáveis exige a apresentação de autorização de ambos os pais, com firma reconhecida, conforme estabelecido em resolução do Conselho Nacional de Justiça. O site da Polícia Federal indica a possibilidade de incluir algumas autorizações no passaporte do menor. Por exemplo, para que o menor viaje desacompanhado ou com apenas um dos responsáveis. Essa autorização será válida pelo mesmo período de validade do passaporte.

Correção: foi acrescentada a informação sobre a resolução do CNJ a respeito da autorização para viagem de menor desacompanhado


Empresa americana passa a oferecer wi-fi em todos os voos internacionais
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Conexão wi-fi está disponível em todos os voos internacionais da Delta (Imagem: Divulgação/Delta)

Conexão wi-fi está disponível em todos os voos internacionais da Delta (Imagem: Divulgação/Delta)

As longas viagens de avião estão ficando menos monótonas. É que os passageiros já não precisam mais ficar restritos ao sistema de entretenimento de bordo oferecido pelas companhias aéreas.

A possibilidade de conexão wi-fi à internet a bordo dos aviões é uma realidade cada vez mais presente e que tem se expandido em todo o mundo.

Nos Estados Unidos, a companhia aérea Delta Airlines concluiu em outubro a implementação do serviço de wi-fi em toda a sua frota de aviões que realizam voos internacionais.

A empresa conta atualmente com 200 voos diários ligando os Estados Unidos a países da África, Ásia, Oceania, Europa, Oriente Médio e América do Sul. Para o Brasil, a Delta tem cinco voos para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

A empresa afirmou que a instalação do wi-fi está presente em todos os aviões dos modelos Boeing 747, Boeing 777, Boeing 767, Boeing 757-200 e Airbus A330.

A empresa iniciou a implementação do wi-fi nos aviões que voam dentro dos EUA em 2008 e nos que fazem voos internacionais em 2012. O portal do serviço de wi-fi da companhia oferece acesso livre ao site da Delta, no qual os clientes podem gerenciar as viagens, reservar voos, verificar suas contas SkyMiles, reservar hotel ou carro e verificar o status de seus voos.

Para navegar em outros sites, é necessário pagar. O valor é de US$ 16 (cerca de R$ 50) para 24 horas. A aquisição pode ser feita antes mesmo da decolagem pelo site da Delta.

VEJA COMO FOI A INSTALAÇÃO DO WI-FI NO AVIÃO DA GOL

Wi-fi no Brasil

No Brasil, as companhias aéreas Avianca e Gol começaram no segundo semestre deste ano a oferecer wi-fi em seus aviões.

O primeiro voo no país com o serviço disponível aconteceu em 21 de setembro em um avião da Avianca. No dia 4 de outubro, foi a vez da Gol estrear o serviço.

Em ambas as companhias, a instalação do sistema tem sido feita de forma gradativa nos aviões da frota.

Na Avianca, o serviço será gratuito nos primeiros três meses enquanto a Gol não cobrará nada durante seis meses. Nenhuma das duas companhias informou os prováveis valores após o período de teste.

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Queijo e bacon: Avianca vai servir quiche na ponte aérea durante dois meses
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Na ponte aérea, quiche com muffin de sobremesa - Foto: Divulgação/Avianca

Na ponte aérea, quiche com muffin de sobremesa – Foto: Divulgação/Avianca

A Avianca começou a servir quiche quente nos voos entre o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e o Santos Dumont, no Rio de Janeiro. A opção ficará disponível pelos próximos dois meses, segundo a companhia aérea.

Serão quatro sabores, alternados semanalmente: primeiro, quiche de queijo, em seguida quiche com pedaços de bacon, de escarola e de ricota com peito de peru.

Como sobremesa, a companhia oferece frutas da estação ou muffins.

Na ponte-aérea e nos voos com mais de uma hora de duração, a Avianca Brasil diz que oferece sanduíches com recheios variados; nos voos com menos de uma hora, serve bombons ou bolinhos.


Confira os diferentes aviões usados pelas principais companhias nacionais
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As principais empresas aéreas brasileiras voam com aeronaves de marcas e tamanhos variados, desde o pequenino ATR 42-500, da Azul, que leva 48 passageiros, ao grandalhão Boeing B777-300ER, com capacidade para 379 pagantes. Confira abaixo quais são os modelos disponíveis hoje, com base em informações enviadas pelas próprias companhias. Alguns números podem variar em relação aos padrões de fábrica, por alterações de configuração ou eventuais customizações.

Avianca Brasil

Crédito: Divulgação

O A318, da Avianca, tem alcance de 5,7 mil km e leva 120 passageiros. (Foto: Divulgação)

Airbus A318
Alcance: 5,7 mil km
Peso máximo de decolagem: 68 toneladas
Tamanho: 31,45 (comprimento) x 34,1 m (asa a asa) x 12,88 m (altura)
Velocidade de cruzeiro: 875 km/h
Passageiros: 120

Crédito: Divulgação

O peso máximo de decolagem do A319, da Avianca, é de 75,5 toneladas. (Foto: Divulgação)

Airbus A319
Alcance: 7,2 mil km
Peso máximo de decolagem: 75,5 toneladas
Tamanho: 33,84 (comprimento) x 34 m (asa a asa) x 11,8 m (altura)
Velocidade de cruzeiro: 875 km/h
Passageiros: 132

Crédito: Divulgação

O A320, que comporta 162 passageiros, é a maior aeronave da Avianca Brasil. (Foto: Divulgação)

Airbus A320
Alcance: 5,7 mil km
Peso máximo de decolagem: 77 toneladas
Tamanho: 37,7 (comprimento) x 34 m (asa a asa) x 11,75 m (altura)
Velocidade de cruzeiro: 875 km/h
Passageiros: 162

 

Azul

Crédito: Divulgação

O pequeno ATR 42, da Azul, é uma aeronave de baixo alcance: 1,5 mil km. (Foto: Divulgação)

ATR 42-500
Alcance: 1,5 mil km
Peso máximo de decolagem: 18,6 toneladas
Tamanho: 22,67 (comprimento) x 24,57 m (asa a asa) x 7,59 m (altura)
Velocidade de cruzeiro: 450 km/h
Passageiros: 48

Crédito: Divulgação

O ATR 72 (foto) é um pouco maior que o ATR 42 e comporta 66 passageiros. (Foto: Divulgação)

ATR 72-500
Alcance: 1,5 mil km
Peso máximo de decolagem: 22,5 toneladas
Tamanho: 27,17 (comprimento) x 27,05 m (asa a asa) x 7,65 m (altura)
Velocidade de cruzeiro: 470 km/h
Passageiros: 66

Crédito: Divulgação

O Embraer 175 alcanca 3,33 mil km e tem velocidade de cruzeiro de 850 km/h. (Foto: Divulgação)

Embraer 175
Alcance: 3,33 mil Km
Peso máximo de decolagem: 38,79 toneladas
Tamanho: 31,68 (comprimento) x 26 m (asa a asa) x 9,73 m (altura)
Velocidade de cruzeiro: 850 km/h
Passageiros: 86

Crédito: Divulgação

Cabem 106 passageiros no Embraer 190, que tem alcance de 4 mil km. (Foto: Divulgação)

Embraer 190
Alcance: 4 mil km
Peso máximo de decolagem: 51,8 toneladas
Tamanho: 36,24 (comprimento) x 28,72 m (asa a asa) x 10,55 m (altura)
Velocidade de cruzeiro: 850 km/h
Passageiros: 106

Crédito: Divulgação

O Embraer 195 supera seus irmãos menores, levando 118 pagantes. (Foto: Divulgação)

Embraer 195
Alcance: 4 mil km
Peso máximo de decolagem: 52,29 toneladas
Tamanho: 38,65 (comprimento) x 28,72 m (asa a asa) x 10,55 m (altura)
Velocidade de cruzeiro: 850 km/h
Passageiros: 118

Crédito: Divulgação

Interior do Airbus A330, o maior avião da Azul, com capacidade para 275 pagantes. (Foto: Divulgação)

Airbus A330
Alcance: 11,3 mil km
Peso máximo de decolagem: 230 toneladas
Tamanho: 58,82 (comprimento) x 60,30 m (asa a asa) x 17,39 m (altura)
Velocidade de cruzeiro: 871 km/h
Passageiros: 275

 

GOL

Crédito: Divulgação

As aeronaves da Gol são de dois modelos da Boeing, 737-700 e 737-800NG. (Foto: Divulgação)

Boeing 737-700

Alcance: 6,23 mil km
Peso máximo de decolagem: 58 toneladas
Tamanho: 33,63 (comprimento) x 34,32 m (asa a asa) x 12,57 m (altura)
Velocidade de cruzeiro: 828 km/h
Passageiros: 138

Boeing 737-800NG
Alcance: 5,66 mil km
Peso máximo de decolagem: 79 toneladas
Tamanho: 39,47 (comprimento) x 34,32 m (asa a asa) x 12,55 m (altura)
Velocidade de cruzeiro: 828 km/h
Passageiros: 177

 

TAM

Crédito: Divulgação

O A319-100 tem 33,84 m (comprimento) por 34,10 m (asa a asa)  e 11,76 m (altura). (Foto: Divulgação)

Airbus A319-100
Alcance: 6,7 mil km
Peso máximo de decolagem: 75,5 toneladas
Tamanho: 33,84 m (comprimento) x 34,10 m (asa a asa) x 11,76 m (altura)
Velocidade de cruzeiro: 828 km/h
Passageiros: 144

Crédito: Divulgação

O novo interior da família A320. As duas versões levam de 174 a 220 pagantes. (Foto: Divulgação)

Airbus A320-200
Alcance: 5,7 mil
Peso máximo de decolagem: 77 toneladas
Tamanho: 37,57 (comprimento) x 34,10 m (asa a asa) x 11,76 m (altura)
Velocidade de cruzeiro: 936 km/h
Passageiros: 174

Airbus A321-200
Alcance: 5,6 mil km
Peso máximo de decolagem: 89 toneladas
Tamanho: 44,51 (comprimento) x 34,10 m (asa a asa) x 11,76 m (altura)
Velocidade de cruzeiro: 936 km/h
Passageiros: 220

Crédito: Divulgação

A imagem interna do A330 indica que aeronave leva muita gente: 221 passageiros. (Foto: Divulgação)

Airbus A330-200
Alcance: 11,3 mil km
Peso máximo de decolagem: 233 toneladas
Tamanho: 58,8 m (comprimento) x 60,3 m (asa a asa) x 17,4 m (altura)
Velocidade de cruzeiro: 872 km/h
Passageiros: 221

Crédito: Divulgação

O Boeing 767-300ER, da TAM, tem autonomia de voo de 7,13 mil km. (Foto: Divulgação)

Boeing 767-300ER
Alcance: 7,13 mil km
Peso máximo de decolagem: 186,88 toneladas
Tamanho: 55,6 (comprimento) x 47,8 m (asa a asa) x 15,8 m (altura)
Velocidade de cruzeiro: 851 km/h
Passageiros: 221

Crédito: Divulgação

TVs individuais no interior do Boeing 777-300ER. O avião leva 379 pagantes. (Foto: Divulgação)

Boeing 777-300ER
Alcance: 9,7 mil km
Peso máximo de decolagem: 346,54 toneladas
Tamanho: 73,9 (comprimento) x 64,8 m (asa a asa) x 18,5 m (altura)
Velocidade de cruzeiro: 905 km/h
Passageiros: 379

Leandro Quitanilha – leandroq@gmail.com


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