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Prova do MasterChef o deixou curioso? Veja comidas “proibidas” em aviões
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Foto: Divulgação

O cardápio vencedor da prova desta semana do programa MasterChef (Band), reality show de culinária, será servido durante o mês de maio na classe executiva dos voos internacionais da companhia aérea Azul para os Estados Unidos e Lisboa (Portugal). A sobremesa foi adaptada para ser servida também na classe econômica.

O menu vencedor teve creme de camarão (entrada), salmão com crosta de amêndoas e purê de aspargos (prato principal) e creme inglês acompanhado de maçã com especiarias (sobremesa). As outras opções para os passageiros incluem peito de frango em cubos, nhoque de aipim ou ainda sorvete de creme com calda de chocolate para a sobremesa.

No entanto, o cardápio do programa precisou ser adaptado para ser servido nos voos. O creme de camarão, que foi elaborado com coco fresco no programa, será preparado com leite de coco para os passageiros da Azul.

“Nenhum alimento que pode deteriorar pode ser usado”, explica Renata Lorenzini, gerente de marca e produto da Azul, ressaltando que essa é uma exigência das normas de vigilância sanitária.

Veja menu do Masterchef que será servido aos passageiros da executiva da Azul

Outra mudança no cardápio escolhido como o melhor foi necessária por uma questão logística. O grupo campeão serviu a sobremesa com um biscoito amanteigado espetado verticalmente sobre a maçã. Os jurados elogiaram a ideia, por considerar que era fácil finalizar o prato com o biscoito antes de servir.

Mas a aérea teve de mudar a montagem do prato, porque do jeito como havia sido feito, a altura do biscoito atrapalhava a colocação das bandejas nos trolleys, os carrinhos usados pelos comissários para distribuir as refeições.

Em média, a Azul serve 170 refeições por dia na classe business. Na econômica, são 1.370 refeições servidas diariamente.

Restrições de alimentos chamam a atenção

Mas o que chamou mais a atenção durante a prova do MasterChef foram as restrições às quais os candidatos a chef de cozinha tiveram de ficar atentos. Um prato foi criticado porque tinha ovos cozidos.

Um dos jurados lembrou que esse é um tipo de alimento que provoca gases. “E a gente lá ia lembrar que existe essa questão da flatulência? Tem que se controlar dentro do avião, gente, pelo amor de Deus”, disse uma das integrantes do grupo que elaborou a refeição.

De fato, o ovo é um dos alimentos que devem mesmo ser evitados em refeições servidas a bordo. “A gente brinca que são alimentos polêmicos”, diz Lorenzini.

A lista inclui ainda feijão e repolho, também conhecidos por causar flatulência, além de pimentão, por ter um sabor muito forte, e temperos como coentro, entre outros produtos que raramente aparecem nos cardápios das companhias aéreas.

Comida que provoca gases deve ser evitada a bordo de aviões, dizem jurados

Alguns sabores são vetados em voos

Durante a prova no programa de TV, os jurados também disseram que sabores extremamente apimentados ou agridoces não eram recomendados e alertaram para o uso de álcool no preparo da comida, porque o efeito do álcool na altitude é potencializado.

Os jurados do MasterChef lembraram ainda que fritura não funciona bem como opção de refeição a bordo, já que os pratos são reaquecidos dentro do avião, acabando com o efeito crocante. Outra dica dada é servir o alimento em pedaços, para afastar o risco de o passageiro se sujar ao cortar.

O menu MasterChef como será servido nos voos da Azul. Foto: Divulgação

A representante da aérea diz que existe uma preocupação com o manuseio da refeição, por ela ser servida em pratos menores, em mesas pequenas, mesmo na classe executiva. É por isso que, de forma geral, o frango é servido sem osso, e as carnes são acompanhadas de bastante molho e não podem estar duras – até porque as facas não são serrilhadas.

Ao criticar uma sobremesa de carolinas de chocolate cobertas com chantili, os jurados do programa reclamaram que a massa estava “muito dura”. “Imagina, você está cortando e sai voando para a cadeira 2C, do executivo ao lado”, disse Paola Carosella, uma das juradas.

Lorenzini afirma que os alimentos servidos nos voos da Azul não são congelados, mas frescos – passando, obviamente, por um processo de resfriamento para serem transportados até o avião e conservados até o momento do reaquecimento, antes de servidos.

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Azul anuncia que vai cobrar R$ 30 por bagagem despachada nos voos nacionais
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A Azul anunciou nesta quinta-feira (9) que passará a oferecer dois tipos de tarifas para quem viajar com ou sem bagagem despachada nos voos nacionais. Segundo a empresa, quem adquirir uma passagem sem direito ao despacho de bagagem terá desconto. A empresa não fala em percentuais, mas promete que a passagem será, no mínimo, R$ 30 mais barata. 

Os preços das passagens variam constantemente, de acordo com a demanda e data do voos. Com isso, não é possível para o consumidor ter certeza se houve o desconto ou não. Por exemplo, uma passagem que tivesse o custo atual de R$ 500 deveria sair por R$ 470 para quem não despachasse bagagem (desconto de R$ 30). No entanto, nada impediria que as empresas cobrassem R$ 530 com bagagem e R$ 500 sem bagagem. Para o usuário, pareceria um desconto, mas, na verdade, não haveria desconto nenhum, apenas acréscimo.

Após a compra da passagem, se o passageiro quiser adquirir o direito de levar uma mala no porão do avião, a Azul anunciou que o valor cobrado por cada mala de até 23 kg será de R$ 30. A compra adicional do serviço poderá ser feita a qualquer momento após a aquisição da passagem. Em caso de excesso de peso, a Azul manterá a política atual de cobrar por quilo a mais. O valor muda de acordo com a rota. Em um voo entre os aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio de Janeiro, o valor é de R$ 23 por quilo.

Redução de peso nos voos internacionais

Nos voos da companhia aérea para os Estados Unidos e Europa, a Azul manteve a permissão de despachar duas malas por passageiro, mas reduziu o peso limite de cada volume para 23 kg (atualmente são permitidas duas malas de 32 kg). Os clientes da classe executiva poderão despachar três volumes de 23 kg cada.

Para quem quiser levar mais de duas malas, a companhia anunciou uma redução dos valores cobrados de US$ 150 para US$ 100 por volume adicional.

Para os voos na América do Sul, o limite será de uma mala de até 23 kg por passageiros. As malas adicionais terão o valor de US$ 50, o que, segundo a empresa, representa uma redução no valor pago atualmente que é calculado na forma de quilogramas.

Nova resolução da Anac

As novas regras são possíveis em virtude de uma resolução da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) que acabou com a franquia obrigatória de bagagem. Com isso, cada companhia aérea pode definir suas próprias regras para as bagagens.  O ministro dos Transportes, Portos e Aviação, Maurício Quintella, disse em entrevista ao UOL que se os preços das passagens não caírem, a liberação da cobrança de bagagem poderia ser revista.

“Continuaremos com os mesmos serviços, a mesma franquia de 23kg de bagagem e as mesmas facilidades que temos hoje. Nosso diferencial é que, em alguns voos, nossos clientes poderão optar por uma tarifa mais barata ao não despachar suas bagagens”, afirma Antonoaldo Neves, presidente da Azul.

As novas classes tarifárias da companhia serão chamadas de Azul e MaisAzul. A primeira será a que terá o desconto e não terá a franquia de bagagem incluída, enquanto a segunda segue as regras atuais para o despacho de bagagem.

Segundo a Azul, algumas cidades com voos saindo de Campinas já contarão com tarifas reduzidas a partir de amanhã (10). As passagens estarão disponíveis para compra com antecedência mínima de 28 dias. As principais cidades serão:Rio de Janeiro (aeroporto Santos Dumont), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Vitória (ES), Florianópolis (SC), Jaguaruna (SC), Lages (SC), Londrina (PR), Maringá (PR), Navegantes (SC), Passo Fundo (RS), Chapecó (SC), Cascavel (PR), Divinópolis (MG) e Ponta Grossa (PR).

Novas regras da Anac valem a partir do dia 14 de março (Foto: Lucas Lima/UOL)

Latam

A Latam anunciou que ”nos próximos meses” o despacho de uma mala de até 23 kg continuará gratuito, mas que no futuro pretende cobrar R$ 50 pela primeira mala despachada nos voos nacionais.

A regra será válida para todas os bilhetes dos voos domésticos. Com isso, só poderá viajar com bagagem que pagar o valor adicional. O prazo exato para a entrada em vigor da regra não definido, mas deve ocorrer ainda neste ano.

Nos voos para a América do Sul, os passageiros terão direito a uma mala de 23 kg. Para os demais destinos internacionais serão duas malas de até 23 kg.

Gol

A Gol confirmou que irá criar classes de tarifas diferentes para quem viajar com ou sem bagagem despachada. Segundo a companhia, o passageiro poderá adquirir uma passagem que já inclua a bagagem ou comprar o direito de despachar a mala separadamente. O valor da bagagem ainda não foi definido, mas deverá ser calculado por unidade, seguindo as dimensões e peso estipulados.

O valor cobrado para despachar a bagagem também pode variar de acordo com o momento da compra do serviço. Será definido um preço para quem fizer o pagamento antes da data do voo e outro, mais caro, para quem adquirir o serviço no momento do check-in.

Avianca

A Avianca Brasil não começará a cobrança por bagagem despachada já em 14 de março, quando passará a valer a nova regulamentação da Anac. O presidente da companhia, Frederico Pedreira, afirmou que pretende estudar melhor o assunto antes de adotar qualquer tipo de medida. No entanto, Pedreira deixou claro que uma das possibilidade é que a Avianca adotar duas classes de tarifa nos voos domésticos, para quem viaja com ou sem bagagem despachada.

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Aos 9, ela desmontava brinquedos; hoje, procura rachaduras em aviões
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A técnica de ensaios não destrutíveis Núbia Fernandes em ação. Foto: Divulgação/Azul

O nome do cargo é complicado: técnica de ensaios não destrutíveis. Na prática, o que Núbia Moreira Fernandes faz é analisar a estrutura dos aviões para detectar falhas que possam comprometer o funcionamento. Seu trabalho determina se um avião pode ou não decolar.

“São testes para detectar uma trinca na fuselagem, numa pá de hélice”, diz. Quando um avião é encaminhado para revisão (check), os testes verificam ainda se o lixamento feito para tirar a corrosão não afinou a estrutura além dos limites permitidos. Ou para ver se, depois de uma colisão com um pássaro (bird strike), alguma peça ficou danificada. O trabalho ocorre durante a noite, no hangar.

O interesse de Núbia por saber como as coisas funcionam vem desde criança. “Quando eu tinha 9 anos, queria saber por que aparecia aquele bonequinho na tela do Tamagotchi”, diz, sobre o animal de estimação virtual que fez sucesso nos anos 1990. A experiência não deu muito certo, lembra. “Foi frustrante, porque eu queria ver como a imagem aparecia, mas não consegui.”

Núbia Fernandes. Foto: Divulgação/Azul

A curiosidade por tecnologia permaneceu. “Sempre gostei de saber como funciona um software, um motor. Isso é uma coisa que me atrai. Sou uma pessoa da área de exatas”.

A mãe de Núbia, no entanto, queria que ela seguisse carreira na área de medicina. Na tentativa de agradar à mãe sem se afastar de sua própria área de interesse, ela fez um curso de radiologia. As técnicas aprendidas podem ser aplicadas tanto em exames de saúde, como os de ressonância magnética, ou no setor industrial, quando se faz uma radiografia dos aviões para detectar falhas, fissuras e desgastes.

E foi por este caminho que ela seguiu, depois de fazer também curso técnico de ensaios não destrutivos no Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial. Há cinco anos, ela trabalha na companhia aérea Azul.

Núbia reconhece que não é muito comum ver mulheres na área de manutenção de aviões – ela diz que, em uma equipe de mais de 100 pessoas, aproximadamente dez são mulheres. “Todas são apaixonadas pelo que fazem”, afirma.

A profissional diz não ter sentido nenhuma dificuldade maior em desempenhar sua função por ser mulher. O único desafio enfrentado, em sua opinião, foi o de ganhar a confiança da equipe no início da carreira. “Eu tinha 21 anos quando comecei na área, e tinha que falar com pessoas que trabalhavam com aquilo há 15, 20 anos, que não tinha ficado muito bom, que tinha de refazer. Era complicado, só que mais pela idade do que por ser mulher. Foi só o tempo necessário de adaptação, o tempo para eu mostrar minha capacidade. Tirei de letra.”

Núbia chegou a trabalhar em escritórios e num pet shop antes de seguir carreira na aviação.

Professora virou mecânica

A mecânica Ana Paula Ostroschi. Foto: Divulgação/Azul

Outra funcionária do setor de manutenção também passou por uma área bem diferente antes de chegar ao setor aéreo. Ana Paula Ostroschi foi professora estagiária do ensino fundamental, mas percebeu que não queria dar aulas. Uma prima, que era comissária de bordo, falou para ela fazer o curso.

“Fui na escola de avião e o curso de mecânica me chamou mais a atenção”, diz. “Éramos duas mulheres na classe, eu e uma amiga, a quem eu convenci fazer o curso comigo. No fim ela desistiu e eu permaneci até a conclusão.”

O trabalho de Ana Paula é feito nos intervalos de chegadas e saídas dos aviões no aeroporto. Quando os aviões pousam, é feita uma inspeção externa para verificar se há vazamentos hidráulicos, de combustível, se há algum dano no motor ou na fuselagem. São manutenções rápidas, como uma troca de rodas, abastecimento de óleo e combustível.

“No trânsito, trabalhamos com uma pochete com algumas ferramentas básicas, como chave de fenda, alicate, chave colar, somente para ajustes rápidos em poltronas, motor, equipamentos diversos”.

Ao contrário de Núbia, Ana Paula diz sentir que precisa reafirmar sua competência no dia a dia mais do que outros colegas. Um comentário comum é o de que ela tem mais perfil para ser comissária do que para trabalhar como mecânica de aviões, uma função que muitos consideram ser só para homens.

“Já aconteceu de eu estar abastecendo o motor com óleo e um passageiro ir até um colega e perguntar se era eu a mecânica responsável pelo avião que ele iria voar, com certo ar de espanto no rosto. Então, preconceito ainda vou ter que enfrentar, mas estou preparada”.

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Após extravio de criança, entenda regras para voos de menor desacompanhado
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Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

A história de uma criança que viajou sozinha e, em vez de desembarcar em Vitória (ES), acabou em Curitiba (PR), chamou a atenção no último fim de semana para como é o procedimento de viagem de menores de idade.

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  • http://economia.uol.com.br/enquetes/2016/12/07/voce-ja-teve-que-deixar-uma-crianca-ou-adolescente-viajar-sozinho.js

As companhias aéreas trazem informações sobre o assunto em suas páginas na internet – há algumas diferenças entre os serviços oferecidos, inclusive em relação à taxa cobrada, por trecho, pelo acompanhamento da criança ou adolescente. Nas empresas nacionais, a assistência ao menor que viaja sozinho é obrigatória para crianças entre 5 e 11 anos completos.

Latam

Na Latam os valores cobrados são de R$ 129 em voos nacionais, US$ 15 (pouco mais de R$ 51) para rotas dentro do Chile, Argentina e Equador, US$ 25 (cerca de R$ 86) para rotas dentro do Peru, 50.000 pesos colombianos (R$ 55) para rotas dentro da Colômbia e US$ 100 (aproximadamente R$ 344) para rotas nos demais países.

A empresa orienta o passageiro a solicitar o serviço até 48 horas antes do voo, pelos telefones 4002-5700 (capitais), 0300-570-5700 (demais cidades do Brasil) ou 0800-555-500 (atendimento a deficientes auditivos). Um formulário deve ser preenchido com informações sobre os responsáveis na origem e no destino, permissão para hospedar o menor em hotel no caso de atrasos no voo, alergias da criança. O responsável deve permanecer no aeroporto até a confirmação de partida do voo.

Em voos domésticos, a criança recebe uma pulseira com um código que permite o acompanhamento do status da viagem. Cada funcionário envolvido no acompanhamento faz a leitura do código, atualizando as informações, que podem ser acessadas por pais ou responsáveis, pelo celular, computador ou tablet.

Gol

A Gol, aérea envolvida no caso citado acima sobre a criança que viajou para o destino errado, cobra uma taxa de R$ 149 para voos domésticos e US$ 110 (quase R$ 380) para voos internacionais. O serviço só pode ser solicitado pela central de relacionamento (por meio de um formulário disponível no site), ou em uma das lojas da empresa.

Também há um formulário a ser preenchido, que inclui autorização para que a companhia aérea providencie alimentação e pernoite do menor em hotel, se necessário. Se o voo for operado por uma companhia parceira da Gol, o embarque de menores desacompanhados não será permitido.

No caso da criança que foi para o destino errado, a empresa divulgou um pedido de desculpas em que classifica o erro como pontual, informa que “em nenhum momento a criança correu qualquer risco”, e que esteve todo tempo assistida pela tripulação e colaboradores. Afirmou ainda que está adotando medidas para que erros desse tipo não voltem a ocorrer.

A Gol também tem uma pulseira com GPS que pode ser colocada na criança no momento do check-in e permite monitorar cada etapa da viagem.

Azul

A Azul só permite a viagem de crianças entre 5 e 11 anos desacompanhadas em voos domésticos, cobrando uma taxa extra de R$ 130 ou US$ 50 (R$ 172), caso a passagem tenha sido emitida fora do Brasil. Para ter acesso ao serviço, é preciso fazer a solicitação com antecedência mínima de 48 horas, pelo atendimento telefônico: 4003-1118 (capitais) e 0800-887-1118 (demais localidades).

Avianca

A Avianca informa em seu site a cobrança de uma taxa de R$ 100 para a supervisão de menores e pede que o serviço seja solicitado à central de atendimento com, no mínimo, 2 horas de antecedência ao voo.

Aéreas estrangeiras

Companhias aéreas internacionais também oferecem serviço de acompanhamento de menores que viajam sozinhos. Veja algumas opções, com base na informação disponibilizada na página das empresas na internet.

American Airlines

A American Airlines cobra uma taxa de US$ 150 (pouco mais de R$ 500) por trecho. No caso de 2 ou mais menores da mesma família viajando sozinhos nos mesmos voos, a taxa é cobrada uma única vez. Se o voo incluir conexões para outra empresa, conexões em solo ou conexão noturna, a criança não poderá embarcar sozinha.

A aérea dos Estados Unidos também diferencia as situações de acordo com a idade do menor. Crianças de 5 a 7 anos só podem viajar desacompanhadas em voos diretos. De 8 a 14 anos podem pegar rotas com conexão em alguns aeroportos americanos. Adolescentes com idade entre 15 e 17 anos também podem receber auxílio dos funcionários, mas o serviço não é obrigatório.

Air France

Foto: Divulgação/Air France

Foto: Divulgação/Air France

A Air France considera que o menor viaja desacompanhado mesmo se os responsáveis estiverem a bordo, só que em classe diferente. O serviço de assistência tem preços que variam conforme a distância do voo, no caso de viagens internacionais. Em um voo direto, o preço vai de 50 a 80 euros (R$ 180 a R$ 295, aproximadamente). Em uma viagem com conexão, o valor pode chegar a 100 euros (cerca de R$ 370). O responsável só pode deixar o aeroporto depois de receber um SMS com a confirmação da decolagem do avião – isso porque, se o voo for cancelado, a criança pode ser deixada com o responsável durante a espera por um outro voo.

O formulário de autorização para a viagem do menor desacompanhado inclui autorização para a aérea “tomar qualquer ação que considerar necessária para garantir a segurança” da criança, incluindo até mesmo o retorno ao aeroporto de partida. O responsável deve reembolsar a empresa pelos custos envolvidos. Da mesma forma, deve pagar por qualquer dano causado pelo menor durante o voo.

Se o voo tiver conexão de mais de 2 horas, a criança aguarda a nova decolagem em salas específicas para elas nos aeroportos Charles de Gaulle e Orly, em Paris. Nesses espaços, elas podem descansar, ler, assistir a desenhos animados, brincar com jogos, jogar videogame, etc.

Qatar Airways

A página em inglês da Qatar Airways informa sobre a possibilidade de escalar um representante exclusivo da aérea para acompanhar o menor entre 5 e 15 anos durante toda a viagem. A empresa cobra o trecho de volta para o funcionário que prestará o serviço.

Documentação necessária

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), adolescentes com idade entre 12 e 17 anos completos podem viajar desacompanhados independente de autorização dos responsáveis. Essa regra só vale para voos domésticos. Crianças com até 12 anos incompletos precisam de autorização para viajar desacompanhadas.

Nos voos internacionais, o embarque de menor desacompanhado dos responsáveis exige a apresentação de autorização de ambos os pais, com firma reconhecida, conforme estabelecido em resolução do Conselho Nacional de Justiça. O site da Polícia Federal indica a possibilidade de incluir algumas autorizações no passaporte do menor. Por exemplo, para que o menor viaje desacompanhado ou com apenas um dos responsáveis. Essa autorização será válida pelo mesmo período de validade do passaporte.

Correção: foi acrescentada a informação sobre a resolução do CNJ a respeito da autorização para viagem de menor desacompanhado


Férias terão mais de 9.000 voos extras deste fim de semana até o Carnaval
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Saber claramente o que está incluído no preço das passagens facilita a vida do viajante (Foto: Marcelo Justo/FolhaPress)

Companhias recomendam o check-in pela internet (Foto: Marcelo Justo/FolhaPress)

Com a chegada do verão, as festas de final de ano e as férias escolares, as companhias aéreas brasileiras se preparam para colocar em operação mais de 9.000 voos extras.

Os voos adicionais começam já neste final de semana e devem prosseguir até o Carnaval, no final de fevereiro. Serão cerca de 5.000 voos adicionais da Gol, 3.000 da Azul e 1.000 voos da Latam, com um total de mais de 1 milhão de assentos disponíveis. A Avianca deve divulgar a relação de seus voos extras somente na próxima semana.

As rotas devem atender todas as regiões do Brasil, com ênfase maior no Nordeste e Sudeste. No caso dos voos internacionais, os principais destinos serão países da América do Sul e os Estados Unidos.

Gol mudou os elementos gráficos, mas o predomínio do branco segue intocável (Foto: Divulgação)

Gol terá 5.000 voos extras até o final do Carnaval  (Foto: Divulgação)

Gol

A companhia reforçou as operações nos aeroportos das regiões Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste, que costumam receber grande concentração de passageiros neste período.

Além dos voos extras, em mercados já existentes, a Gol criou 58 rotas para facilitar o deslocamento dos clientes em voos diretos. Entre os destaques, estão as operações inéditas, sem escalas, com decolagens dos aeroportos Santos Dumont, no Rio de Janeiro (RJ), de Campinas (SP), Curitiba (PR), Londrina (PR), Maringá (PR), Foz do Iguaçu (PR), Porto Alegre (RS), Belém (PA), Cuiabá (MT), Belo Horizonte (MG), Goiânia (GO) e Vitória (ES) com destino às capitais da região Nordeste.

Nas rotas internacionais, a empresa coloca em operação novas opções de rotas para Santiago, no Chile, com saídas do Rio de Janeiro e de Florianópolis (SC). Montevidéu, no Uruguai, terá voos diretos partindo de Salvador (BA).

Aos clientes que viajam para a Argentina, a companhia ampliou o número de frequências com destino a Buenos Aires, com partidas de Florianópolis e Rio de Janeiro.

(Foto: Divulgação)

Novas rotas devem ser concentradas nos aeroportos de Campinas (SP) e Belo Horizonte (MG) (Foto: Divulgação)

Azul

A maior parte da operação da Azul estará concentrada nos aeroportos de Viracopos, em Campinas, e de Belo Horizonte, onde a companhia tem seus dois principais centros de distribuição de voos.

Entre as rotas em destaque, estão os novos mercados temporários que ligarão Viracopos a Belém e São Luís (MA), assim como a inclusão das rotas que conectam Belo Horizonte a Aracaju (SE), Fortaleza (CE) e Natal (RN).

A companhia também ofertará mais voos diários para Florianópolis, Recife (PE), Maceió (AL), Fortaleza, Natal, Cabo Frio (RJ), Porto Seguro (BA) e Ilhéus (BA), além de ligações semanais para diversos outros destinos.

No mercado internacional, a Azul terá voos extras para Fort Lauderdale/Miami, nos Estados Unidos, e Montevidéu e Punta del Este, no Uruguai.

(Foto: Divulgação)

Latam espera transportar um total de 5 milhões de passageiros na alta temporada (Foto: Divulgação)

Latam

Somando os voos regulares e os mais de 1.000 voos extras, a Latam espera transportar cerca de 5 milhões de passageiros durante a alta temporada de verão.

A companhia contará com 800 voos adicionais no mercado nacional, com destaque para o Nordeste, e outros 200 voos extras para o exterior, especialmente para Miami, Orlando e destinos da América do Sul.

A empresa anunciou na última sexta-feira (2) um conjunto de ações para garantir a eficiência das operações. “Antecipamos todas as manutenções programadas para termos uma frota reserva de aviões em caso de necessidade”, afirmou o diretor do Centro de Controle de Operações Aéreas, Samuel di Pietro.

Com isso, a companhia terá seis aeronaves de reserva, sendo três Airbus A320, um Airbus A321, um Boeing 767 e um Boeing 777. Os aviões de reserva devem ficar nos aeroportos de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília (DF), onde a Latam tem a maior parte dos voos.

Recomendação aos passageiros

Para evitar atrasos de voos com o aumento do fluxo de passageiros nos aeroportos brasileiros, Latam, Gol e Avianca alteraram o tempo limite de check-in de 30 minutos para 40 minutos nos aeroportos de São Paulo (Congonhas e Guarulhos), Rio de Janeiro (Santos Dumont e Galeão) e Brasília.

“Nessa época, há muitos passageiros que não têm o hábito de viajar ou que estão voando pela primeira vez. Alguns podem se atrasar ou se perder dentro do aeroporto e complicar as operações”, afirmou o diretor da Latam.

Para agilizar ainda mais os procedimentos de embarque, as companhias recomendam aos passageiros o check-in antecipado pela internet, celular ou totens de autoatendimento dos aeroportos.

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Azul voará para Buenos Aires a partir de fevereiro de 2017
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(Foto: Divulgação)

Voo entre Belo Horizonte e Buenos Aires será operado com Embraer 195 (Foto: Divulgação)

A Azul anunciou nesta quinta-feira que pretende começar a voar para Buenos Aires, na Argentina, a partir de fevereiro do ano que vem. O voo, com saída de Belo Horizonte, deverá ser diário a bordo de aviões Embraer 195 com capacidade para 118 passageiros.

O início das operações ainda depende de aprovação da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e dos órgãos argentinos. Somente com o aval das autoridades é que a empresa deve começar a venda dos bilhetes. Os valores ainda não foram divulgados.

A previsão é que entre os dias 1 e 18 de fevereiro o voo saia do aeroporto internacional de Confins às 13h45 e chegue ao aeroporto de Ezeiza, na capital argentina, às 15h. No retorno, o voo deve deixar Buenos Aires às 15h45 e chegar a Belo Horizonte às 20h. Com o fim do horário de verão no Brasil, os horários brasileiros permanecem os mesmos, mas o voo deve pousar na Argentina às 16h e decolar para o retorno a Belo Horizonte às 16h45.

A Azul também aguarda aprovação para outro voo internacional que deverá ligar as cidades de Cuiabá e Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. O voo também tem previsão de início em 1 de fevereiro e será operado com aviões ATR 72-600 com capacidade para 70 passageiros.

Atualmente, a Azul voa para cinco destinos internacionais: Fort Lauderdale e Orlando, nos EUA; Lisboa, em Portugal; Montevidéu, no Uruguai; e Caiena, na Guiana Francesa.

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Azul terá cerveja Eisenbahn em voos nacionais para celebrar Oktoberfest
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Foto: Divulgação

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Os passageiros que viajarem pela Azul entre os dias 5 e 8 e entre 12 e 15 de outubro poderão entrar no clima da Oktoberfest. A companhia aérea promete servir a cerveja Eisenbahn a bordo de cerca de 80 voos.

A bebida estará disponível nos voos que decolam de São Paulo (Viracopos, Guarulhos e Congolhas), Belo Horizonte e Rio de Janeiro (Santos Dumont), de quarta-feira a sábado, entre 16h e 20h. Mas atenção: somente para viagens com mais de 1h30 de duração, com destino a Florianópolis, Joinville, Rio de Janeiro (Santos Dumont), São Paulo (Viracopos), Belo Horizonte e Porto Alegre.

A empresa também oferece alguns snacks em seu serviço de bordo, sem custo adicional, incluindo batata chips e amendoim.

A cerveja será oferecida gratuitamente aos passageiros com mais de 18 anos de idade, claro. Também serão distribuídos cupons de desconto para compras no site da loja online oficial da cervejaria.

E lembre-se: quando beber durante um voo, não vale exagerar, para não ‘causar’ dentro no avião.

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Azul terá opção de assentos que viram cama na econômica para EUA e Portugal
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A Azul anunciou que alguns de seus voos internacionais terão a opção do “SkySofa”, grupo de quatro poltronas do meio que se transformam em uma espécie de cama.

Segundo a companhia, a opção estará disponível em todos os voos com destino a Fort Lauderdale/Miami (EUA), Orlando (EUA) e Lisboa (Portugal) a partir de agosto, em até cinco fileiras da classe EconomyXtra (classe econômica com mais espaço) nos jatos Airbus A330.

Veja como funciona nas fotos abaixo:

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Preço varia

A Azul informou que os preços variam de acordo com fatores como procura, trecho, antecedência da compra, entre outros, mas que são a partir de US$ 300 (cerca de R$ 980).

A venda dessas passagens será feita apenas pelo site da companhia aérea: http://zip.net/bltnRS (link encurtado e seguro). Na hora de escolher o assento, o cliente deve marcar a opção que está sinalizada como “SkySofa”.

Segundo a companhia, ao selecionar o espaço, os quatro assentos são bloqueados, mesmo se o cliente estiver comprando apenas uma passagem.

O preço varia de acordo com o número de passagens que estiver comprando, de uma a quatro. Por exemplo: para uma pessoa sozinha, é mais barato pagar pelos quatro assentos do SkySofa do que por quatro assentos comuns; para um grupo de quatro passageiros, é mais caro reservar os quatro assentos do SkySofa do que quatro assentos comuns.

Azul fica em 55ª no “Oscar” da aviação

Nesta semana a Azul foi eleita a melhor companhia aérea de baixo custo da América Latina pelo “Oscar” da aviação (Skytrax World Airline Awards). No ranking com todas as empresas do mundo, ela aparece em 55º lugar.

Clique nas fotos para ver as primeiras no ranking

O primeiro voo direto da Azul para a Europa foi no mês passado, com destino a Lisboa, uma das rotas que vai contar com o novo tipo de assento.

Cachorro pilota avião sozinho ao vivo


Além da barrinha: voos oferecem cerveja, salame e snack orgânico (de graça)
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Todos a Bordo

Depois da cerveja, Azul oferece aperitivo de salame para passageiros/ Crédito: Reprodução/Sadia

Nos últimos meses, as barrinhas de cereais e o amendoim distribuído em voos nacionais das principais companhias aéreas brasileiras estão dando lugar a outros aperitivos, digamos, mais sofisticados.

Quem viajar pela Azul até o dia 29 de janeiro, por exemplo, pode receber um pacote de salame da Sadia em formato de snack, chamado Salamitos Pocket. A ação faz parte do “Happy Hour Azul”, que já oferece a cerveja dinamarquesa Faxe para clientes que voam com a empresa em determinados horários.

Ficou animado? Antes, é preciso checar o horário do seu voo. O serviço é oferecido apenas em aviões da empresa modelo 190 e 195 da Embraer, que partirem de Campinas, São Paulo (Congonhas e Guarulhos), Rio de Janeiro (Santos Dumont) e Curitiba, entre 15h e 21h e de quarta a sexta-feira. Tanto a cerveja quanto o snack são distribuídos em parcerias com outras empresas.

Já a TAM, desde 2014, tem uma parceria com a famosa rede de cafés Suplicy para oferecer café gourmet em voos nacionais. A bebida é servida em todos os voos da companhia, independente da duração da viagem ou aeroporto de saída.

A GOL aposta em aperitivos mais saudáveis para agradar os clientes. Em parceria com a Mãe Terra, a companhia oferece gratuitamente e em todos os voos o Tribos, um biscoito salgado integral e orgânico desenvolvido especialmente para a empresa.

No início de janeiro, a empresa também ofereceu biscoitos de cacau, aveia e mel, da linha Cereale da Bauducco, e torrones de amendoim sem glúten e sem lactose da Montevérgine.

No caso da Avianca, além do tradicional lanche quente oferecido em todos os voos, a empresa disponibiliza café da manhã especial com salgado, frutas e suco nos voos que partem de São Paulo (Congonhas) para Rio de Janeiro (Santos Dumont) e para Brasília até as 11h. Além disso, assim como a GOL e a Azul, a companhia também faz ações pontuais em parceria com outras empresas, distribuindo sorvetes ou chocolates, por exemplo.

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Depois de cerveja importada, companhia aérea oferece nachos em alguns voos
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Todos a Bordo

A companhia aérea Azul vai distribuir em alguns voos, até o fim deste mês, salgadinhos da rede de restaurantes mexicanos Sí Señor.

Segundo a empresa, a ação abrange os voos partindo de aeroportos em São Paulo (Viracopos, Congonhas e Guarulhos) e algumas conexões.

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De acordo com a aérea, o passageiro que apresentar a embalagem do produto em um dos restaurantes ganha um prato chamado “Nachos Supreme”.

Cervejas no “happy hour”

Em outubro, a Azul começou a oferecer cerveja dinamarquesa FAXE aos passageiros durante o “happy hour”.

A companhia distribui a bebida até o fim do mês, de quarta a sexta-feira, entre 16h e 21h, em voos que partem de 12 aeroportos brasileiros em jatos Embraer 190 e 195.

Os voos que têm a cerveja a bordo são os que decolam das seguintes cidades: Campinas, Belo Horizonte (Confins), Rio de Janeiro (Santos Dumont), São Paulo (Guarulhos e Congonhas), Porto Alegre, Curitiba, Cuiabá, Goiânia, Brasília, Recife e Vitória.

Mais informações:

www.voeazul.com.br

www.sisenor.com.br