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Aéreas voltam atrás e terão refeição grátis na classe econômica –nos EUA
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American Airlines oferecerá lanches de graça em duas rotas nos EUA a partir de maio. Foto: divulgação

As companhias aéreas nos Estados Unidos estão querendo atrair passageiros pelo estômago. Para tentar superar a concorrência – ou pelo menos brigar em condições semelhantes –, algumas empresas estão retomando a prática de oferecer lanches de graça a bordo.

A American Airlines anunciou esta semana que o serviço de comida grátis para a classe econômica será retomado a partir de maio. A decisão ocorre depois de a Delta Air Lines ter voltado a servir lanches de graça a bordo este mês.

A United Airlines é a única grande aérea norte-americana que continua cobrando pela comida.

“Oferecer refeições de cortesia na classe econômica é outro passo que estamos tomando para melhorar nosso serviço neste mercado competitivo”, disse o vice-presidente de marketing global da American Airlines, Fernand Fernandez.

A cortesia, no entanto, será oferecida somente nos voos entre Los Angeles e Nova York, e entre San Francisco e Nova York.

A Delta também liberou a alimentação gratuita apenas em algumas rotas de longa distância nos Estados Unidos.

Entre as opções que estarão disponíveis a partir de maio para quem viajar pela American Airlines, dependendo da duração do voo, estão sanduíches ou wraps, batata frita, fruta e queijo. Atualmente, a aérea serve sem cobrar, em alguns voos, petiscos como mini pretzels e bebidas não alcoólicas. Lanches maiores, refeições e bebidas alcoólicas podem ser comprados.

No Brasil

No final de 2016, a Latam anunciou que implantaria este ano um novo sistema de venda de passagens em voos domésticos prevendo a cobrança da alimentação a bordo. Até mesmo a água poderia ser cobrada, afirmou a empresa à época.

Nos voos nacionais, as aéreas geralmente servem salgadinhos e pequenos lanches, além de bebidas, sem custo adicional para os passageiros. Em alguns casos, como o da Gol, é possível encontrar opções mais variadas no menu – pagando por isso.

A grande discussão no Brasil neste momento gira em torno da cobrança por malas despachadas. As aéreas até já definiram quanto e como vão cobrar pelo serviço, mas uma liminar da justiça suspendeu a cobrança que estaria liberada a partir desta terça (14). O governo federal tenta derrubar a decisão.

Cobrança de extras

Nos Estados Unidos, apesar de usar a comida grátis como um atrativo para fidelizar o cliente, as aéreas cobram por vários outros itens, como bagagem despachada e até a bagagem de mão.

A mesma American Airlines adotou recentemente a chamada tarifa econômica “básica”, que não permite ao passageiro nem mesmo colocar uma mochila no compartimento acima das poltronas.

A United também disse que vai adotar a nova classe tarifária, e já aponta em sua página na internet as dimensões máximas permitidas para a bagagem de mão – a ser colocada embaixo do assento da frente.

A Delta já tem uma classe econômica “básica” desde 2015, que não tem tantas restrições em relação a malas, mas que limita a escolha de assentos.

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Quanto custa viajar do Rio a Nova York na classe executiva, como Eike?
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Boeing 777 da American Airlines. Foto: Santiago Rodrigues Fonto/Getty Images

Boeing 777 da American Airlines. Foto: Santiago Rodrigues Fonto/Getty Images

O empresário Eike Batista foi preso nesta segunda-feira (30) ao desembarcar no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Ele voltou de Nova York (EUA) no voo 973 da American Airlines, na classe executiva.

Uma passagem de ida e volta entre os aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, e JFK, em Nova York, na classe executiva pode custar mais de R$ 30 mil.

As tarifas variam de acordo com as datas escolhidas e com quanta antecedência a passagem é comprada. O blog fez algumas buscas aleatórias de voos diretos para dar uma ideia dos valores.

Uma passagem comprada de última hora, para uma viagem rápida, com ida em 30 de janeiro e volta no dia seguinte (31) sai por R$ 33.376, já com as taxas.

Uma viagem com duração de uma semana, saindo também nesta segunda-feira (30) e retornando no dia 6 de fevereiro, sai por R$ 34.178.

Se for possível programar com alguma antecedência uma viagem entre os dias 18 de fevereiro e 3 de março, a tarifa cai para R$ 18.981.

Quem puder programar agora a viagem das férias de julho, paga menos na executiva, mesmo viajando na alta temporada. O voo direto de ida e volta, com saída em 1º de julho e retorno no dia 23 do mesmo mês fica em R$ 11.650.

Tela mostra valor de passagem ida e volta do Rio de Janeiro a Nova York pela American Airlines. Foto: reprodução

Tela mostra valor de passagem ida e volta do RJ a Nova York pela American Airlines. Foto: reprodução

Comodidades

O avião usado pela American Airlines na rota direta entre os aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, e John F. Kennedy, em Nova York, segundo a assessoria de imprensa da companhia aérea, é um Boeing 777-200, que não tem primeira classe. É possível fazer um tour pelo interior do avião.

Na classe executiva, entre as comodidades oferecidas estão assentos totalmente reclináveis, fones de ouvido antirruídos e acesso direto ao corredor em todas as poltronas – você não precisa incomodar quem está ao lado para poder se levantar, ir ao banheiro, etc.

Os passageiros têm ainda acesso a um snack bar com lanches e bebidas. As refeições são personalizadas de acordo com o destino, e têm como base receitas preparadas por chefs estrelados. E pode esquecer os utensílios de plásticos: tudo é servido em pratos de porcelana.

As facilidades começam antes mesmo de entrar no avião, com acesso ao lounge da aérea, prioridade no check-in, na área de segurança e no embarque. Mesmo se o cliente chegar atrasado ao portão de embarque, pode furar a fila para entrar antes dos demais.

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Nova tendência? Econômica “básica” não dá direito a usar bagageiro do avião
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Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

A companhia aérea American Airlines anunciou esta semana como funcionará sua nova classe tarifária, a econômica “básica”, que estará disponível a partir do mês que vem. A nova tarifa não permite nem mesmo colocar uma bagagem no compartimento acima dos assentos. Será possível embarcar somente com uma bolsa ou mochila pequena que caiba no espaço embaixo da poltrona.

Quem levar mala maiores, terá de despachar o objeto e pagar por isso. Se o passageiro chegar ao portão de embarque com bagagem que não caiba sob o assento, terá de pagar o preço por mala despachada (US$ 25) e mais uma taxa de US$ 25 por item (um total de aproximadamente R$ 160).

A empresa não informou qual deve ser a faixa de preço dos bilhetes comprados pelo novo sistema. Inicialmente, a tarifa econômica básica será disponibilizada para 10 aeroportos dos Estados Unidos. Os planos são de ampliar a venda futuramente para todo o país e também para destinos internacionais próximos dos EUA, como a região do Caribe, segundo informação da agência Associated Press.

A American Airlines disse que a expansão da classe tarifária para outros mercados terá como base o interesse dos passageiros. “Estamos sempre avaliando a combinação certa de produtos, que pode ser alterada dependendo da demanda dos clientes”.

Não há previsão de que os voos para o Brasil ofereçam a tarifa básica. Lembrando que as novas regras sobre cobrança de bagagem ainda não entraram em vigor por aqui.

Dimensões da bagagem

Nos Estados Unidos, a Delta Air Lines já oferece uma passagem básica desde 2015, que não é tão restrita em relação à bagagem de mão, mas limita a escolha de assento. A United Airlines também anunciou recentemente que vai implantar a nova classe tarifária e passará a cobrar a taxa extra do passageiro que tiver comprado a passagem mais barata e chegar para o embarque com mala.

O site da United aponta as diferenças entre a bagagem de mão e o item pessoal que vai embaixo da poltrona. A bagagem de mão deve ter no máximo 22 cm (lateral) x 35 cm (largura) x 56 cm (altura), incluindo puxador e rodinhas. O item pessoal (bolsa, mochila, bolsa para notebook, etc) pode ter dimensões de até 22 cm x 25 cm x 43 cm.

As empresas esperam que a triagem de malas ocorra antes do embarque, já que as aeromoças não serão obrigadas a monitorar os itens que os passageiros colocaram no compartimento de bagagens.

Classe econômica da American Airlines. Foto: Divulgação

Classe econômica da American Airlines. Foto: Divulgação

Tendência

Ao seguir a tendência da tarifa básica, a American Airlines quer fazer frente a aéreas de baixo custo, como afirmou o presidente da companhia, Robert Isom.

“A American Airlines agora tem algo a oferecer para cada cliente, daquele que quer uma viagem simples, com preço baixo, ao que busca uma experiência premium na primeira classe”, disse Isom, em comunicado. “E o mais importante, esta nova tarifa também dá à American condições para competir de forma mais eficaz com o número cada vez maior de aéreas de ultra baixo custo”.

O presidente da United Airlines, Scott Kirby, por sua vez, disse que a segmentação de assentos no avião (com a criação de novas classes tarifárias, como a econômica básica) pode render US$ 250 milhões (cerca de R$ 800 milhões) à empresa este ano e US$ 500 milhões (aproximadamente R$ 1,6 bilhão) no ano que vem.

Famílias podem ficar separadas 

As restrições da nova tarifa da American Airlines, assim como as que serão adotadas pela United, também atingem a seleção de assentos. O local onde o passageiro vai ficar durante o voo será definido de forma aleatória, no momento do check-in.

A American Airlines afirma que o sistema de reservas tentará manter crianças menores de 13 anos junto com um adulto da família. Quem preferir, poderá pagar para escolher a poltrona 48 horas antes do voo.

Os clientes que compraram a passagem econômica básica também serão os últimos a embarcar e não poderão conseguir upgrade. Alterações de voo e reembolso não são permitidos.

Quem comprar uma passagem econômica básica terá direito às mesmas bebidas não alcoólicas e snacks servidos a todos os clientes da classe econômica. A aérea afirmou que não tem planos de alterar as poltronas ou o interior de seus aviões por causa da nova classe tarifária.

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Associação pede recall de uniformes de aeromoças por reação alérgica
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Imagem do vídeo de divulgação do novo uniforme da AA

Imagem do vídeo de divulgação do novo uniforme da AA

A companhia aérea American Airlines mudou os uniformes de mais de 70 mil funcionários em setembro deste ano. A mudança de visual, no entanto, está sendo problemática.

Empregados têm reclamado de dores de cabeça, irritação nos olhos, coceira e problemas respiratórios atribuídos ao novo modelo. Depois de receber mais de 1.600 reclamações, a associação dos comissários de bordo da empresa americana resolveu pedir um recall dos uniformes.“O crescente número de relatos de reações suspeitas, provocadas por contato direto e indireto com o uniforme, levou a APFA [Associação de comissários de bordo profissionais, na sigla em inglês] a pedir que todos os uniformes sejam recolhidos até a conclusão de testes adicionais em conjunto com a companhia”, diz um comunicado divulgado a funcionários na última semana.

“A American Airlines tem trabalhado com especialistas e testado extensivamente as peças do novo uniforme para garantir que atendam todos os padrões químicos e toxicológicos. A companhia está totalmente empenhada e trabalha continuamente com seus colaboradores para solucionar qualquer questão relacionada ao assunto”, afirma a empresa, em comunicado.

O jornal americano “Dallas Morning News” informou que três testes já foram realizados, todos com resultado normal. Uma nova avaliação deverá ser feita em conjunto com a associação de funcionários. A companhia aérea também está oferecendo testes dermatológico aos que tiverem sido afetados – o objetivo é identificar pontos em comum entre os que relataram problemas. Uma visita ao depósito do fabricante Twin Hill também está prevista, segundo o jornal.

Para a associação de funcionários, as medidas não descartam a necessidade de recall. “A companhia reafirmou seu comprometimento em continuar a realizar testes em conjunto com a APFA para determinar o que está causando essa situação, mas isso deixa de fora um recall completo. Achamos que uma solução que exclui um recall dos uniformes falha em proteger adequadamente nossos membros”.

Modelo antigo

Até agora 600 funcionários solicitaram versões do uniforme confeccionadas com outro tecido que não a lã e outros 200 foram autorizados a voltar a usar os modelos antigos. No final de novembro, a associação divulgou resultados iniciais de um teste independente detectando a presença de produtos químicos comumente encontrados em pesticidas, fungicidas e fertilizantes. As substâncias estavam dentro dos limites regularmente aceitáveis.

Em comunicado enviado ao Todos a Bordo, a diretoria de Relações Públicas da empresa controladora da Twin Hill afirmou que “a segurança e o conforto de nossos uniformes foi e sempre será nossa maior prioridade”. O comunicado cita os resultados das análises realizadas. “Testes extensivos conduzidos por laboratórios independentes nos uniformes da American Airlines não levantaram preocupações em relação à segurança”.

Segundo a rede de TV americana CNN, o fornecedor já esteve envolvido em problemas com uniformes da Alaska Airlines, que acabou recolhendo as peças em 2014. Um grupo de funcionários da empresa entrou com um processo alegando que as reações alérgicas eram resultado de um produto químico. A justiça rejeitou as alegações.

Veja vídeo divulgado pela American Airlines com os bastidores da sessão de fotos para o lançamento do uniforme:

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Passageiro pega o voo errado nos EUA e vai parar a 2.000 km de distância
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Imagem: Getty Images

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Um passageiro desatento embarcou em um avião errado no aeroporto de Sacramento, no Estado da Califórnia, nos EUA, e foi parar a mais de 2.000 km de distância de seu destino original.

Fernando Giron pretendia fazer uma viagem de pouco mais de uma hora até a cidade californiana de Los Angeles, mas acabou voando por mais de três horas até chegar a Dallas, no Estado do Texas.

O problema ocorreu quando os dois voos faziam o embarque no mesmo horário, em portões vizinhos. “Olhei no monitor de informações, vi o portão e pensei que estava no lugar certo”, afirmou Giron à rede de televisão CBS.

Ao apresentar o cartão de embarque aos funcionários da American Airlines, o documento foi escaneado e o embarque foi autorizado, sem que ninguém percebesse o engano. O assento marcado também estava livre e o passageiro sentou-se tranquilamente.

Espanto geral

Giron só notou que havia embarcado no avião errado quando, já em voo, o piloto começou a passar informações sobre a viagem que deveria ser para Los Angeles. “Foi quando o piloto anunciou que o tempo estava limpo e que seria um voo suave até Dallas”, disse.

O passageiro conta que ao comunicar a tripulação sobre o engano o espanto foi geral. “Todos estavam chocados e eles não tinham explicação para o que havia acontecido”, relatou.

Em um comunicado à rede CBS, a American Airlines afirmou que está investigando o caso. “Estamos ciente do incidente e investigando com a nossa equipe de Sacramento como isso aconteceu. O setor de relações com os consumidores entrará em contato diretamente com o passageiro”, disse o comunicado.

Questão de segurança

Com o embarque no voo errado, Giron perdeu a reunião de negócios que faria em Los Angeles. Mais do que isso, no entanto, a grande preocupação dele é em relação à segurança. “Isso é uma questão de segurança nacional porque eles não sabem exatamente quem está a bordo do avião”, afirmou.

O passageiro espera conseguir remarcar a reunião e não perder o negócio que pretendia fechar em Los Angeles. Da próxima vez, no entanto, não pretende ir de avião. “Agora, vou dirigindo”, disse.

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Aérea mostra como passageiro ideal se comporta no voo; internautas criticam
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‘Eles gostam de bebês, mas trazem fones de ouvido antiruído’, diz trecho do anúncio (Reprodução)

Você sabe como tornar sua viagem de avião mais agradável, tanto para você quanto para os outros passageiros? Ande mais rápido nos aeroportos. Leve um fone de ouvido que bloqueie ruídos, para o caso de um bebê chorar durante o voo. Sempre pergunte a quem está sentado ao lado se tudo bem abrir ou fechar a persiana da janela. Agindo assim, você entrará para o seleto grupo dos “melhores viajantes”, afirma a American Airlines em sua nova campanha publicitária.

Clique abaixo para assistir à propaganda, de 30 segundos.

Parte do público não gostou nada. Alguns internautas afirmaram nas redes sociais que essa seria uma forma de a companhia aérea jogar para o consumidor a culpa pelos problemas que acontecem durante a viagem.

“A melhor forma de melhorar a atitude das pessoas que voam em sua companhia aérea é dar a elas um pouco de dignidade (…) acelerando o processo de embarque, não reduzindo continuamente o espaço para as pernas (…) não deixando os assentos cada vez mais estreitos e não tornando o voo tão terrível que a única forma de ter uma experiência decente é pagar por serviços extras que deixam seu voo até 40% mais caro do que o preço original”, escreveu uma pessoa na página da empresa no YouTube.

Outro comentário afirma que “literalmente, eles estão dizendo que ‘não é nossa função oferecer a você um bom momento no ar, isso é trabalho seu’. Ótima forma de perder clientes”.

“Sabe o há de errado com o voo? Os passageiros. Não os voos cancelados, seguidos de 6 horas de espera no aeroporto –não, não deve ser isso”, escreveu outra pessoa em um comentário no Facebook.

Não era bem assim…

“Os passageiros têm um grande impacto sobre a experiência de voo”, disse o vice-presidente global de Marketing da empresa, Fernand Fernandez, em entrevista ao jornal “The New York Times”.

Em entrevista a TVs dos Estados Unidos, Sunny Rodriguez, outro representante da companhia, disse que “todo mundo consegue se identificar com alguma parte dessa campanha, seja estar na poltrona do meio e achar que tem direito ao descanso de braço”. Segundo ele, o objetivo não era fazer um “manual de instruções” e dizer às pessoas para mudar de comportamento, mas, sim, “começar uma conversa sobre voar”.

O chefe da área de aviação de uma consultoria de negócios avaliou a campanha publicitária da AA e viu o lado bom da iniciativa. “Parece que eles estão tentando abordar a civilidade nas viagens. Acho que a indústria como um todo está tentando sutilmente fazer isso”, disse John Thomas ao “NYT”. “Esta é uma forma de começar a educar as pessoas”, completou, destacando que quem não viaja de avião com frequência pode não conhecer as regras de bom comportamento.


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