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Gol confirma cobrança por mala despachada; compra antecipada terá desconto
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A Gol confirmou nesta sexta-feira (17) que irá criar classes de tarifas diferentes para quem viajar com ou sem bagagem despachada. “A Gol informa que terá uma classe tarifária mais barata para aqueles clientes que não forem despachar bagagens”, diz a empresa em comunicado.

Segundo a companhia, o passageiro poderá adquirir uma passagem que já inclua a bagagem ou comprar o direito de despachar a mala separadamente. O valor da bagagem ainda não foi definido, mas deverá ser calculado por unidade, seguindo as dimensões e peso estipulados.

O passageiro poderá pagar para despachar mais de uma mala, mas o valor irá aumentar de acordo com a quantidade de bagagem. “A primeira será mais barata que a segunda, que será mais barata do que a terceira. E assim por diante”, diz o comunicado da Gol.

A cobrança começa a valer para as passagens que forem compradas a partir do dia 14 de março. Quem adquirir um bilhete até 13 de março, independentemente da data da viagem, continua com o direito de levar uma mala de até 23 kg.

Valor mais alto na hora do check-in

O valor cobrado para despachar a bagagem também pode variar de acordo com o momento da compra do serviço. Será definido um preço para quem fizer o pagamento antes da data do voo e outro, mais caro, para quem adquiri o serviço no momento do check-in.

“Esse serviço poderá ser adquirido em todos os canais de atendimento da GOL (app, site, totem, central de atendimento, balcão), sendo que iremos estimular o autoatendimento e contratação prévia com preços especiais”, afirma a empresa.

Os clientes Smiles, programa de fidelidade da Gol, também poderão ter benefícios de acordo com a categoria dentro do programa. “Clientes das categorias mais altas terão condições diferenciadas. Nos voos internacionais, os clientes Gol Premium também terão vantagens”, diz.

Novas regras da Anac

Segundo a empresa, a nova resolução da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) traz mais competitividade ao mercado nacional e segue o que já é praticado em outros países. “A Gol entende que a medida que permite a franquia de bagagens aproximará o país dos padrões adotados na aviação mundial. Nesse momento, a companhia está trabalhando para adequar os processos e sistemas e treinando suas equipes para garantir o melhor atendimento”, afirma.

A Anac também alterou as regras para a bagagem de mão. Atualmente, o limite máximo permitido por passageiro é de uma mala de 5 kg. Para compensar a cobrança da bagagem despachada, a agência aumentou o limite para 10 kg. As companhias aéreas, no entanto, poderão definir as dimensões máximas de cada mala.

As companhias aéreas Latam, Avianca e Azul ainda não divulgaram como pretendem se adequar às novas regras da Anac para a cobrança de bagagem despachada.

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Air France deve criar novo companhia para concorrer com empresas do Golfo (Foto: Divulgação)

Air France deve criar nova companhia para concorrer com empresas do Golfo (Foto: Divulgação)

Por Vinícius Casagrande

Preocupada com o avanço constante das grandes companhias aéreas do Golfo, como Emirates, Etihad e Qatar, a Air France prepara uma ofensiva para estancar a perda de mercado em rotas consideradas essenciais. A empresa francesa pretende lançar até o próximo ano uma nova companhia aérea de baixo custo operacional, mas mantendo a qualidade do serviço nos padrões da Air France.

As empresas do Golfo têm causado dor de cabeça às grandes companhias aéreas de todo mundo, que alegam que os subsídios dos governos e os baixos preços do combustível nos países árabes prejudicam a concorrência.

“Esse é um projeto para manter a nossa competitividade, especialmente em relação a algumas companhias do Golfo. Temos de encontrar maneiras de ser mais competitivos”, afirmou o CEO do grupo Air France-KLM, Jean-Marc Janaillac, durante as comemorações pelos 20 anos do centro de conexões da Air France no aeroporto Charles de Gualle, em Paris.

Segundo a empresa, a nova companhia aérea deverá servir como um laboratório para diversos serviços, tecnologias e até mesmo de gerenciamento operacional. É com a nova política interna que a Air France espera reduzir seus custos para proporcionar ofertas melhores aos passageiros e recuperar mercado em rotas hoje deficitárias ou mesmo que já foram extintas pela companhia.

Apesar de o foco ser a redução dos custos operacionais, o CEO do grupo Air France-KLM afirma que o padrão do serviço ao cliente será mantido. “A ideia é proporcionar o mesmo tipo de experiência que a Air France já tem. Então, não é uma empresa com serviço de baixo custo. Será uma empresa de carreira, com as mesmas características da Air France, mas com inovações e custos mais baixos, permitindo que a gente possa competir melhor”, diz.

Chamado extraoficialmente de Boost, o projeto da nova companhia aérea vem sendo trabalhado desde o ano passado. Neste momento, o grupo negocia com os sindicatos dos pilotos como será criada a estrutura de trabalho na nova empresa. A ideia é utilizar os tripulantes que já trabalham nas empresas do grupo – Air France, KLM, Transavia e Hop.

De acordo com o CEO do grupo, somente após todos os acordos serem fechados é que outras questões serão definidas, como os aviões e rotas servidas pela nova companhia. A ideia inicial é que a empresa opere inicialmente com cerca de dez aviões. “Mas ainda não decidimos em quais cidades vamos operar. Para a criação da empresa, precisamos primeiro fechar o acordo com a união dos pilotos”, afirma Jean-Marc Janaillac. 

Aumento de voos para o Brasil

Enquanto trabalha na criação de uma nova companhia para o grupo, o CEO da Air France-KLM deu sinais de que a poderá aumentar ainda neste ano os voos da empresa para o Brasil. Com a crise econômica e política no país, a Air France cancelou o voo que fazia entre Paris e Brasília e reduziu frequências em São Paulo e no Rio de Janeiro.

“Vemos sinais de aumento do tráfego e estamos confiantes de que os brasileiros voltarão à Europa. Nossa intenção é aumentar os voos se essa tendência realmente se confirmar”, afirmou Janaillac.

Embora não faça nenhum anúncio oficial, o mais provável é que os primeiros passos sejam de retomada de dois voos diários entre Paris e São Paulo e aumento dos voos para o Rio de Janeiro. A rota entre Paris e Brasília, no entanto, não deve voltar a ser operada ainda neste ano.

O jornalista viajou a Paris a convite da Air France.

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Créditos: Reprodução/Airbus

Emirates tem 92 aviões do modelo Airbus A380 (Foto: Divulgação/Airbus)

A Emirates Airlines é a maior operadora mundial do maior avião de passageiros do mundo, o Airbus A380. A companhia aérea dos Emirados Árabes Unidos tem 92 aviões do modelo, voando atualmente para 40 destinos. A frota da Emirates representa 45% de todos os A380 em operação no mundo, segundo dados da Airbus.

Desde que realizou a primeira entrega do A380, em outubro de 2007, a Airbus já produziu um total de 207 unidades do modelo. A fabricante europeia tem pedidos para mais 110 unidades do A380, sendo que 50 deles também são para a Emirates. Com isso, a companhia árabe terá um total de 142 aviões do modelo A380.

Primeira companhia aérea a receber um A380, a Singapore Airlines é a segunda maior operadora do modelo, com 19 unidades voando e mais cinco para serem entregues. A empresa realizou o primeiro voo comercial do modelo em 24 de outubro de 2007 entre Cingapura e Sydney, na Austrália.

No total, apenas 13 companhias aéreas de todo o mundo contam com o modelo em suas frotas. A grande maioria é de empresas da Ásia. Entre as europeias, somente Lufthansa, British Airways e Air France voam com o modelo. Nenhuma companhia aérea americana voa com o A380. Veja a lista completa:

  • Emirates: 92
  • Singapore: 19
  • Lufthansa: 14
  • British Airways: 12
  • Qantas: 12
  • Air France: 10
  • Korean Air: 10
  • Etihad: 8
  • Qatar: 7
  • Asiana: 6
  • Malaysia: 6
  • Thai: 6
  • China Southern: 5

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Vendas em baixa

A Airbus recebeu até o momento 317 pedidos para o A380. Isso significa que a fabricante ainda tem mais 110 aviões para produzir. No entanto, os números são bem abaixo das expectativas iniciais do projeto.

Em meados do ano passado, a Airbus anunciou uma readequação do cronograma de entrega dos aviões. A meta atual da fabricante é produzir 12 unidades do A380 por ano – em 2015 foram 27 aviões produzidos. Na semana passada, a Air France anunciou o cancelamento de dois pedidos do A380 para substitui-lo pelo modelo A350.

O baixo interesse das companhias aéreas já provocou diversas especulações de que a Airbus poderia até mesmo abandonar a produção do modelo. A empresa nega qualquer movimento nesse sentido. A queda no ritmo de produção seria uma forma de garantir, ou pelo menos dar uma sobrevida, na continuidade do A380.

Voos para o Brasil

Depois de uma década em operação, o gigante vai começar a realizar voos diários para o Brasil exatamente pela companhia aérea com a maior frota do A380. Os voos entre Dubai e São Paulo da Emirates começam no dia 26 de março. O avião deve chegar no aeroporto de Guarulhos às 16h30 e decolar à 1h25. O modelo tem capacidade para 491 passageiros.

Para receber o maior avião do mundo, o aeroporto de Guarulhos teve de alargar as pistas de pouso e taxiamento em 15 metros, passando de 45 metros para 60 metros de largura. Os deslocamentos internos são o principal desafio da operação do avião, mas diretor de operações do aeroporto de Guarulhos, comandante Miguel Dau, garante que o aeroporto está preparado para receber diariamente o maior avião de passageiros do mundo.

Atualmente, o A380 voa para 55 cidades diferentes em todo o mundo. São Paulo será o primeiro destino do avião na América do Sul. Para incentivar os passageiros a procurarem voos com o A380, a Airbus lançou o site iFlyA380.

O sistema conta com um buscador de passagens nas quais pelo menos um dos voos será realizado a bordo do A380. Os voos de São Paulo a Dubai já constam no sistema.

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Na falta de um GPS, o jeito éra mostrar a rota em um globo (Foto: Facebook/KLM)

Na falta de um GPS, o jeito éra mostrar a rota em um globo (Foto: Facebook/KLM)

Fumar a bordo, visitar a cabine de pilotos durante o voo, voar em linhas comerciais em hidroaviões ou mesmo ter um banquete à sua disposição são coisas impensáveis nos voos atuais. Mas esses eram hábitos bastante comuns nos voos do passado.

Por motivos de segurança, corte dos custos das companhias aéreas ou mesmo pelo avanço da tecnologia, empresas e passageiros foram obrigados a mudar seus serviços e atitudes durante os voos comerciais. Relembre alguma dessas curiosidades.

Fumar a bordo

Fumar era permitido pelas companhias aéreas (Foto: Airline Ratings)

Fumar era permitido pelas companhias aéreas (Foto: Airline Ratings)

Se hoje a lei é bastante rígida quanto a fumar em ambientes fechados, já houve uma época na qual era permitido fumar até mesmo a bordo dos aviões. No Brasil, até 1997, os passageiros podiam acender o cigarro em qualquer momento do voo. O máximo que as companhias aéreas faziam era reservar as últimas fileiras para os fumantes. Mas, claro, a fumaça se espalhava por todo o avião.

As primeiras restrições começaram em março de 1997, quando o antigo DAC (Departamento de Aviação Civil) proibiu o fumo a bordo somente na primeira hora de voo. E quando os avisos de proibido fumar eram desligados, todos os fumantes acendiam os cigarros ao mesmo tempo.

A proibição total só começou a valer em 1998, após uma liminar de um juiz federal do Rio Grande do Sul. A decisão só liberava o fumo a bordo se houvesse um isolamento total da área de fumantes. Desde o início, porém, as companhias já avisaram que não pretendiam criar esse isolamento e que não recorreriam da liminar, acatando a decisão judicial.

Hoje em dia, a legislação federal também proíbe o fumo em lugares fechados. Independentemente da legislação nacional, todas as companhias aéreas do mundo já adotam a prática de proibição completa a bordo.

Visitas à cabine de pilotos

Foto: Divulgação/Airbus

Foto: Divulgação/Airbus

Quando o avião se estabilizava em altitude de cruzeiro, crianças e adultos invadiam a cabine dos pilotos. No período de voo como menos trabalho para os pilotos, era a oportunidade para os passageiros conhecerem como funcionava a pilotagem de um avião.

Essa era uma tática, também, das aeromoças acalmarem as crianças. E os pais não perdiam a oportunidade de acompanhar os filhos. Em geral bastante solícitos, os pilotos tiravam fotos e explicavam as dúvidas dos passageiros (e até os convidavam para fazer a visita).

A prática mudou radicalmente após os ataques terroristas do 11 de setembro de 2001. A partir do sequestro dos aviões em Nova York, a aviação mundial passou a obrigar os pilotos a manterem as portas da cabine trancadas durante todo o voo. Hoje, só quem tem acesso são os membros da tripulação.

Voos comerciais com hidroaviões

Hidroavião Boeing 314 da americana Pan Am (Foto: National and Air Space Museum)

Hidroavião Boeing 314 da americana Pan Am (Foto: National and Air Space Museum)

Nos primórdios da aviação, as viagens de longa distância eram o principal desafio para as companhias aéreas. Com aviões sem muita autonomia e poucos lugares com infraestrutura, a alternativa era utilizar grandes aviões que pousavam na água, os hidroaviões.

A Panair do Brasil, por exemplo, iniciou suas operações com oito hidroaviões dos modelos Consolidated Commodore e Sikorsky S-38. Em 1939, a americana Pan-Am realizou o primeiro voo transcontinental com um Boeing B-314.

Em 1941, o mesmo avião realizou o primeiro voo comercial de volta. Durante a viagem, o avião fez uma parada no Brasil, na cidade de Natal (RN).

Máquina de escrever no lugar do notebook

Executivos tinham de trabalhar com máquinas de escrever (Foto: Facebook/KLM)

Executivos tinham de trabalhar com máquinas de escrever (Foto: Facebook/KLM)

Antes da existência de smartphones, tablets e notebooks, os executivos que não podiam parar de trabalhar enquanto se deslocavam durante o voo, tinham como única opção levar a bordo as antigas máquinas de escrever.

Em alguns casos, os executivos viajavam acompanhados de suas secretárias. Eram elas que faziam o trabalho de datilografia durante o voo. Muitos aviões não tinham nem mesmo as mesinhas de refeição. Assim, a máquina de escrever tinha de ser apoiada nas pernas. Pelo menos, as poltronas eram mas espaçosas.

Engenheiros de voo

Engenheiros de voo foram extintos dos aviões modernos (Foto: PanAm Historical Foundation)

Engenheiros de voo foram extintos dos aviões modernos (Foto: PanAm Historical Foundation)

A modernização dos aviões extinguiu uma das mais importantes profissões a bordo da cabine de comando dos antigos aviões. Os engenheiros de voo sentavam atrás dos pilotos e de frente para um painel lotado de botões. Eles eram responsáveis por controlar todos os sistemas do avião e fazer inúmeros cálculos, desde o tempo de voo, consumo de combustível e melhor rota.

Conforme os aviões ganharam sistemas informatizados, a cabine de comando perdeu um de seus tripulantes. Dos aviões ainda em operação no mundo, um dos poucos que ainda exige um engenheiro de voo a bordo é o gigante Antonov An-225, o maior do mundo. O avião foi produzido pela antiga União Soviética entre 1984 e 1988.

Refeições eram um grande banquete

Serviços de bordo tinha várias opções de comida (Foto: Facebook/KLM)

Serviços de bordo tinha várias opções de comida (Foto: Facebook/KLM)

Viajar de avião não era simplesmente se deslocar de uma cidade a outra com mais agilidade. As viagens tinham todo um glamour (e preços bem mais altos também). O momento das refeições era o auge do voo.

Com louças de porcelana, talheres de metal e copos de vidro, o serviço de bordo era requintado até mesmo para os passageiros da classe econômica. As extintas Vasp e Transbrasil serviam até mesmo feijoada em seus voos, enquanto a Varig era conhecida pelo caviar na primeira classe.

A sofisticação a bordo era um padrão das principais companhias aéreas de todo o mundo. Para popularização da aviação, no entanto, as empresas passaram a reduzir cada vez mais seus custos. Um dos pontos mais afetados foi justamente o serviço de bordo. Hoje, são comuns as empresas que cobram pelo lanchinho.

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Aeroporto na Escócia elimina raio X antes do embarque em voo regional
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Área de raio X em aeroporto. Na escocesa Campbeltown, o procedimento foi simplificado. Foto: Getty Images

Área de raio X em aeroporto. Na escocesa Campbeltown, o procedimento foi simplificado. Foto: iStock

Quinze passageiros embarcaram nesta semana em um voo entre Campbeltown e Glasgow, na Escócia sem passar por nenhum detector de metais. Nada de colocar a bagagem no raio X ou ter de tirar cintos, relógio e celular do bolso para passar pela segurança.

A proibição a levar armas, objetos pontiagudos e líquidos em embalagens com mais de 100ml na bagagem de mão não foi descartada, mas, para serem liberados, os passageiros tiveram apenas de dizer que não estavam levando nenhum item proibido.

Além da cidade de Campbeltown, os aeroportos das ilhas escocesas Barra e Tiree também adotam o procedimento. Os três são operados pela Hial – Highlands and Islands Airports Ltd.

A companhia aérea regional escocesa Loganair, ao informar seus clientes sobre as mudanças, afirmou que elas tornarão a viagem “mais conveniente para a grande maioria dos passageiros que voam para Glasgow”.

Ao jornal “The Independent”, do Reino Unido, ele afirmou que nos voos curtos regionais realizados na Escócia, “todo mundo se conhece muito bem”. Segundo ele, a maioria das pessoas usa esses voos como se fosse um serviço de ônibus local.

Segurança

Quem for fazer uma conexão no aeroporto de Glasgow terá de passar pelos procedimentos de segurança normalmente adotados pelos aeroportos do mundo todo, desde o momento do check-in, antes de seguir viagem.

A eliminação das barreiras de segurança não agradou a todos. Para o sindicato dos trabalhadores do aeroporto regional, o processo facilita a ocorrência de ataques terroristas. O representante da associação, David Avery, afirmou ainda que os aviões, mesmo sendo de pequeno porte, sobrevoam áreas urbanas e depósitos de petróleo.

Avery disse à rede britânica BBC que o atual sistema de segurança foi adotado há mais de dez anos e tem sido bem-sucedido. Mesmo assim, os profissionais de segurança encontram regularmente passageiros levando itens proibidos.

A empresa Hial afirma que a implantação do procedimento simplificado foi aprovada pelas autoridades e que a segurança continua sendo uma prioridade.

Ao “Independent”, o especialista em segurança da aviação Philip Baum disse que o procedimento de segurança “rotineiro e previsível é inimigo da segurança eficaz”. “A segurança não precisa ser feita através de sistemas de raio X. Que lugar melhor para realizar análise comportamental do que em uma comunidade onde os viajantes são conhecidos e onde o comportamento é fácil de ser identificado?”.

O especialista diz que nada impede que medidas adicionais sejam implementadas quando for necessário.

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Pistas de Guarulhos são alargadas para voos diários do maior avião do mundo
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Voos diários da Emirates com o Airbus A380 começam em 26 de março (Foto: Divulgação)

Voos diários da Emirates com o Airbus A380 começam em 26 de março (Foto: Divulgação)

Por Vinícius Casagrande

O início das operações do gigante Airbus A380, o maior avião de passageiros do mundo, deve mudar a rotina do aeroporto de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, a partir do dia 26 de março.

A companhia aérea Emirates vai operar com o A380 na rota entre Dubai e São Paulo em substituição ao modelo Boeing 777. A troca do modelo do avião utilizado vai aumentar a capacidade do voo dos atuais 354 passageiros para 491 passageiros.

O aumento implica ampliar a estrutura para os procedimentos de imigração dos passageiros, entrega das bagagens e fiscalização da Receita Federal, já que mais passageiros estarão chegando ao mesmo tempo.

O impacto só não deve ser maior em virtude do horário dos voos. O A380 chega às 16h30 e decola à 1h25, períodos normalmente de menor movimento no aeroporto.

Área destina ao processo de imigração dos passageiros (Foto: Lucas Lima/UOL)

Área destina ao processo de imigração dos passageiros (Foto: Lucas Lima/UOL)

O diretor de operações do aeroporto de Guarulhos, comandante Miguel Dau, garante o aeroporto está preparado para receber diariamente o maior avião de passageiros do mundo. Segundo ele, os maiores desafios não estão relacionados à quantidade de passageiros, mas sim ao tamanho físico do avião.

“A maior dificuldade é em relação aos espaços de manobra e para as curvas, principalmente em virtude dos motores externos”, afirma. O A380 tem 72,7 metros de comprimento e 79,8 metros de envergadura (distância entre as pontas das asas).

Para que a operação do avião fosse viabilizada, as pistas de pouso e decolagem e de taxiamento tiveram de ser alargadas em 15 metros, passando de 45 metros para 60 metros de largura.

Com as pistas mais estreitas, havia o risco de que os motores mais próximos às pontas das asas passassem sobre a área gramada, com o perigo de que detritos pudessem ser sugados para dentro dos motores. Com a nova largura, os motores ficam dentro da área pavimentada.

Embarque e desembarque será feito pelo portão 605 (Foto: Lucas Lima/UOL)

Embarque e desembarque será feito pelo portão 605 (Foto: Lucas Lima/UOL)

Mudança na rotina de pouso

O aeroporto de Guarulhos conta com duas pistas. Nas operações normais, a menor delas, com 3.000 metros de comprimento, é utilizada para os pousos, enquanto a maior, com 3.700 metros, é destinada às decolagens. Essa separação agiliza o fluxo do tráfego aéreo.

Para receber o A380, apenas a pista maior foi alargada e está apta para receber o avião. Com isso, na hora do pouso, o avião vai utilizar a pista normalmente dedicada às decolagens. Como trata-se de apenas um voo, a mudança não deve gerar nenhum impacto ao fluxo do tráfego aéreo, segundo o comandante Miguel Dau.

Serão utilizados dois túneis para o embarque dos passageiros (Foto: Lucas Lima/UOL)

Serão utilizados dois túneis para o embarque dos passageiros (Foto: Lucas Lima/UOL)

Embarque e desembarque

O A380 também terá um portão de embarque fixo e até mesmo uma esteira da bagagem dedicada ao voo. Após o pouso, o avião será direcionado para o portão 605, localizado em uma das extremidades do terminal 3 do aeroporto.

Dois fingers (túneis de passagem dos passageiros) deverão ser utilizados para o embarque e desembarque. O acesso, no entanto, deverá ser feito somente pelo piso inferior do avião. Um finger deve ser aclopado na porta dianteira, próxima ao nariz do avião, e segunda na porta do meio, perto da asa.

A expectativa é que o processo de desembarque demore entre 35 e 40 minutos (tempo para que o último dos 491 passageiros deixe o avião). Com o Boeing 777 utilizado atualmente, o tempo médio do desembarque é de 25 a 30 minutos.

Depois de realizarem os procedimentos de imigração, os passageiros deverão retirar as bagagens na última esteira, localizada no final da sala. Ela é a maior do aeroporto, com capacidade para mil malas por hora. Como cada passageiro ainda tem direito a despachar até duas malas, caso o voo esteja lotado e todos levem duas bagagens, seriam 982 malas por voo.

No entanto, com as novas regras da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) que acabam com a franquia obrigatória para passagens vendidas a partir de 14 de março, esse número deve cair ao longo do ano.

Maior esteira de Guarulhos tem capacidade para mil malas por hora (Foto: Lucas Lima/UOL)

Maior esteira de Guarulhos tem capacidade para mil malas por hora (Foto: Lucas Lima/UOL)

Preparação do avião

O A380 deverá ficar no aeroporto de Guarulhos durante quase nove horas. Durante esse tempo, será preparado para um novo voo, com reabastecimento de combustível, limpeza da área de passageiros, retirada de esgoto, reposição de comidas e bebidas e eventuais manutenções necessárias.

Segundo a Emirates, cerca de 70 a 80 pessoas deverão trabalhar diariamente para deixar tudo em ordem para um novo voo. Somente para o carregamento das bagagens, por exemplo, serão utilizados oito tratores. Um A380 tem capacidade para até 320 mil litros de combustível.

Durante todo o trabalho em terra, o avião não deve ficar estacionado no portão de embarque. Após o desembarque dos passageiros, bagagens e demais cargas, o avião é deslocado para uma área reservada para esse serviço. O local, no entanto, fica próximo ao terminal 3 e deve virar uma atração para os passageiros que forem embarcar em outros voo.

Centro de controle do aeroporto de Guarulhos (Foto: Lucas Lima/UOL)

Centro de controle do aeroporto de Guarulhos (Foto: Lucas Lima/UOL)

Ganhos econômicos para o aeroporto

A presença do gigante A380 em Guarulhos promete trazer muitos benefícios financeiros para a concessionária que administra atualmente o aeroporto. O ponto mais óbvio está no aumento da capacidade do voo, que gera ganhos nas taxas de embarque dos passageiros, gastos nas lojas e aumento na tarifa de pouso. Enquanto, o Boeing 777-300 tem uma taxa de pouso de cerca de R$ 8.000, o A380 tem de pagar R$ 13 mil a cada aterrissagem.

Para o gerente de negócios aéreos do aeroporto, João Pedro Pita, o mais importante, no entanto, é a visibilidade que a operação do A380 gera para Guarulhos. “A importância é muito mais ampla e envolve todo o negócio”, diz.

Pita cita como exemplos o aumento do número de passageiros de conexão em viagens para a Ásia. Apenas 25% dos passageiros têm como destino final a cidade de Dubai. Japão e China são alguns dos principais destinos, com destaque para as cidades de Shangai (7%), Tóquio (7%), Osaka (6%) e Hong Kong (6%).

A administradora de Guarulhos tinha a expectativa de que o A380 começasse as operações no Brasil já no ano passado. No entanto, a crise econômica fez com que a Emirates revisse seus planos. A partir de agora, a expectativa é para que outras companhias coloquem o gigante em operação nas rotas para São Paulo.

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Cargueiro gigante leva quatro helicópteros para combater incêndio no Chile
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Antonov-124 levou quatro helicópteros ao Chile (Foto: Twitter/Conaf)

Antonov-124 levou quatro helicópteros ao Chile (Foto: Twitter/Conaf)

O Chile tem recebido o que há de mais moderno na tecnologia aeronáutica para o combate a grandes incêndios. O país sofre com queimadas em diversas regiões, que já destruíram 374 mil hectares de florestas, equivalente a cerca de 37 mil campos de futebol

Nesta terça-feira (31), chegou ao Chile um avião Antonov-124, o segundo maior cargueiro do mundo atrás apenas do Antonov An-225, com quatro helicópteros a bordo desenvolvidos para esse tipo de missão. O Antonov partiu do aeroporto de Atlanta, nos Estados Unidos, em um voo direto com destino a Santiago.

Os quatro helicópteros somados terão capacidade de até 7.500 litros de água. O maior deles é um K-MAX 1200, capaz de despejar com precisão em um foco de incêndio cerca de 2.700 litros de água. Os outros três helicópteros são do modelo Bell 205A1, com capacidade para 1.600 litros cada.

Entre os helicópteros, o maior reforço foi o Sikorsky S-64 SkyCrane, um dos maiores do mundo. O modelo terá capacidade para até 10 mil litros de água. Conhecido como helicóptero guindaste, ele será equipado com diversos tanques e uma mangueira capaz de coletar água de diversas fontes.

O Chile conta com uma colaboração internacional para auxiliar no combate aos incêndios florestais. No último final de semana, o Brasil enviou dois aviões Hércules C-130 e 28 militares. Eles se somam ao avião russo Ilyushi Il-76 e ao americano Boeing 747-400 Supertanker.

Já são cerca de 40 aeronaves trabalhando no combate aos incêndios florestais no país. O diretor-executivo da Conaf (Corporação Nacional Florestal), Aarón Cavieres, afirmou que o órgão deve receber outros reforços nos próximos dias. Segundo ele, no total deverão ser cerca de 50 aeronaves trabalhando para acabar com as queimadas.

Os aviões têm tanques enormes instalados dentro do compartimento de cargas. Eles são abastecidos em solo. Ao sobrevoar a área do incêndio, a água é descarregada sob pressão em poucos segundos, criando um rastro de chuva (veja o vídeo abaixo). Os helicópteros, por outro lado, podem pegar água de rios e lagos e despejam a água sobre uma área mais concentrada.

Os aviões-tanque

O maior avião-tanque em operação é o Boeing 747-400 Supertank. Com capacidade para 75 mil litros, tem dois sistemas independentes de tanques, que levam água, gel e espuma. O tempo de reabastecimento em solo leva aproximadamente 30 a 35 minutos.

O avião chegou no Chile na semana passada e nos primeiros dias já conseguiu acabar com mais de 50% dos focos de incêndio nas áreas para onde foi destinado. No entanto, como a situação continua crítica em diversas regiões, ainda não há previsão para o encerramento de suas operações no país.

O avião russo Ilyushin IL-76 percorreu mais de 15 mil km para ajudar no combate aos incêndios florestais do Chile. O avião tem capacidade para cerca de 42 mil litros de água de uma vez. Quando despejada em voo, a água cobre uma área total de 48 mil metros quadrados, com 800 metros de comprimento e 60 de largura.

A ajuda brasileira

Os dois Hércules C-130 da FAB chegaram ao Chile no último domingo e realizaram as primeiras missões na segunda-feira (30). As equipes brasileiras operam a partir do aeroporto de Carriel Sur, na cidade de Talcahuano, região metropolitana de Concepción, segunda maior cidade chilena e capital da região, no centro-sul do país.

Dos dois aviões enviados ao Chile, somente um atua diretamente no combate aos incêndios. Segundo a FAB, o segundo avião transporta materiais de suporte, piscinas para abastecer de água a aeronave e equipamentos de manutenção.

No primeiro dia da missão, o avião da FAB realizou quatro voos para combater os incêndios em uma área de colina a 24 km do aeroporto de Carriel Sur, o que equivale a cerca de 5 minutos de voo. A cada decolagem, 12 mil litros de água são lançados sobre a floresta.

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Você pode escolher a pintura de um Boeing 777 para as Olimpíadas de Tóquio
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Boeing 777 da ANA será pintado com desenho escolhido pelo público (Fotos: Divulgação)

Boeing 777 da ANA será pintado com desenho escolhido pelo público (Fotos: Divulgação)

Patrocinadora oficial das Olimpíadas de Tóquio, a companhia aérea japonesa ANA (All Nippon Airways) vai pintar um Boeing 777 com desenhos alusivos aos Jogos Olímpicos que serão realizados no país em 2020.

A empresa recebeu sugestões de vário artistas e escolheu os cinco melhores. Agora, pessoas do mundo inteiro podem votar em um dos cinco finalistas pelo site https://ana-2020contest.jp/en/.

A votação vai até 19 de fevereiro e o desenho vencedor deve ser anunciado entre o final de março e começo de abril. A empresa não divulgou, ainda, quando o avião deve ser, de fato, pintado.

Além de ter o desenho estampado em um Boeing 777 da companhia, o artista que vencer a disputa ainda vai ganhar uma passagem de ida e volta para qualquer destino da companhia aérea japonesa. Os demais finalistas ganharão outros souvenirs da empresa.

O avião com pintura comemorativa às Olimpíadas de Tóquio, no entanto, não deve ser visto em solo brasileiro, já que a companhia aérea japonesa não tem voos para o país.

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Pintura no Airbus A380

A ANA também lançou, no final do ano passado, um outro concurso para a pintura dos novos aviões Airbus A380 que passarão a fazer parte da frota a partir de 2019. Os aviões serão usados na rota entre Tóquio e Honolulu, no Estado americano do Havaí.

As inscrições para o envio dos desenhos já foram encerradas, mas a companhia aérea ainda não divulgou os desenhos finalistas. Nesse concurso, o artista vencedor ganhará uma passagem de ida e volta entre Tóquio e Honolulu.

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Quanto custa viajar do Rio a Nova York na classe executiva, como Eike?
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Boeing 777 da American Airlines. Foto: Santiago Rodrigues Fonto/Getty Images

Boeing 777 da American Airlines. Foto: Santiago Rodrigues Fonto/Getty Images

O empresário Eike Batista foi preso nesta segunda-feira (30) ao desembarcar no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Ele voltou de Nova York (EUA) no voo 973 da American Airlines, na classe executiva.

Uma passagem de ida e volta entre os aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, e JFK, em Nova York, na classe executiva pode custar mais de R$ 30 mil.

As tarifas variam de acordo com as datas escolhidas e com quanta antecedência a passagem é comprada. O blog fez algumas buscas aleatórias de voos diretos para dar uma ideia dos valores.

Uma passagem comprada de última hora, para uma viagem rápida, com ida em 30 de janeiro e volta no dia seguinte (31) sai por R$ 33.376, já com as taxas.

Uma viagem com duração de uma semana, saindo também nesta segunda-feira (30) e retornando no dia 6 de fevereiro, sai por R$ 34.178.

Se for possível programar com alguma antecedência uma viagem entre os dias 18 de fevereiro e 3 de março, a tarifa cai para R$ 18.981.

Quem puder programar agora a viagem das férias de julho, paga menos na executiva, mesmo viajando na alta temporada. O voo direto de ida e volta, com saída em 1º de julho e retorno no dia 23 do mesmo mês fica em R$ 11.650.

Tela mostra valor de passagem ida e volta do Rio de Janeiro a Nova York pela American Airlines. Foto: reprodução

Tela mostra valor de passagem ida e volta do RJ a Nova York pela American Airlines. Foto: reprodução

Comodidades

O avião usado pela American Airlines na rota direta entre os aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, e John F. Kennedy, em Nova York, segundo a assessoria de imprensa da companhia aérea, é um Boeing 777-200, que não tem primeira classe. É possível fazer um tour pelo interior do avião.

Na classe executiva, entre as comodidades oferecidas estão assentos totalmente reclináveis, fones de ouvido antirruídos e acesso direto ao corredor em todas as poltronas – você não precisa incomodar quem está ao lado para poder se levantar, ir ao banheiro, etc.

Os passageiros têm ainda acesso a um snack bar com lanches e bebidas. As refeições são personalizadas de acordo com o destino, e têm como base receitas preparadas por chefs estrelados. E pode esquecer os utensílios de plásticos: tudo é servido em pratos de porcelana.

As facilidades começam antes mesmo de entrar no avião, com acesso ao lounge da aérea, prioridade no check-in, na área de segurança e no embarque. Mesmo se o cliente chegar atrasado ao portão de embarque, pode furar a fila para entrar antes dos demais.

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