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Veja 5 dicas para deixar seu voo mais confortável, até na classe econômica
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Um bom planejamento pode fazer muita diferença durante a viagem (Imagem: Joel Silva/Folhapress)

Assentos apertados, falta de entretenimento a bordo, refeição ruim e até excesso de barulho. Todos os itens podem transformar uma viagem de avião em uma aventura bastante desconfortável. Um bom planejamento, no entanto, pode aliviar bastante boa parte desses sacrifícios a bordo.

O passo a passo para ter uma viagem mais confortável começa já na hora da compra da passagem, analisando o que a companhia aérea oferece, qual é a configuração dos assentos dentro da aeronave, os aeroportos de saída e chegada, o horário do voo e até mesmo os benefícios que seu cartão de crédito oferece. À primeira vista, tudo isso parece meros detalhes, mas fazem uma boa diferença no final da viagem.

Plaza Premium Lounge, sala VIP do aeroporto de Heathrow (foto: Divulgação)

Aproveite o conforto das salas VIPs

Você não precisa viajar na primeira classe ou na classe executiva para ter acesso às salas VIP dos aeroportos. Especialmente em esperas longas, esse espaço reservado pode fazer uma grande diferença. Lá dentro, o passageiro pode comer e beber à vontade e ainda descansar em poltronas bastante confortáveis, com o wi-fi liberado. Há salas VIP para voos nacionais e internacionais.

Passageiros frequentes recebem upgrades de categoria nos programas de fidelidade das companhias aéreas que dão direito a esse benefício. Mesmo quem viaja pouco também pode usufruir das salas VIP. Diversos cartões de crédito oferecem essa vantagem aos passageiros. Em muitos casos, no entanto, é necessário que o cartão tenha sido utilizado para a compra da passagem.

Caso você não tenha nenhum desses benefícios, ainda é possível pagar para ter acesso às salas VIP. As taxas variam de acordo com o aeroporto – em Guarulhos, o valor é de US$ 70 (R$ 222). Outra opção é se filiar a programas como o Priority Pass. No plano mais simples, o passageiro paga uma taxa anual de US$ 99 (R$ 314) e mais US$ 27 (R$ 85) por cada visita.

Escolha correta do assento no avião aumenta o conforto (foto: Divulgação)

Como escolher o melhor assento no avião

Durante a viagem, você vai passar algumas horas sentado. Então, é fundamental escolher o assento com antecedência para não ter de ficar ainda mais espremido durante o voo. Os lugares na parte dianteira do avião, por exemplo, costumam ser os primeiros na escolha das reservas. Os passageiros que viajam nessa área têm um embarque mais simples, já que entram no avião e podem se sentar rapidamente, e são os primeiros a sair do avião.

Se conseguir um assento na primeira fileira, melhor ainda. Esse é o local que o passageiro terá mais espaço para esticar as pernas e não terá uma poltrona reclinando na sua direção durante a viagem. Para garantir uma evacuação mais rápida em caso de algum incidente, as poltronas localizadas nas saídas de emergência também têm um espaço maior.

Esse conforto, no entanto, pode ter um custo a mais. As companhias aéreas sabem da preferência dos passageiros por esses assentos, e muitas delas passaram a cobrar uma taxa adicional para reservar um assento nessas fileiras.

A configuração interna do avião também pode fazer diferença. Nos voos nacionais, os aviões contam com a configuração 3-3 (janela, meio e corredor) ou 2-2 (janela e corredor). Nos voos internacionais, o mais comum é encontrar a classe econômica dividida da seguinte maneira: 2-4-2, 3-3-3 ou 3-4-3. As diferenças ocorrem por opção das companhias aéreas ou pelo modelo do avião.

As fileiras com apenas dois assentos costumam ser melhores, enquanto o assento do meio é o mais desconfortável. Escolher entre janela e corredor, no entanto, depende das prioridades de cada pessoa. Para quem gosta de admirar a vista e não quer ser incomodado durante a viagem, o melhor é escolher um assento na janela. Já para o passageiro que pretende esticar mais as pernas e gosta de levantar durante o voo, o assento no corredor é a melhor opção.

Para evitar surpresas, o ideal é que o assento seja reservado já no momento da compra da passagem.

Tablets podem substituir telas instaladas nos assentos dos aviões (foto: Getty Images)

Leve seu próprio entretenimento de bordo

Se o passageiro não tiver nada para fazer a bordo, a sensação é de que as horas demoram bem mais para passar. Mesmo que a companhia ofereça telas individuais de entretenimento de bordo, é sempre melhor levar o seu próprio material de distração pessoal.

Além do risco de não encontrar um filme de que você goste, em companhias aéreas estrangeiras há sempre a chance de ele não ter dublagem ou legendas em português. Por isso, é melhor garantir e deixar algo gravado no seu smartphone, tablet ou notebook, de preferência com a bateria carregada. E não pode faltar o seu próprio fone de ouvido.

Livros e revistas também são essenciais. Nesse caso, se você esqueceu de colocar na mala de mão, basta comprar um no próprio aeroporto.

Leve cremes, produtos de higiene pessoal e medicamentos (foto: Divulgação)

Prepare seu próprio kit com itens pessoais

Os passageiros da primeira classe e da classe executiva recebem kits com meias, cremes faciais e para as mãos, hidratante labial, escova e pasta de dente, entre outros itens. Mesmo viajando na classe econômica, você também pode ter os mesmos mimos. A diferença é que ele deve ser preparado em casa e guardado na mala de mão.

Não ache que isso é algo supérfluo. Esses kits podem fazer uma enorme diferença para o conforto durante a viagem. Durante o voo, o ar interno do avião fica bem mais seco. Depois de algumas horas, a pele já começa a sentir os efeitos da baixa umidade.

Para quem sofre de rinite ou sinusite, os efeitos são ainda mais sensíveis com a irritação do nariz. Nesse caso, vale incluir também um descongestionante nasal de cloreto de sódio ou soro fisiológico. Qualquer outro medicamento que o passageiro use com regularidade também deve ser incluído no seu kit pessoal.

Para ter um sono melhor, vale levar também um tapa-olhos para evitar a claridade e um protetor de ouvido para ficar livre do barulho de outros passageiros.

Outro item que não pode faltar são balas e chicletes para serem usados durante a decolagem e o pouso. Com a mudança de pressão, é normal o passageiro sentir dores no ouvido. Chupar balar ou mastigar chiclete ajuda a aliviar o incômodo.

Horário do voo também influencia no conforto (Foto: Apu Gomes/Folhapress)

O melhor horário do voo

Em viagens longas, o horário do voo também pode fazer uma grande diferença. É muito mais fácil, por exemplo, dormir em um voo que decolou no final do dia do que em um voo que partiu no meio da tarde.

No primeiro caso, é bem provável que você nem veja a viagem passar. Por outro lado, caso tenha decolado à tarde, a chance é maior de você ter sono somente quando já estiver chegando ao seu destino final.

Independentemente do horário do voo, no entanto, algumas pessoas simplesmente não conseguem dormir no avião. Nesse caso, a melhor opção é escolher um voo diurno para não perder uma noite de sono.

Outro ponto importante é avaliar a distância da cidade até o aeroporto. Dependendo do horário de saída ou chegada, essa questão é ainda mais relevante para não ter que enfrentar o horário mais pesado do trânsito e deixar a viagem ainda mais longa e cansativa.

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Aviões conseguem andar de ré ou precisam ser empurrados?
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Por Vinícius Casagrande

Nos aeroportos, quando um avião precisa ser deslocado para trás para deixar o portão de embarque antes da decolagem, um pequeno trator, chamado de push back, é acoplado no trem de pouso dianteiro do avião para empurrá-lo. Isso não significa, no entanto, que os aviões não têm condições de andar de ré por conta própria.

Embora as aeronaves não tenham uma marcha à ré, os aviões conseguem andar para trás por conta própria com o uso dos reversos dos motores. Criado para funcionar como freio durante o pouso, o reverso forma uma concha na parte traseira do motor e inverte a direção do fluxo de ar.

Com a aeronave parada em solo, o piloto aciona o reverso e aplica potência no motor. Dessa forma, o ar que dá impulso ao deslocamento do avião é direcionado para frente, e a aeronave se movimenta para trás.

O reverso forma uma concha na saída de ar do motor (foto: Divulgação)

Nos aviões turbo-hélice, o sistema de reverso é um pouco diferente. A mudança da direção do fluxo de ar é feita ao alterar o ângulo das pás. A hélice continua girando na mesma direção, mas o ar passa a ser direcionado para frente. Assim como nos jatos, o sistema foi criado para auxiliar na frenagem durante o pouso.

Os dois sistemas, no entanto, só estão presentes em aviões comerciais e executivos de grande porte. Nas aeronaves mais leves, quando não há tratores push back, elas podem ser empurradas manualmente sem grandes dificuldades.

Utilização da manobra é algo raro

O uso dessa técnica, conhecida como power back, para dar ré nos aviões só deve ser utilizada em último caso, quando não há nenhum trator de push back disponível e a aeronave precisa se movimentar. O principal problema está relacionado ao alto consumo de combustível exigido para a manobra, já que o motor precisa estar com potência elevada.

A força dos motores ainda polui e faz muito barulho, o que pode causar um incômodo ainda maior caso o avião esteja perto do terminal de passageiros.

O método mais comum é o uso dos tratores de push back (foto: Divulgação)

A manobra ainda pode causar outros problemas, como o aumento das chances de algum detrito que estava no chão ser jogado para dentro do motor. E como nos aviões não há espelho retrovisor, sem o auxílio de um mecânico em terra, seria impossível o piloto saber para onde estaria indo.

Por tudo isso, a manobra é feita em raríssimas ocasiões. A grande maioria dos aeroportos em todo o mundo conta com tratores de push back suficientes para movimentar adequadamente todos os aviões que estão em terra.

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Nova empresa terá aviões Airbus A320, A340 e A350 (foto: Divulgação)

A companhia aérea Air France anunciou nesta quinta-feira (20) a criação de uma nova empresa de aviação, a Joon. Segundo a Air France, a nova empresa é “destinada especialmente a jovens profissionais e aos millennials (com idade entre 18 e 35 anos), cujos estilos de vida giram em torno das tecnologias digitais”.

A intenção de criar uma nova companhia aérea havia sido anunciada pela Air France em novembro do ano passado. Na época, o projeto foi visto como uma opção de baixo custo para concorrer com as companhias árabes.

No entanto, nesta quinta-feira a Air France negou que esse seja o propósito da nova empresa. “A Joon não será uma companhia aérea de baixo custo, pois oferecerá produtos e serviços que refletem os conceitos já tão conhecidos da Air France”, afirma a empresa em comunicado.

Segundo a Air France, a Joon deverá iniciar voos de média distância a partir de Paris, na França, em outubro deste ano. Em meados de 2018, a intenção é passar a fazer voos de longa distância. Os voos serão realizados com aviões Airbus dos modelos A320, A340 e A350. Os detalhes sobre destinos, tarifas, produtos e serviços só devem ser divulgados pela companhia a partir de setembro.

Segundo a empresa, uniformes dos comissários seguiram as últimas tendência de moda (foto: Divulgação)

Com a nova companhia aérea, os executivos da empresa esperam aumentar a participação da própria Air France entre o público jovem. “A Joon é a irmã mais nova e complementar da Air France, que também inspirará seus clientes a viajar com sua irmã mais velha”, diz o comunicado da empresa.

O CEO da Joon, Jean-Michel Mathieu, avalia que a criação de uma nova marca aumentará a rentabilidade de todo o grupo Air France-KLM. “Ela vai elevar a rentabilidade do Grupo Air France, permitindo reduzir custos e assegurar a sustentabilidade de seu modelo de negócios”, afirma.

O nome Joon foi escolhido, segundo a Air France, por ser “curto, impactante e internacional”.

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Aérea inicia a venda do serviço de bordo de forma gradual (Foto: Divulgação)

Por Vinícius Casagrande

A companhia aérea Latam vai dar início nesta quinta-feira (20) à venda de comidas e bebidas a bordo dos voos nacionais. Com a implementação do novo serviço, chamado de Mercado Latam, somente um copo de água será oferecido gratuitamente aos passageiros. O cardápio de comidas e bebidas conta com 52 produtos, com preços que variam entre R$ 4 e R$ 30.

A implementação do serviço será feita de forma gradual em todos os voos da companhia aérea no Brasil. No início, o novo modelo de serviço estará disponível em cerca de 80 voos diários ligando dez aeroportos operados pela companhia dentro do país – Bauru (SP), Brasília (DF), São Paulo/Congonhas, Rio de Janeiro/Galeão, Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Recife (PE), Ribeirão Preto (SP) e Santarém (PA).

Serão 52 produtos com valores entre R$ 4 e R$ 30 (foto: Divulgação)

As mudanças fazem parte da nova política tarifária da empresa que já começou a ser implementada nos demais países que a companhia atua, como Colômbia, Peru, Chile e Argentina.

Atualmente, nos voos com mais de 1h15 de duração, a empresa oferece bebidas frias e quentes e um snack de cortesia. Os produtos são sempre os mesmos, independentemente do horário do voo. Segundo a empresa, a partir de agora os passageiros terão opções mais adaptadas ao período do dia em que estão voando.

''O Mercado Latam é uma mudança bastante grande em relação ao que o passageiro degusta nos voos domésticos. Ele tem uma mistura de produtos bastante significativa para o mercado brasileiro'' afirma Jerome Cadier, presidente da Latam Brasil.

O pagamento a bordo dos aviões da companhia poderá ser feito com dinheiro ou cartões de crédito das bandeiras Visa e Mastercard.

Veja alguns preços:

– Café: R$ 4,00

— Chá mate: R$ 4,00

— Cappuccino: R$ 6,00

— Chocolate Snickers: R$ 6,00

— Refrigerante: R$ 7,00

— Dois brigadeiros de chocolate: R$ 7,00

— Cerveja Skol: R$ 8,00

— Cerveja Heineken: R$ 10,00

— Cerveja Colorado: R$ 12,00

— Salada fresca: R$ 20,00

— Combo de sanduíche de rosbife e bebida: R$ 25,00

— Espumante Brut Rèserve Chandon: R$ 30

Empresa já cobra pela bagagem despachada em voo

No último dia 24, a Latam também deu início à cobrança de bagagem a bordo nos voos nacionais. Para a compra do serviço no momento da aquisição da passagem, a taxa será de R$ 30. Se adquirir o serviço após efetivar a compra, o valor sobe para R$ 50 e chega a R$ 80 para pagamento no momento do check-in.

Nos voos internacionais, a Latam não cobra pela bagagem despachada. No entanto, a empresa reduziu o limite de duas malas de 32 kg para duas malas de 23 kg nos viagens para os Estados Unidos, Europa e África do Sul.

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Voos entre São Paulo e Nova York serão diários e no período noturno (Foto: Divulgação)

A companhia aérea brasileira Avianca vai começar a operar voos diretos de São Paulo para Nova York a partir de dezembro. Esse será o segundo destino para os Estados Unidos operado pela companhia. A Avianca Brasil iniciou os voos para Miami no último dia 23 de junho.

Segundo o presidente da Avianca, Frederico Pedreira, a nova rota será operada com os aviões Airbus A330-200. Os voos serão diários. Embora os horários ainda não estejam definidos, Pedreira já adiantou que os voos serão noturnos. “É o melhor horário para atender os passageiros de negócio e lazer”, afirma.

A venda de passagens para o novo voo para Nova York deve começar a partir de agosto. No entanto, ainda não há informações sobre as tarifas que serão praticadas pela companhia aérea para a nova rota.

Expansão internacional

O anúncio do lançamento do voo da Avianca faz parte dos planos de expansão internacional da companhia aérea brasileira, que começou com a chegada dos novos aviões Airbus A330-200. A aeronave conta com duas classes na cabine de passageiros. São 32 assentos na classe executiva e mais 206 na econômica.

O voo entre São Paulo e Nova York será a quinta rota internacional da empresa. A Avianca já opera um voo semanal entre Fortaleza (CE) e Bogotá, na Colômbia. Em junho, inaugurou a rota entre São Paulo e Miami. Em agosto, passa a operar dois voos diários entre São Paulo e Santiago, no Chile. Em setembro será a vez de inaugurar os voos semanais entre Salvador (BA) e Bogotá.

Mudanças no programa de fidelidade

A Avianca deve concluir até o final do mês uma grande mudança no seu programa de fidelidade, o Amigo. O presidente da companhia, Frederico Pedreira, afirmou que a intenção é que 100% dos assentos estejam disponíveis para venda com a troca de pontos.

Outra mudança é em relação à política de preço praticada nessa modalidade. Hoje, as rotas têm pontuação fixa e a proposta é que os valores variem de acordo com o preço em real das passagens.

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Há vagas para pilotar o maior avião de passageiros do mundo, o Airbus A380 (Foto: Divulgação)

A companhia aérea Emirates Airlines, dos Emirados Árabes Unidos, está em busca de pilotos brasileiros para a sua frota de aviões Airbus A380 e Boeing 777. Há vagas para copilotos e comandantes, com salários que podem chegar a R$ 50,9 mil (58.770 Dirham).

A empresa fará um evento de seleção de pilotos em São Paulo nos dias 27 e 28 de julho, no hotel Bourbon Convention Ibirapuera (Av. Ibirapuera, 2.927). Serão três sessões e não é necessária inscrição antecipada para participar do evento. Os pilotos que não puderem participar do evento podem se candidatar pelo site www.emirates.com/pilots.

Os pilotos selecionados deverão fazer, ainda no Brasil, uma entrevista por videoconferência, um teste online e outra avaliação de conhecimentos específicos de aviação.

Se aprovado nas três fases iniciais, o processo de seleção continua na sede da Emirates, em Dubai. As últimas avaliações são testes de habilidade em simulador de voo, entrevista, exame psicotécnico e avaliação de saúde.

Requisitos mínimos para se candidatar

Para se candidatar à vaga de copiloto, o candidato deve ter experiência em aviões multimotores, que podem ser turbo-hélices, jatos comerciais ou jatos executivos. São necessárias 2.000 horas de voo em aviões acima de 20 toneladas ou 3.000 horas de voo para aviões entre 10 e 20 toneladas.

No caso das vagas para comandante, são exigidas o mínimo de 7.000 horas de voo, sendo 3.000 como comandante de jatos acima de 50 toneladas e 1.000 horas em aviões do tipo widebody (fuselagem larga), além de, pelo menos, três anos de experiência em voos de longa distância.

A Emirates tem voos diários entre Dubai e São Paulo com o Airbus A380, o maior avião de passageiros do mundo, e entre Dubai e Rio de Janeiro com o Boeing 777. Segundo a empresa, a Emirates tem, atualmente, mais de 800 funcionários brasileiros, sendo mais de 120 pilotos do país.

Salário é livre de impostos

Com base operacional em Dubai, os salários dos pilotos da Emirates são livres de impostos (de acordo com a legislação local). A companhia aérea oferece casa para os pilotos, mas há a opção de receber um auxílio-moradia para alugar alguma outra residência. É necessário morar em Dubai.

Veja os salários:

Copiloto de Boeing 777 cargueiro

Salário-base (com horas de voo): R$ 21.610 (24.935 Dirham)

Auxílio-moradia: R$ 9.533 (11.000 Dirham)

Salário total: R$ 31.143 (35.935 Dirham)

Comandante de Boeing 777 cargueiro

Salário-base: R$ 30.658 (35.375 Dirham)

Auxílio-moradia: R$ 10.833 (12.500 Dirham)

Salário total: R$ 41.491 (47.875 Dirham)

Copiloto de Airbus A380 e Boeing 777 de passageiros

Salário-base: R$ 26.108 (30.125 Dirham)

Auxílio-moradia: R$ 12.415 (14.325 Dirham)

Salário total: R$ 38.523 (44.450 Dirham)

Comandante de Airbus A380 e Boeing 777 de passageiros

Salário-base: R$ 37.000 (42.695 Dirham)

Auxílio-moradia: R$ 13.931 (16.075 Dirham)

Salário total: R$ 50.952 (58.770 Dirham)

Além do salário, os pilotos têm outros benefícios, como seguro médico e dental e férias anuais. A empresa também adotou um novo rodízio de trabalho, que consiste em 28 dias trabalhados, seguidos por 13 dias de folga.

Evento de recrutamento da Emirates:

Local: Bourbon Convention Ibirapuera – Av. Ibirapuera, 2.927, Moema, São Paulo

Dia 27 de julho às 10h ou às 14h

Dia 28 de julho às 10h

Não é necessário fazer inscrição antecipadamente

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Que acontece se motor do helicóptero para? Piloto tem 2 segundos para agir
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Manobra de autorrotação garante pouso seguro do helicóptero (foto: Divulgação)

Se o motor de um helicóptero para de funcionar, o que acontece? Ele cai totalmente na vertical, como uma pedra? Na verdade, não é bem assim. A manobra de emergência precisa ser iniciada em apenas dois segundos, mas o problema pode ser contornado pelo piloto, que poderá fazer um pouso em total segurança.

Para ter a sustentação necessária ao voo, o helicóptero precisa do movimento da hélice (tecnicamente chamada de rotor principal). Esse movimento é gerado graças à força do motor. Mesmo com uma falha do motor, a hélice precisa continuar girando. Para isso, o piloto adota uma manobra chamada de autorrotação.

A hélice do helicóptero tem o formato semelhante ao das asas dos aviões. Por isso, são chamados de aeronaves de asas rotativas. Nos dois casos, a sustentação que mantém o equipamento no ar é gerada pelo fluxo do ar pelas as asas, fixa ou rotativa. No caso do helicóptero, quando a hélice começa a girar, ele começa a ganhar sustentação imediatamente. Já os aviões precisam ganhar velocidade horizontal na pista para gerar a sustentação necessária para a decolagem.

Quando já estão voando, os aviões não sofrem uma queda brusca de sustentação quando há uma falha no motor. Como as asas são fixas, o avião consegue planar até mesmo por longas distâncias em uma descida relativamente lenta.

Por outro lado, os helicópteros precisam da força do motor para manter a hélice girando. Quando há uma falha, a perda de sustentação é quase imediata. No entanto, a hélice não para de girar automaticamente e o piloto ainda consegue manter o voo controlado até o pouso. A diferença para os aviões é que a velocidade de descida é mais rápida. Além disso, os helicópteros voam mais baixo, o que também diminui o tempo até o pouso.

Hélice passa a funcionar como um catavento

Em situações de emergência, o piloto adota um procedimento chamado de autorrotação. Quando o helicóptero perde potência e inicia a descida, o deslocamento vertical do ar (de baixo para cima) gera força suficiente para manter o movimento da hélice.

“É uma manobra que o piloto faz quando o helicóptero tem uma perda súbita de potência e gera um efeito aerodinâmico similar ao catavento, que faz com que o rotor (hélice) continue girando. Isso vai manter a inércia do rotor para que possa chegar próximo ao solo com condições de desacelerar e amortecer o pouso”, afirma o comandante Arthur Fioratti, presidente da Abraphe (Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero).

Assim que o motor do helicóptero apresenta algum problema, o comandante Fioratti afirma que os pilotos têm, em média, dois segundos para tomar as primeiras atitudes. E o passo inicial é exatamente começar uma descida rápida do helicóptero, já que é esse deslocamento que vai permitir que a hélice continue girando.

Embora a descida possa ser um pouco brusca, é ela que permite que o piloto mantenha o controle do helicóptero para fazer o pouso em segurança, desacelerando a descida e tocando o solo suavemente. Normalmente, o tempo entre a falha do motor e o pouso do helicóptero é de menos de um minuto.

Basicamente, a manobra é composta de três etapas:

1. Quando o motor apresenta a falha, o piloto inicia a descida para manter o rotor (hélice) girando. A decisão deve ser feita imediatamente após o problema ser detectado.

2. Durante a descida, o piloto tem de manter a rotação da hélice nos padrões determinados para aquele modelo de helicóptero. Para isso, ele ajusta também a velocidade de deslocamento horizontal do helicóptero. A descida dura, normalmente, menos de um minuto. É esse o tempo que o piloto tem para escolher um local de pouso.

3. Manter a velocidade das hélices é fundamental para que o piloto possa ter o controle total do helicóptero durante o pouso. Ao se aproximar do solo, o piloto reduz a velocidade de descida do helicóptero para pousar mais suavemente.

Mesmo sendo um procedimento de emergência que exige uma decisão rápida do piloto, o comandante Fioratti afirma que a manobra pode ser feita com total segurança. “É uma ação que não tem muita chance de errar e tem de ser muito rápida, mas é uma manobra muito exigida em todos os treinamentos dos pilotos, nos simuladores e nos voos de avaliação”, afirma.

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Voos de companhias aéreas brasileiras serão transferidos para aeroporto de Ezeiza (Foto: Divulgação)

Por Vinícius Casagrande

O governo da Argentina proibiu a operação de voos internacionais no aeroporto central de Buenos Aires, o Aeroparque Jorge Newbery, distante 9 km do centro da cidade. Com a mudança, todos os voos internacionais serão transferidos para o aeroporto Ministro Pistarini, em Ezeiza, na região metropolitana de Buenos Aires e a 32 km do centro da capital argentina.

A medida vinha sendo especulada pela imprensa do país desde a semana passada e confirmada nesta segunda-feira (10) pela Anac (Administración Nacional de Aviación Civil) da Argentina.

A decisão afeta diversos voos do Brasil para Buenos Aires, que atualmente chegam ao aeroporto central de Buenos Aires. Os voos são operados pelas companhias aéreas Latam, Gol, Aerolíneas Argentinas e Austral e partem de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador (BA), Porto Seguro (BA), Porto Alegre (RS) e Curitiba (PR).

A medida começa a ser implementada de forma gradativa a partir de abril de 2018, quando metade dos voos internacionais devem ser transferidos para Ezeiza. A outra metade dos voos deve mudar de aeroporto até o dia 1º de abril de 2019. O governo da Argentina abriu exceção somente para os voos para Montevidéu, no Uruguai.

Aumento de voos domésticos na Argentina

Segundo a Anac argentina, a medida tem como intenção abrir espaço para o aumento de voos domésticos no aeroporto central de Buenos Aires. O governo argentino tem como meta dobrar o número de passageiros do transporte aéreo no país, especialmente nos voos domésticos.

No final do ano passado, o governo da Argentina autorizou a criação de cinco novas companhias aéreas. A intenção é que o país adote um novo modelo de baixas tarifas que possa exatamente fomentar o incremento da aviação na Argentina.

Parte dos novos voos domésticos deve ser operada justamente no Aeroparque Jorge Newbery. Segundo o jornal argentino ''La Nacion'', o aeroporto central de Buenos Aires tem, atualmente, 340 voos diários, sendo que 40 deles são internacionais, o que representa apenas 12% do total das operações locais.

Companhias brasileiras terão de alterar seus voos

A Gol afirmou que “neste momento, a companhia aguarda a oficialização da medida pela entidade argentina para que possa iniciar, se necessário, as alterações de malha.” A companhia conta, atualmente, com 76 voos semanais para a Argentina, sendo três voos diários (21 semanais) para o Aeroparque Jorge Newbery, todos saindo do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Na Argentina, a Gol também já opera 38 voos semanais para o aeroporto de Ezeiza, além de voar para Mendoza, Córdoba e Rosário.

A Latam afirmou que “em virtude do anúncio de desregionalização do Aeroparque Jorge Newbery para 2018, a companhia se ajustará à regulação como define a resolução”. Atualmente, o grupo Latam opera mais de 30 voos diários nacionais e dez voos diários internacionais (para Santiago e para Guarulhos) a partir do Aeroparque.

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Voo da El Al resgatou judeus perseguidos na Etiópia (foto: Divulgação)

De ações humanitárias a testes de resistências ou simples extravagâncias, alguns voos se tornaram históricos e entraram para o Guinness Book como feitos inéditos. A lista de recordes mundiais da aviação inclui desde o voo com o maior número de passageiros até o mais longo feito por um aviãozinho de papel.

1.088 passageiros em um Boeing 747

No dia 24 de maio de 1991, um Boeing 747 decolou do aeroporto de Addis Abeba, na Etiópia, com 1.086 passageiros. O número já seria um recorde, mas durante o voo até Israel dois bebês nasceram a bordo. Assim, o avião pousou com 1.088 passageiros.

O voo foi feito pela companhia aérea israelense El Al em uma missão humanitária de evacuação de judeus etíopes perseguidos no país. A missão durou 36 horas, com um total de 40 voos e 14,2 mil judeus resgatados.

Lockheed SR-71A Blackbird fez NY a Londres em 1h54 (foto: Divulgação)

O voo mais rápido ao cruzar o Atlântico

Com uma velocidade média de 2.908 km/h, o Lockheed SR-71A Blackbird fez, em 1974, a travessia mais rápida sobre o oceano Atlântico. A viagem entre Nova York, nos Estados Unidos, e Londres, na Inglaterra, durou 1 hora, 54 minutos e 56 segundos. A distância total do voo foi de 5.570 km.

Dois anos depois, o mesmo avião bateu o recorde de velocidade em voo, ao chegar a 3.529,56 km/h em um voo de apenas 25 km de distância sobre a Base Aérea de Beale, na Califórnia, nos Estados Unidos.

Concorde fez viagem entre NY e Londres em 2h52 (Imagem: Divulgação/British Airways)

O voo comercial mais rápido ao cruzar o Atlântico

O Concorde foi o avião mais rápido do mundo a realizar voos comerciais. Os altos custos de operação, no entanto, impossibilitaram que ele continuasse voando, e o avião foi aposentado nos anos 2000.

Enquanto esteve em operação, o Concorde quebrou vários recordes. É dele, por exemplo, o título de voo comercial mais rápido ao cruzar o Atlântico. A viagem entre Nova York e Londres, realizada pela British Airways, durou 2 horas, 52 minutos e 59 segundos. Atualmente, um voo comercial entre as duas cidades tem duração estimada em seis horas e 50 minutos.

Piloto Steve Fossett fez voo de 76h45 e 42.469 km (foto: Divulgação)

O voo mais longo do mundo

A bordo do avião Virgin Atlantic GlobalFlyer, criado exatamente para bater recordes de distância, o norte-americano Steve Fossett realizou no dia 8 de fevereiro de 2006 o voo mais longo feito por um avião na história: durou quase de 77 horas.

A aeronave contava com grandes tanques de combustível para poder percorrer longas distâncias. No voo histórico, Fossett decolou com 8,2 toneladas de combustível. O voo decolou do Kennedy Space Center, na Flórida, nos Estados Unidos, e permaneceu no ar por 76 horas e 45 minutos, até pousar em Bournemouth, na Inglaterra. Durante a viagem, o avião percorreu 42.469 km.

Além do voo mais longo do mundo, Fossett tem outros recordes aeronáuticos. É dele os títulos de primeira volta ao mundo feita sozinho a bordo de um balão, que também deu o recorde de maior voo de balão. Além disso, ostenta o título de primeira volta ao mundo em um avião sem reabastecimento e a de maior velocidade em um voo de zeppelin.

Boeinh 777-200LR fez voo com 22h42 de duração (foto: Divulgação)

O voo mais longo feito por um avião comercial

Em 10 de novembro de 2005, a Boeing realizou um voo experimental para testar a autonomia máxima do Boeing 777-200LR. A viagem, sem reabastecimento, entre Hong Kong, na China, e Londres, na Inglaterra, percorreu 21.601 km em 22 horas e 42 minutos. O voo foi o mais longo do mundo feito por um modelo de avião comercial sem modificações.

Atualmente, nas rotas regulares, o voo da Qatar Airways entre Doha, no Catar, e Auckland, na Nova Zelândia, é considerado o mais longo do mundo em atividade. A viagem de 14,5 mil km dura 16 horas e 30 minutos.

Voo de aviãozinho de papel percorreu 69,14 metros (foto: Divulgação)

O voo mais longo feito por um aviãozinho de papel

Parece brincadeira de criança, mas tem gente que leva o assunto muito a sério. Os norte-americanos John Collins e Joe Ayoob conseguiram o recorde de voo mais longo do mundo feito por um aviãozinho de papel.

Criado em uma folha de papel A4, o avião percorreu 69,14 metros. O lançamento foi feito na base da Força Aérea de McClellan, na Califórnia, nos Estados Unidos, em 26 de fevereiro de 2012. Collins foi o projetista do aviãozinho, e Ayoob ficou responsável pelo lançamento.

Esquadrilha da Fumaça tem o recorde de mais aviões em voo invertido (Foto: Eduardo Ferreira/UOL)

Maior número de aviões voando de ponta-cabeça

O Brasil também tem um recorde mundial da aviação. O título foi conquistado pelo Esquadrão de Demonstração Aérea, a famosa Esquadrilha da Fumaça. O recorde é o de maior número de aviões voando ao mesmo tempo de ponta-cabeça, com 12 aviões T-27 Tucano. A apresentação foi realizada no dia 29 de outubro de 2006. Os aviões ficaram na posição invertida durante 30 segundos sobre a Base Aérea de Pirassununga, em Pirassununga (211 km ao norte de São Paulo).

Maior voo em formação de helicópteros

O 1º Esquadrão de Fort Bragg, na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, utilizou 32 helicópteros no maior voo em formação de helicópteros do mundo. A apresentação foi organizada para celebrar o fim das operações do modelo Bell OH-58D Kiowa Warrior e homenagear todos os militares que serviram naquela base aérea.

Maior quantidade de loopings consecutivos

O Blades Aerobatic Display Team, do Reino Unido, bateu o recorde de loopings (quando o avião completa um círculo na vertical) em voo em formação, ao realizar 26 voltas completas na sequência. Na apresentação, foram utilizados quatro aviões Extra 300.

Cinco casais casaram a bordo de um avião da Fiji Airways a 12,5 mil metro de altitude (foto: Divulgação)

Casamento coletivo a 12,5 mil metros de altitude

Cinco casais resolveram fazer um casamento diferente para entrar no Guinness Book. A cerimônia é considerada o casamento na mais alta altitude a bordo de um avião, a 12,5 mil metros acima do nível do mar. O voo foi realizado pela companhia aérea Fiji Airways, entre Auckland, na Nova Zelândia, e Nadi, em Fiji.

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1ª queda em 10 anos: brasileiro pega menos avião e troca EUA por Argentina
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Todos a Bordo

Fluxo de passageiros para os EUA teve queda de 17,4% (Foto: Getty Images)

Por Vinícius Casagrande

O ano passado foi o primeiro, desde 2007, em que o número de passageiros de avião teve diminuição no país, com queda geral de 6,9%. A diminuição ocorreu tanto em voos nacionais (-7,8%) quanto em internacionais (-3%). Somando os dois mercados, viajaram de avião no último ano 109,6 milhões de pessoas. Em 2015, recorde histórico no Brasil, haviam sido transportados 117,7 milhões de passageiros.

O número de passageiros do Brasil para os Estados Unidos caiu 17,4%, indo de 5,3 milhões em 2015 para 4,4 milhões no ano passado. Em compensação, o volume para a Argentina cresceu 11,4%. Mesmo com a redução, os EUA continuam sendo o destino que atrai mais brasileiros.

Estados Unidos – 4.440.924 passageiros (-17,4% em relação a 2015)

Argentina – 3.431.848 passageiros (+11,4%)

Chile – 1.500.579 passageiros (+6,6%)

Portugal – 1.474.704 passageiros (-4,1%)

Espanha – 1.012.586 passageiros (+4%)

França – 927.829 passageiros (-4,4%)

Queda geral no país

Com a diminuição da demanda, as empresas aéreas também reduziram a quantidade de voos no país. No mercado internacional, a baixa registrada no ano passado foi de 7,9%, ou 11,5 mil voos a menos. Nos voos nacionais, a queda foi ainda maior, de 11,4%, ou 106 mil voos a menos em relação a 2015.

Internamente, na rota de maior movimento no país, entre os aeroportos de Santos Dummont, no Rio de Janeiro, e Congonhas, em São Paulo, a redução foi de 3,5%, caindo de 4 milhões para 3,9 milhões.

Os dados constam do Anuário do Transporte Aéreo, elaborado pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e divulgado na sexta-feira passada (30 de junho).

Rotas mais movimentadas do país

Os aeroportos de São Paulo e do Rio de Janeiro dominam as principais rotas aéreas do Brasil. Todas as 20 rotas mais movimentadas do país em número de passageiros passam por um dos quatro aeroportos que servem as duas cidades (Congonhas e Guarulhos, em São Paulo, e Santos Dummont e Galeão, no Rio de Janeiro).

O aeroporto de Guarulhos conta com quase metade das 20 rotas com maior fluxo de passageiros no mercado nacional. Veja as rotas mais movimentadas do país:

Rio de Janeiro (Santos Dummont) – São Paulo (Congonhas): 3.906.171 passageiros

São Paulo (Congonhas) – Brasília: 2.078.804 passageiros

Salvador – São Paulo (Guarulhos): 1.856.072 passageiros

Porto Alegre – São Paulo (Guarulhos): 1.811.195 passageiros

São Paulo (Guarulhos) – Recife: 1.752.261 passageiros

São Paulo (Congonhas) – Belo Horizonte (Confins): 1.737.740 passageiros

São Paulo (Congonhas) – Porto Alegre: 1.726.640 passageiros

Curitiba – São Paulo (Guarulhos): 1.490.442 passageiros

Fortaleza – São Paulo (Guarulhos): 1.479.841 passageiros

São Paulo (Congonhas) – Curitiba: 1.447.058 passageiros

Rio de Janeiro (Galeão) – São Paulo (Guarulhos): 1.308.077 passageiros

Belo Horizonte (Confins) – São Paulo (Guarulhos): 1.164.835 passageiros

Salvador – Rio de Janeiro (Galeão): 1.140.958 passageiros

Brasília – Rio de Janeiro (Santos Dummont): 1.117.575 passageiros

Brasília – São Paulo (Guarulhos): 1.064.470 passageiros

Florianópolis – São Paulo (Guarulhos): 1.013.807 passageiros

São Paulo (Congonhas) – Rio de Janeiro (Galeão): 951.193 passageiros

Rio de Janeiro (Galeão) – Porto Alegre: 874.735 passageiros

Rio de Janeiro (Galeão) – Recife: 834.933 passageiros

Rio de Janeiro (Santos Dummont) – Belo Horizonte (Confins): 833.881 passageiros

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